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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Cinepop
Cheio de ação e repleto de efeitos especiais, ‘Maze Runner: A Cura Mortal’ é o filme mais agitado da trilogia e também o mais complexo. Entre uma grandiosa cena de perseguição e outra, o roteiro entrega algumas das respostas para as perguntas feitas nos filmes anteriores e várias plot twists (algumas bastante óbvias), que encerram a trama de maneira bastante decente.
Papo de Cinema
"Maze Runner: A Cura Mortal" abre novas possibilidades ao deflagrar o abismo social que separa brutalmente cidadãos murados e, portanto, protegidos da peste, dos pobres que sucumbem à margem. Todavia, não há aprofundamento nesse diagnóstico.
Ccine10
Tecnicamente o longa também acerta a mão, os efeitos visuais são bem melhores que os anteriores, direção de arte, figurinos, montagem, trilha sonora e fotografia tudo adequado, dentro da proposta. Infelizmente o filme acaba não conseguindo explorar a trama por completo
CineClick
O longa é capaz de divertir e certamente os fãs da franquia vão considerar o filme um final justo para a trama, com direito a revelações e despedidas emocionadas. Em termos de efeitos e visual, o longa faz um bom trabalho e consegue expandir bem o mundo apocalíptico dominado por criaturas zumbis.
New York Times
O diretor Wes Ball sabe mover a câmera ao redor do background futurista e a composição de certos planos [...] é capaz de atrair o olhar do espectador vítima do desinteresse pela trama.
O Globo
Apesar de o longa ser previsível, o destaque fica para a direção segura de Wes Ball, que provou saber criar cenas de ação com muita tensão. Ball, que fez a sua estreia como diretor em “Maze Runner”, foi o responsável por conduzir todo o projeto.
Observatório do Cinema
"Maze Runner: A Cura Mortal" vem para fechar essa franquia, admitindo não ser esse sucesso todo que produtores imaginavam, mas que ainda oferece aquilo que seu público busca, como também é bem resistente em relação às ideias que sempre trabalhou.
Quarto Ato
Consegue ser mais que apenas um filme adolescente, integrando-se com sequências de ação interessantes. Sua conclusão, embora previsível, funciona muito bem, amarrando todas as pontas [...] É satisfatório ver que uma trilogia, que por muito pouco não deu errado, conseguir superar as dificuldades e ser um bom filme...
Variety
Os elementos infantis são tangeciados e a linha dramática tem momentos que remetem à um bom filme de ação, duas escolhas que fazem de "Maze Runner: A Cura Mortal" a melhor incursão da franquia.
Cinema com Rapadura
A franquia que se iniciou dialogando com a geração Y se perde no capítulo final, saindo de uma distopia pobre e que caminha para uma utopia rasa. Essa linha que une os dois pontos é desenhada com um roteiro fraco, que privilegia a ação exagerada e deixa de lado a discussão...
Boston Globe
Ao invés de reinvenções narrativas, recebemos outra basal e cansada incursão no gênero pós-apocalíptico que é especialmente falha em desenvolver dinâmicas entre os personagens.
Cineweb
A meia-hora final – o filme tem inexplicáveis 140 minutos! – é gasta resolvendo toda a trama – enfim, o que não foi feito até então. É preciso concluir também o estapafúrdio triângulo amoroso entre Thomas, Teresa e Brenda .
Screen International
A falta de corpo dos arcos dramáticos reduzem o filme a uma sucessão titubiante e cansativa de tiroteios, zumbis e sequências de ação feitas sob medida.
Screen Rant
"A Cura Mortal" parte logo para a ação, e mantém o ritmo com reviravoltas importantes intercaladas com o espetáculo de ação. É uma receita que diverte, mas os momentos dramáticos dependem demais das tramas dos filmes anteriores.
The Hollywood Reporter
Intermináveis extensões da narrativa minam o impacto das inegavelmente bem feitas sequências de ação e criam um epílogo que dificilmente deixará qualquer espectador querendo mais.