Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Um visitante
3,0
Enviada em 9 de agosto de 2020
A Cure for Wellness é aquele clássico exemplo de filme que acaba sendo vítima de suas próprias ambições. Tem uma premissa pra lá de interessante, uma pena que, na maior parte do tempo, o roteiro e a direção não encontrem uma forma efetiva de explorar as boas ideias que apresentam ao público. A estética visual é imersiva e ajuda a contar a estória, o trabalho de cinematografia é particularmente talentoso, na verdade, de maneira geral, é um filme feito com competência técnica, e o elenco não decepciona (apesar de não haver personagens exatamente ''carismáticos'' aqui)...É realmente uma pena que o enredo e o argumento do longa sejam tão bagunçados, você até consegue se envolver um pouco, se importar com os dois protagonistas, etc...Mas a trama em si vai ficando desnecessariamente confusa, ao ponto de, no terceiro ato, você não se empolgar tanto, e o clímax corrido e com reviravoltas ridículas não ajuda. Enfim, olhando de forma bem prática, é um suspense bem feito que pode agradar alguns, mas seus problemas de ritmo e, principalmente, roteiro, podem irritar muitas pessoas. Um entretenimento mediano. 7/10
Filme bom mas poderia ser melhor com a história e ela ficou muito confusa. Os personagens foram bem construídos e ele me prendeu até o fim apesar de algumas coisas ficarem sem explicação principalmente o que envolve o vilão do filme.
"Fotografia e direção de arte impecáveis, mas roteiro previsível e desfecho frustrante prejudicam o filme." Um jovem ambicioso vai à Europa resgatar seu chefe em uma misteriosa clínica e descobre segredos sombrios. Visualmente impecável, o filme se destaca pela fotografia incômoda e direção de arte inspirada no horror italiano. Dane DeHaan e Mia Goth entregam boas atuações, mas o roteiro se perde ao tentar parecer mais inteligente, culminando em um desfecho previsível. Jason Isaacs, previsivelmente escalado como vilão, elimina qualquer suspense sobre seu papel. Ideal para fãs de terror psicológico estético, mas carece de força narrativa.
A cura é um filme de suspense psicológico que foi dirigido por Gore Verbinski e roteiro de Justin Haythe. Na trama, acompanhamos um jovem e ambicioso executivo Lockhart (Dane DeHann) que é enviado aos Alpes suíços para resgatar o chefe de sua empresa que está internado em um tipo de centro de cura psiquiátrico. Devido a um acidente Lockhart acaba se tornando um paciente do lugar e por mais que tente sair não consegue. Apesar dos seus alto e baixos, Verbinski tenta inovar nesse filme. A obra é mais contemplativa com seus cenários e planos aberto. Logico que para isso acontecer foi necessário a excelente fotografia. Mas além disso, a contemplação desse filme nos fez sentir momento de aflição e outros de paz. O terror do filme não é de sustos e sim psicológico. O filme de fato é longo e poderia ser mais curto, em especial no seu terceiro ato que nos oferece trechos repetitivos nos dando “falsos finais”. O filme tem até uma boa construção narrativa, mas vai perdendo o folego no também para a interessante participação de Mia Goth como Hannah.
A história é interessante. O filme começa bem, mas depois fica tipo " enchendo linguiça ". Torno a repetir: a história até que é interessante, pena que o final é que foi péssimo
O filme é um.bom suspense, apesar do tempo do filme, não se torna cansativo, por hora parecia uma adaptação de a "ilha do medo" porém o filme continua é o fim se perdeu um pouco, algumas coisas ficaram respostas, como o diretor poderia estar vivo depois de 200 anos assim como sua filha, poderia ser a água, a mesma que deixava as pessoas doentes, porém existia uma cidade ali outras pessoas, ficou sem sentido algumas coisas
Eu particularmente gosto de filmes assim que nos dividem entre a loucura e a realidade. É um filme que precisa de atenção para melhor entendê-lo. Um terror mais pra suspense de boa qualidade. Nota 7/10
Bom filme, apesar de excessivamente extenso, dos vários cliches de filmes de terror "B", e do desfecho óbvio, que acabou resultando confuso. Agora, percebi uma certa semelhança entre os cenários onde se desenrolam a trama do filme, e o da obra de Thomas Mann, "A montanha mágica". Notem, ambas as histórias se passam em um hospital spa nos alpes suíços, onde as pessoas vão, espontâneamente, para se tratar, e acabam ficando pra sempre. O protagonista do filme seria uma versão atualizada do jovem Hans Castorp de Mann, mas que teve um final "mais feliz". Será que somente eu consegui enxergar essa semelhança?
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade