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MichaellMachado
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538 críticas
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2,0
Enviada em 22 de março de 2018
️De fato, logo vimos que era um plágio escancarado do excelente filme Ilha do Medo, com Leonardo DiCaprio. Porém algo deu muito errado.
Um início de que faz gerar espectativas, e das melhores, mais logo se desfaz ao passar do tempo. Da metade para o fim, o filme se perde, e se perde feio.
Cheio de simbolismos maçom e com uma tal de "cura", beirando a loucura.
☠️ Fujam dessa furada Se tiver amor ao seu tempo
Me vejo decepcionado com esses filmes. Nos trailers são incríveis, mas na ação, não passam de cópias ou releituras de outros já realizados. Apesar de interessante, esse não é tão diferente do "Refúgio do Medo", mas no geral é um bom suspense...bem escrito e desenvolvido.
Um ambicioso executivo é enviado para os Alpes Suíços para resgatar o CEO de sua companhia de um 'Centro de Cura', mas logo descobre que o local não é tão inócuo quanto parece.
Eu sinceramente não entendi muito bem a história do filme achei muito confuso e cansativo
Achei muito devagar a drama. Algumas coisas sem sentido e com falhas, como na hora que ele corta o gesso. Sai muito sangue, mas na cena seguinte não tem nada. Como assim??? O final do filme compensou, de uma certa forma, o todo. Gostei bastante. Bons atores, cenário espetacular... enfim, fraco. Poderia ter sido bem melhor, pois tinha tudo para isso.
o suspense criado na trama é muito bom, acompanhado da trilha sonora também, que é muito boa. a história, por sua vez, é confusa e cansativa, principalmente no final do filme. as ótimas atuações, porém o filme não rendeu as minhas expectativas.
Fiquei muito curioso em assistir esse filme devido a propaganda ser bem elaborada, mas descobri ser uma propaganda enganosa. O filme já assusta pela duração, quase 2h30. Manter um filme de terror/suspense por tanto tempo é muito difícil, e aqui é um grande exemplo. A edição pecou pelo excesso de tomadas tornando o filme cansativo e monótono. A trama até era curiosa, mas recorre ao preconceituoso e já citado anteriormente em outros filmes, que somente alemães são ruins e meio lunáticos e por isso, somente eles poderiam querer ter relacionamentos incestuosos para purificar seu sangue. A explicação fica aquém do sobrenatural, quando mistura o antagonista com uma especie de mumia/fantasma da ópera.O que vale a pena no filme? Locações lindíssimas, e a fotografia belíssima, com ótima paleta de cores com cenas dignas de quadro. Do mais, é esquecer.
Regular! Aqui temos um filme que propõe algo e que em certos momentos entrega o contrário, assim decepcionando, podemos destacar o bom elenco, apesar dos pesares.
Gore Verbinski é um diretor que nunca fez filmes que me chamaram muito atenção. Não gosto dos filmes dos Piratas do Caribe, e mesmo os filmes menores que ele fez como A Mexicana, O Chamado e O Sol de Cada Manhã estão à milhas de distância do que podemos designar “filmes expressivos”. O que posso de cara elogiar nesse novo filme do cineasta é a beleza da fotografia, movimentos de câmera e a grande habilidade de Verbisnki de capturar ângulos e realizar algumas cenas bem difíceis de maneira impressionante. Pelo menos três cenas do filme são espetaculares em sua concepçãospoiler: : um acidente de carro, um momento de visitação a um dentista e outra envolvendo um tratamento com água e sanguessugas . São os melhores momentos do filme, que causam realmente aflição e desconforto. De resto, o filme começa bem, e até o segundo ato, mesmo com a lerdeza do protagonista, mantém um bom ritmo narrativo e o interesse. Mas no seu ato final o filme desce ladeira abaixo, e se transforma num filmeco com resolução pobre e anticlímax. Todo o suspense acaba diluído spoiler: em tanta água (e fogo) , e o final não consegue escapar de ser ridículo. Uma baboseira que não se explica. Bons são os filmes em que o suspense instiga e nos surpreende. Aqui isso não acontece. Motivações e ideias mal explicadas que não conseguem se sustentar tamanha fragilidade do roteiro e suas pontas soltas. Não esperem um filme de terror (não é um filme de terror!), mas um suspense mediano com final fraco. Tinha tudo pra dar certo, contudo mais uma vez o final atropela as boas intenções e quem sofre som isso são os espectadores.
A Cura (A Cure for Wellness) traz de volta o ótimo Gore Verbinski em sua direção, e pode-se dizer que o diretor deu o azar com a história, pois o clima de suspense que a trama precisava apresentar pouco foi visto, e muito menos sentido. Resumidamente, a piração da história criada por Verbinski e Justin Haythe (O Cavaleiro Solitário) não chega a lugar algum.
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