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O gênero de terror Found Footage já foi muito explorado e portanto filme a filme não tem o que contar ou ser inovado,retrato disso é em mais um filme do estilo que conta a história de uma velhinha possuída.Deborah Logan é uma senhora que sofre de Alzheimer e pesquisadores resolvem acompanhar o seu dia dia em um documentário,só que aos poucos os sintomas vão fugindo para outra coisa obscura.O longa é produzido pelo Brian Singer e dirigido pelo Adam Robitel que fazia sua estreia e digamos que ele faz o que é esperado,não se tem nada de novo e sim mais do mesmo,ainda assim em um ou outro momento existem cenas bem dirigidas e gráficas que dão agonia.Mas por outro lado tem situações manjadas e que são super previsíveis e assim não cria atmosfera suficiente para a trama.O roteiro não é ruim mas ele opta por jogar decisões esquisitas e nenhum pouco realistas de seus personagens além da falta de senso de que aquilo é ultra diabólico mas não agem de tal forma.Jill Larson é a melhor do elenco,ela passa bem o papel de que algo bem estranho está acontecendo com sua personalidade.
Excelente filme de terror, apesar de eu vê-lo depois de anos do lançamento, o filme é bem perturbador com uma boa história por trás e os atores contracenaram muito bem.
O filme te prende do início ao fim com boas cenas de suspense, susto e tensão.
O filme te prende do início ao fim com boas cenas de suspense, susto e tensão.
A possessão de Deborah Logan é um filme de terror que contou com a direção de Adam Robitel que também participou do roteiro ao lado de Gavin Heffernan. Na trama, acompanhamos Mia (Michelle Ang) para realizar pesquisas do seu doutorado, precisa documentar o cotidiano de uma senhora com Alzheimer chamada Deborah Logan (Jill Larson).
Porém, conforme os dias vão se passando a condição de saúde de Deborah vai se deteriorando e estranhas coisas passam a acontecer. Apesar de usarem uma fórmula conhecida para os filmes de terror desse gênero, aqui temos uma premissa em colocar uma doença em meio a possessão. Pois a progressão da possessão é confundida com a da enfermidade. Mesmo batido, o estilo de terror Found Footage funciona bem aqui, pois dá o aspecto de veracidade nas cenas. Inclusive, ótimo para filmes com baixo orçamento como esse. O filme tem um segundo ato um bom desenvolvimento com cenas assustadoras. Mas o terceiro ato deixa a desejar. Embora a cena de Deborah com a criança na caverna seja marcante, mas a explicação dada para a possessão da mesma é bem meia boca e nao cola legal. O filme ainda oferece uns sustos aqui e outros ali, mas nada demais.
Porém, conforme os dias vão se passando a condição de saúde de Deborah vai se deteriorando e estranhas coisas passam a acontecer. Apesar de usarem uma fórmula conhecida para os filmes de terror desse gênero, aqui temos uma premissa em colocar uma doença em meio a possessão. Pois a progressão da possessão é confundida com a da enfermidade. Mesmo batido, o estilo de terror Found Footage funciona bem aqui, pois dá o aspecto de veracidade nas cenas. Inclusive, ótimo para filmes com baixo orçamento como esse. O filme tem um segundo ato um bom desenvolvimento com cenas assustadoras. Mas o terceiro ato deixa a desejar. Embora a cena de Deborah com a criança na caverna seja marcante, mas a explicação dada para a possessão da mesma é bem meia boca e nao cola legal. O filme ainda oferece uns sustos aqui e outros ali, mas nada demais.
O found footage é pertinente a proposta do filme. Cria uma atmosfera de suspenses, mesclando gradativamente as situações resultantes da doença de Alzheimer e os eventos sobrenaturais.
Este filme conta com uma das reações mais inteligentes de um personagem em uma situação de horror. É apavorante como a história se passa, principalmente por parecer algo que todos podemos vivenciar se tivermos azar o suficiente. Alzheimer é uma doença que existe e ela em si me causa arrepios, e neste filme somando isto com o sobrenatural é apenas horror no seu melhor.
A filmagem é feita de modo que fique mais “amadora” em formato de documentário. Particularmente eu gosto pois aproxima o público da trama, o que se torna mais importante para o filme de terror. Mas achei que no clímax do filme faltou coerência e um desfecho melhor. De qualquer forma vale a pena assistir
Começa bem parecendo que vai se um baita filme mas se perde e com ele o medo vai junto, filmagem tosca, efeitos também, atores mais ou menos (polícia digna de trapalhões).
Eu quero assistir este filme
Ele e bom e eu não consigo assistir como faço pra ter acesso a este filme
Ele e bom e eu não consigo assistir como faço pra ter acesso a este filme
É um filme que passa uma sensação de imersão bem interessante, logo no início da história, mas nada muito assustador, tem um toque de suspense, e o terror é bem pouco. Tem uma cena que muda a trajetória no final, porém não é nada demais!
Um filme de possessão sólido, com um body horror incômodo e vários momentos de “que porra eu tô vendo?”, algo que eu valorizo muito mais do que jumpscares. O desenvolvimento do plot é bem amarrado e o filme se mantém consistente praticamente o tempo todo. Meu único problema real foi
spoiler:
o cliffhanger final, que achei desnecessário e um pouco clichê. Finais abertos podem funcionar muito bem quando surgem naturalmente da narrativa, mas aqui pareceu mais uma provocação colocada no último minuto do que algo que o filme realmente construiu
. Ainda assim, é um ótimo filme de terror no geral.
E um destaque enorme para Jill Larson. A atuação dela é fantástica e carrega boa parte do desconforto e da inquietação que fazem Deborah funcionar tão bem em cena.
. Ainda assim, é um ótimo filme de terror no geral.
E um destaque enorme para Jill Larson. A atuação dela é fantástica e carrega boa parte do desconforto e da inquietação que fazem Deborah funcionar tão bem em cena.
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