Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado
Média
2,8
132 notas

48 Críticas do usuário

5
7 críticas
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6 críticas
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Jackson A L
Jackson A L

13.703 seguidores 1.242 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 1 de setembro de 2025
O primeiro filme foi muito bom. O segundo, já deixou muito a desejar. Agora esse... chega a ser cômico de tão ruim. O ponto positivo é que quiseram dar continuidade e trouxe referências dos antecessores. Outro ponto positivo foi trazer sobreviventes dos dois primeiros filmes. Agora, falando de roteiro, que falta de criatividade. São tantas bizarrices que fica longe do aceitável. A cena inicial já é um motivo idiota (não é spoiler, pq todos sabem o que acontece), mas diferente do primeiro filme, o grupo não fez nada para que pudessem ser incriminados. Não tiveram a capacidade de dar uma veracidade na cena. Seria melhor ter ido assistir o filme do Pelé!


spoiler: O Ray ser o vilão foi o pior final possível...


e o pior que é querem continuação...
NerdCall
NerdCall

58 seguidores 449 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 19 de julho de 2025
A franquia Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado está de volta aos cinemas, após o seu surgimento em 1997, uma sequência em 1998 e uma tentativa de reboot em 2006, que foi tão fraca que acabou lançada diretamente em DVD. Além disso, tivemos uma série produzida pelo Prime Video em 2021, cancelada após uma única temporada. Eis que chegamos à terceira tentativa de um reboot — se é que podemos chamar assim, já que nem o próprio filme sabe o que quer ser. Para comandar o projeto, foi chamada a diretora Jennifer Kaytin Robinson, que não tem muitas produções de renome em seu currículo, com Justiceiras como seu título de maior destaque, além de ter trabalhado no roteiro de Thor: Amor e Trovão — o filme que praticamente decretou o fim do prestígio de Taika Waititi, tanto no MCU quanto em sua carreira, após alguns bons trabalhos.

A intenção aqui era trazer um novo elenco, mais carismático, mais jovem e mais alinhado aos padrões atuais. Madelyn Cline, Chase Sui Wonders, Jonah Hauer-King, Tyriq Withers e Sarah Pidgeon compõem esse novo núcleo. E temos também os retornos de Freddie Prinze Jr., Jennifer Love Hewitt e até mesmo Sarah Michelle Gellar. E é aqui que surge o primeiro grande problema do filme: Jennifer Kaytin Robinson tenta fazer deste longa um reboot, tentando trazer um novo fôlego para a franquia — algo necessário —, mas ao mesmo tempo tenta prestar homenagens aos dois primeiros filmes dos anos 90. E essa proposta, na minha visão, é a mais prejudicial ao resultado final.

Enquanto ela recria cenas e diálogos idênticos aos do filme de 1997, também tenta inovar e adaptar a franquia para a nova geração. Isso gera um contraste artificial na narrativa, perceptível até mesmo para os espectadores menos atentos. É como se ela quisesse inovar, mas não tivesse coragem o suficiente para se desprender do passado — seja por insegurança, por ainda não ter respaldo como diretora, ou por pressões criativas do estúdio.

Quando se tenta prestar homenagem a uma franquia que teve, sim, certa relevância para a consolidação do gênero slasher em Hollywood, é preciso lembrar que essa mesma franquia já carecia, desde o início, de uma construção sólida — principalmente no que diz respeito à mitologia do Homem do Gancho. O filme de 1997 entrega uma história com início, meio e fim. Já a sequência de 1998 enfraquece essa figura ao trazer o antagonista de volta sem uma justificativa bem desenvolvida. O mesmo erro se repete aqui. Ao tentar estabelecer uma nova história com um novo elenco, mas ao mesmo tempo se apoiar na nostalgia e nos personagens antigos — sem reforçar a mitologia que já era frágil —, o filme recorre a elementos e conceitos que nunca tiveram profundidade.

Esses retornos tentam, de forma forçada, ganhar algum significado. E até acredito que um deles poderia ser usado de maneira mais natural e bem desenvolvida. No entanto, todos estão ali, claramente, para atrair os fãs dos anos 90. O roteiro até tenta encaixar esses personagens de forma coesa, mas o resultado soa truncado e puramente nostálgico.

Como mencionei, o roteiro segue a mesma estrutura do filme de 1997, quase sendo uma cópia — apenas com alterações no elenco e algumas atualizações para o público atual. As mortes, por outro lado, são mais criativas e melhor executadas, o que é um ponto positivo. No entanto, o impacto delas é superficial. Isso se deve, em grande parte, à falta de desenvolvimento da amizade entre o grupo. No início, o filme até apresenta essas relações, mas nunca as aprofunda — tudo é feito por meio de diálogos forçados e expositivos. Há, sim, momentos em que o senso de urgência aparece, mas ele se dilui rapidamente. O elenco é mais numeroso do que o grupo de amigos dos filmes originais, o que dificulta o envolvimento do espectador com qualquer personagem.

Falando em desenvolvimento, o desfecho repete, mais uma vez, o primeiro filme — inclusive na revelação do Assassino do Gancho. Em 1997, a surpresa estava em descobrir que o vilão não era quem o grupo pensava. Já aqui, a reviravolta está mais no “porquê” do que no “quem”, seguindo uma lógica semelhante à da franquia Pânico. E aqui mora uma das maiores contradições e descaracterizações da franquia. Ao mesmo tempo em que tenta abraçar toda a mitologia criada anteriormente, o filme opta por um novo caminho ao apresentar um novo antagonista, com motivações questionáveis, e sem o mínimo de coerência com o que foi estabelecido nos dois primeiros filmes.

O roteiro até tenta sustentar esse plot twist, mas ele se mostra frágil e inconsistente. Se a ideia era acabar com a mitologia de Ben Willis — que sempre voltava quase como uma entidade — e transformar o "manto" do Assassino do Gancho em algo transferível de pessoa para pessoa, o filme até faz isso, mas ao mesmo tempo isso soa contraditório, já que o filme não esconde em querer ser uma homenagem a franquia, mas quando lhe convém acaba deixando esse própria mitologia de lado e indo por um outro caminho.

Em resumo, Eu Sei O Que Vocês Fizeram No Verão Passado (2025) é uma clara tentativa do estúdio de reviver uma franquia que já foi ressuscitada três vezes sem sucesso, tentando seguir os moldes de Pânico. O problema é que, quando se parte de uma mitologia frágil e mal desenvolvida, não há material suficiente para construir algo consistente. Resta apenas recorrer ao passado e tentar reproduzir um modelo que já deu certo antes. Mas, ao fazer isso com ares de homenagem, recriando a mesma história e trazendo personagens antigos sem propósito claro, o que deveria ser uma carta de amor à franquia acaba soando como um caça-níquel — e, no fim, nem mesmo o filme parece saber se é um reboot, uma sequência ou o começo de uma nova saga.
Gab
Gab

3 seguidores 66 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 10 de julho de 2025
terror faforento bem divertido e sangrento, uma boa diversao para se divertir, e bem bacaninha!!!!!.
Jhefer$on
Jhefer$on

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 29 de agosto de 2025
Só não digo que é horrível porque me surpreendeu em uma ou outra parte.

Mas achei o filme extremamente genérico, forçado e mal desenvolvido.
Nelson J
Nelson J

51.021 seguidores 1.973 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 23 de julho de 2025
Filme segue a ideia original e interessante do original. Cenas forte e mistério garantido até o final. Vale a pena.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.168 seguidores 962 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 21 de julho de 2025
Nostalgia boa, em um roteiro coerente em continuidade que não deixa a desejar e nem tenta ser um remake qualquer. É bem estruturado e para os fãs, um ótimo filme.
Thiago Petherson
Thiago Petherson

166 seguidores 255 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de fevereiro de 2026
"Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado" retorna com seus clichês característicos e, dessa vez, isso não é um ponto negativo. Pelo contrário, é justamente o que os fãs saudosistas esperam de franquias que ressurgem após tanto tempo.

Os clichês persistem, assim como os personagens figurantes que surgem rapidamente apenas para morrer, um recurso duvidoso. O filme também mantém a pegada cômica, que pessoalmente não me agrada, mas que faz parte da identidade da saga e não tinha porque ser alterada.

No geral, a obra mantém sua essência, sem tentar se moldar às tendências atuais para conquistar um público novo a qualquer custo. Ele parece como uma obra feita de forma nostálgica, mais voltada aos antigos fãs do que para novos espectadores. As referências são muitas e acabam sendo um ótimo passatempo para quem acompanha a franquia desde os primeiros filmes.

Claro, existem defeitos, assim como nos filmes originais, mas nada que comprometa. Pelo contrário: mesmo com falhas, o longa se mantém a originalidade e entrega uma diversão (mais que suspense). Confesso que o plot final me pegou de surpresa.

Quando vamos avaliar um filme, temos que pensar na proposta, público alvo, gênero, sequência, narrativa, coesão, etc... Esse filme aqui, apesar de não ser um fenômeno, entrega tudo isso. Quem não assistiu os primeiros filmes, talvez ache esse filme péssimo. Mas aposto que os saudosistas saíram pelo menos com um mínimo de satisfação.
Carlos Taiti Yaguinuma
Carlos Taiti Yaguinuma

64 seguidores 562 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de setembro de 2025
Filme: Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado Assistido: 16-9-25
Elenco: @madelyncline @jenniferlovehewitt @chasesuiwonders @tyriqwithers @sarah_pidgeon @gabbriette @realfreddieprinze @austinnichols @johnhauerking
Modelo: #suspense #terror
Duração: 1h 51m Ano: 2025
Minha opinião: Temos aqui mais um dos filmes de terror da década de 90 que esta de volta. Parece um remaker, porem é uma continuação, depois de quase 30 anos. E ver novamente juntos Julie (Jennifer Hewitt) e Ray (Freddie Prinze) ´foi uma boa #nostagial E claro o filme traz uma nova trupe de jovens Ava (Wonders), Danica (Cline), Teddy (Whithers), Milo (King) E Stevie (Pidgeon). Filmes como este que são parecidos com Pânico, Lenda Urbana,.... o assassino pode ser qualquer um. Por isso quando começamos a assistir já começamos a matutar quem pode ser? no singular ou plural. MAs uma coisa vou te dizer, vai surpreender quem é o assassino chefe. Pena que a forma de como ele foi revelado, não utilizaram de mais criatividade para criar suspense. Quando você começa a assistir, você pensa que é um remake, depois que aparece Julie e Ray, aí percebe que é uma continuação do filme de 1997 e 1998. Pois temos também o de 2006 e 2021. Então é o 5º filme desta série. Depois da morte do desconhecido 1 ano, aparece os dizeres: “Eu Sei o Que Vocês Fizeram no Verão Passado” e assim dando ínicio a série de crimes. Para no final descobrir que o assassinos são Stevie e Ray. Isso mesmo RAy! motivo, apagam o passado dos acontecidos e ele queria ressuscitar (kkk).
Vale apena assistir? A melhor parte foi a nostalgia de Hewitt e Prinze novamente juntos. Susto nem tanto. Este grupo não supera o grupo de 1997.
Nota: 6 pela nostalgia.
Gabriela Santos
Gabriela Santos

23 seguidores 416 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 15 de setembro de 2025
Essa franquia não é, nem de longe, uma das minhas favoritas do gênero. Então, assisti sem criar grandes expectativas. Não entrega mais ou algo diferente dos seus antecessores. É divertido e o final me surpreendeu (não acertei a identidade do mascarado), então, valeu a assistida.
Robert Silva
Robert Silva

1 crítica Seguir usuário

0,5
Enviada em 28 de agosto de 2025
Que filme lixo..nao chega aos pés do filme de 1997...atores fracos, horrorosos e para piorar a tal da lacração...enfim nota zero com muito prazer
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