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Ric Brandes
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4,5
Enviada em 4 de novembro de 2015
Baseado na trilogia de ficção do escritor americano James Dashner, o primeiro filme estreou em 2014 sem muitas pretensões, e era tido como uma “imitação” das distopias Jogos Vorazes e Divergente. Mas logo na estréia, a produção teve grande êxito de público e crítica e alcançou seu espaço ao sol. Tanto que a seqüência foi produzida rapidamente, e chega aos cinemas um ano depois para seguir a trilha desse grande sucesso, que traz um elenco de jovens e promissores atores.
Nessa seqüência, o labirinto mortal do primeiro filme é deixado para trás, e novos e incríveis cenários surgem no mundo pós apocalíptico. Grupos e organizações em luta pelo poder, batalhas intensas, jovens tentando achar o seu lugar nesse mundo arrasado e um vírus mortal ameaçando devastar o que restou da humanidade. Nesse enredo caótico, muitas surpresas e mistérios se apresentam aos espectadores.
Combates, perigos e muita aventura fazem parte da história, que cresceu muito em qualidade em relação ao primeiro filme de 2014. Direcionado para o público jovem e também adulto, o filme traz efeitos especiais surpreendentes, fotografia marcante e uma mistura de gêneros em cena com suspense, terror e aventura, com momentos de pânico de morder as unhas na platéia.
Ao final da nossa sessão, depois de mais de duas horas de tiros, sustos e muita correria em cena, a platéia aplaudiu o filme. E nós saímos felizes e realizados em assistir mais este sucesso nos cinemas aqui em Blumenau!
Ah, o terceiro filme já está em fase de produção, e a vingança será o tema central da história. Assista a saga Maze Runner e saiba o porquê!
P.s. Maze Runner: prova de fogo tem exibição em 2D e 3D, dublado e legendado, mas optamos pelo 2D tradicional, pois no cinema que visitamos aqui em Blumenau, o 3D não estava funcionando.
Um ótimo filme apocalipse. Uma história convincente, um bom enredo, e excelentes cenários e direção. Uma surpresa em um festival de filmes ruins no momento. O elenco continua dando conta do recado. Muita ação, suspense, luta e continua a correria do primeiro filme. Aproveita um pouco da onda zumbi e deixa espaço para continuação. Vale a pena, mesmo.
Baseado na trilogia de ficção do escritor americano James Dashner, o primeiro filme estreou em 2014 sem muitas pretensões, e era tido como uma “imitação” das distopias Jogos Vorazes e Divergente. Mas logo na estréia, a produção teve grande êxito de público e crítica e alcançou seu espaço ao sol. Tanto que a seqüência foi produzida rapidamente, e chega aos cinemas um ano depois para seguir a trilha desse grande sucesso, que traz um elenco de jovens e promissores atores.
Nessa seqüência, o labirinto mortal do primeiro filme é deixado para trás, e novos e incríveis cenários surgem no mundo pós apocalíptico. Grupos e organizações em luta pelo poder, batalhas intensas, jovens tentando achar o seu lugar nesse mundo arrasado e um vírus mortal ameaçando devastar o que restou da humanidade. Nesse enredo caótico, muitas surpresas e mistérios se apresentam aos espectadores.
Combates, perigos e muita aventura fazem parte da história, que cresceu muito em qualidade em relação ao primeiro filme de 2014. Direcionado para o público jovem e também adulto, o filme traz efeitos especiais surpreendentes, fotografia marcante e uma mistura de gêneros em cena com suspense, terror e aventura, com momentos de pânico de morder as unhas na platéia.
Ao final da nossa sessão, depois de mais de duas horas de tiros, sustos e muita correria em cena, a platéia aplaudiu o filme. E nós saímos felizes e realizados em assistir mais este sucesso nos cinemas aqui em Blumenau!
Ah, o terceiro filme já está em fase de produção, e a vingança será o tema central da história. Assista a saga Maze Runner e saiba o porquê!
P.s. Maze Runner: prova de fogo tem exibição em 2D e 3D, dublado e legendado, mas optamos pelo 2D tradicional, pois no cinema que visitamos aqui em Blumenau, o 3D não estava funcionando.
Quando o diretor Wes Ball trouxe ao mundo a adaptação do livro de James Dashner, imaginava-se mais um título proveniente da literatura infanto juvenil sem grandes atrativos. Mas o que se viu em Maze Runner - Correr ou Morrer era um filme enérgico, divertido e com bons momentos de tensão, inclusive deixando margem e ansiedade por sua continuação.
Agora em MAZE RUNNER - PROVA DE FOGO continuamos a saga de Thomas e seus amigos após a fuga do famigerado labirinto do primeiro filme. Neste Prova de Fogo a turma se depara com experimentos obscuros cujo propósito é, supostamente, encontrar a cura para o destrutivo Fulgor, uma espécie de vírus capaz de transformar os humanos em algo parecido com zumbis de grande agilidade e com único objetivo de atacar. Ao identificar como os experimentos são realizados Thomas lidera seu grupo em uma fuga pelo deserto apocalíptico que rodeia o mundo de Maze runner.
A agilidade do roteiro é proposital para aproveitar o orçamento nitidamente maior do que o filme anterior, permitindo criar situações nas quais a tensão e a ação funcionam juntas para compor cenas bem interessantes. O mundo destruído tem seu charme, pois a correria nas situações de fuga, sejam de ações da natureza, dos infectados ou mesmo de seus algozes rendem ótimas sequências, o que prova a atenção do diretor à cartilha de filmes do gênero.
O ótimo elenco de desconhecidos ajuda a ampliar a atratividade pelo filme, principalmente pelo líder Thomas (Dylan O'Brien), que possui um gama de características que permeiam seu altruísmo, fazendo-o funcionar muito bem graças a competência do ator.
Tirando proveito dos melhores recursos financeiros, a produção de MAZE RUNNER - PROVA DE FOGO nos presenteou com um filme ágil, funcional e com sequências de ação e tensão dignas de nota. Efeitos visuais caprichados, locações diversificadas mas sempre com tom pós-apocalíptico e uma turma que possui ótimos traços de personalidade resultam na ansiedade por uma conclusão mais sombria e nos moldes fantásticos dos dois capítulos já lançados.
Destaque do elenco feminino fica por conta da personagem Tereza que no final da trama surpreendeu. No elenco masculino destaque fica por conta do personagem Thomas que tem que provar a existência do Mão Direita e ao mesmo tempo ganhar a confiança dos amigos que e capaz de ser um líder nato. E o Thomas tem forte ligamento com exército da Cruel com indicio que carrega em seu corpo um antídoto para vírus que transforma os seres humanos em zumbi. Thomas passa por cada situação de resistência no quatro ato de sobrevivência para no final ser herói mencionado na página do livro Maze Runner.
Não tenho um mínimo de entendimento sobre os livros, mas achei o filme muito bom, esse apocalítico, mesmo batido para quem gosta de ação é adrenalina.. Após um primeiro e muito bom filme, chegou a vez de ver a continuação, e olha ficou muito bom também. Recomendo.
Não tenho um mínimo de entendimento sobre os livros, mas as adaptações deste Maze Runner está muito bom. Após um primeiro e muito bom filme, chegou a vez de ver a continuação, e olha ficou muito bom também superando seu antecessor. Comparo "Prova de Fogo" como uma verdadeira maratona da são silvestre, pois é uma correria sem fim esse filme, e isso é ótimo por que ele lhe impõem uma adrenalina de tirar o folego. Recomendo.
Confesso que ao assistir o primeiro filme, não fiquei tão impressionado mas gostei. quanto a esta continuação engrenada, muitos paradigmas se quebraram. Talvez se não tivessem tantos derivados de ficções futuristas teen, valorizaríamos mais, tais conteúdos. Porquanto hei de confessar que com uma produção mais caprichada, efeitos de ponta, fotografia excelente, atuações mais seguras e um roteiro interessante, que combina perfeitamente com as cenas de ação eletrizantes; este Prova de Fogo, oferece para o espectador todos os ingredientes para o entretenimento e diversão de qualidade. Muito mais caro do que o filme anterior, a direção de Ball acerta em cheio o anseio de quem busca um filme que supera o piloto. Confira.
Que bom que fui no cinema não esperando muita coisa, porque o filme é muito bom. tudo funciona, os atores, a direção, a trilha sonora, a ação, os vilões e a forma como um filme que não termina é narrado. Grata surpresa da temporada, vale a pena assistir. Fica um destaque final para a atriz Rosa Salazar (Brenda), que está excelente no papel.
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