Maze Runner: Prova de Fogo
Média
4,3
3898 notas

188 Críticas do usuário

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Tati A.
Tati A.

11 seguidores 1 crítica Seguir usuário

2,0
Enviada em 7 de outubro de 2015
Decepcionada... O primeiro foi muito intenso e envolvente, enquanto esse foi uma confusão de informações sem explicar nada...
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Nem de longe lembra o primeiro (correr ou morrer). Cansativo, arrastado e muito chato. A introdução de zumbis na trama terminou de acabar com o filme. Embora tenha uma alta produção com cenários gráficos, o roteiro deixou muito a desejar. De um ótimo filme de 2014, chega esse decaindo muito do seu sucessor. Esperamos que ainda haja tempo Cura Mortal (2017) seja resgatado a tempo de ser um bom filme.
B.Boy Jc
B.Boy Jc

2.969 seguidores 762 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 22 de novembro de 2015
Muito inferior ao primeiro filme, não me empolgou, nem fiquei com expectativa para o 3 filme
Alvaro S.
Alvaro S.

2.259 seguidores 349 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 15 de dezembro de 2015
O que o primeiro tinha de interessante, este tem de cansativo e inóspito.
Sério, achei muito inferior ao primeiro filme, em todos os sentidos, do roteiro que achei preguiço ao oferecer situações forçadas e mal amarradas, à direção automática e no meio um elenco tentando trazer um pouco de credibilidade a obra.
Vai do nada para lugar nenhum. Uma pena.
Curiosidade. A última parte estreia em fevereiro de 2017.
Nota do público: 6.5 (IMDB)
Nota dos críticos: 49%(Rotten Tomatoes)
Bilheterias
EUA - $81 milhões
Mundo - $311 milhões
Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
Victor Hugo P.
Victor Hugo P.

30 seguidores 3 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 3 de dezembro de 2015
Essa sequencia é pior do que o 1º filme. Simplesmente o personagem principal tem atuações exageradas, às vezes parece que o mesmo está acabando de entrar na adolescência de tão tosca que é suas reações de desespero. O começo é um tanto legal pois desperta o interesse spoiler: por causa da fuga
, mas depois foram chatices atrás de chatices. Os integrantes vão spoiler: morrendo e
para cada obstáculo encontrado spoiler: acontece uma nova fuga
, até que quando não há mais jeito para spoiler: fugas
, o inimigo spoiler: aparece
, spoiler: destrói
todo o local, um spoiler: milagre
afugenta o spoiler: inimigo
e o spoiler: líder
do grupo sem recurso algum deseja spoiler: vingança
. Oi? Não tenho pretensão de assistir o 3º filme pois o desenvolvimento da história foi tão mal-aproveitado que o fato spoiler: morrendo e 0
e não ter tentado qualquer ação que mudasse bruscamente a história faz com que o telespectador sai da sala do cinema com a expressão "porque você tentaria matar alguém que te perseguiu o filme todo e resolveu ter pena e te poupou"?
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de setembro de 2015
A continuação da adaptação literária de James Dashner está de volta a telona com "Mazer Runner - Prova de Fogo". A segunda parte do longa continua sobre a direção de Wes ball (Maze Runner - Correr ou Morrer) que tem em sua premissa básica, o agrupamento dos adolescentes imunes a um vírus que dizimou a humanidade, estes adolescentes são cobaias dos experimentos da organização CRUEL, que na primeira parte os jogou em um labirinto. Prova de Fogo, realmente, é um filme para a geração dos millennials que se identificam com essa enxurrada de produções baseadas em best sellers, e tem em seu foco narrativo as analogias referentes a essa fase de transformações e decisões, como o contato com novas amizades, retratado na cena do refeitório, onde a afinidade fala mais alto, o desejo de experimentar algo novo, cena da festa psicodélica, ou a própria vocação em viver "correndo", conceito presente no grupo de Thomas (Dylan O'Brien) , Minho (Ki Hong Lee), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e Teresa (Kaya Scodelario). Ball transformou essa continuação em um mar de referências a outras obras, vemos muito de Extermínio, de Danny Boyle, com Mad Max e até mesmo The Walking Dead ou Jogos Vorazes. A produção deixa a desejar com efeitos de explosões alá Power Ranges e com diálogos rasos e desenvolvimento capenga dos antagonistas, como Teresa e Jason (Aidan Gillen), assim como a motivação dos personagens novos, como Jorge (Giancarlo Esposito), o Gus de Breaking Bad, a própria atuação de Dylan O' Brien é pouco convincente, o personagem se mostra, literalmente, um típico jovem perdido em suas decisões, peso do roteiro mal elaborado de T.S. Nowlin. A produção também teve os seus acertos com uma bela fotografia de Gyula Pados e uma trilha sonora que te faz sentir uma certa adrenalina. O conjunto da obra deixa a desejar e pode ser considerado bem mais fraco que o primeiro filme.
NICOLLASLINSOFC
NICOLLASLINSOFC

3 seguidores 31 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 23 de abril de 2024
Após assistir ao primeiro filme da trilogia Maze Runner, fiquei completamente encantado. Achei a ideia genial, criativa e maravilhosa. Foi uma experiência incrível. Cheguei até a elogiar o diretor, reconhecendo-o como um talento excepcional. Estava ansioso pelas continuações, imaginando uma jornada emocionante por vários outros labirintos, o que prometia ser incrível. No entanto, fui profundamente decepcionado. spoiler: segundo filme mudou completamente a premissa original. O labirinto, que era o cerne do primeiro filme, desapareceu, deixando um vazio na trama. O que era para ser uma continuação empolgante transformou-se em um enredo genérico de apocalipse zumbi, lembrando mais a série "Walking Dead" do que a história original. Essa mudança radical de direção tornou o segundo filme estranho e desconexo em relação ao primeiro.
Foi uma das experiências cinematográficas mais decepcionantes que já tive. Nem mesmo consegui assistir o filme todo. A trilogia perdeu completamente sua criatividade e charme, deixando um gosto amargo de desperdício de potencial.
Nickolas O.
Nickolas O.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2015
O primeiro foi ótimo e o segundo não acompanhou o ritmo, entre correrias e encontros com pessoas. pelo deserto uma das raras cenas que chamam atenção são os zumbis, mas eles não são um problema maior na trama, fora isso todo o resto é meio vago e no fim uma reviravolta que ao menos te conforma a assistir o fim da trilogia após ter chegado a esse ponto.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Quando Maze Runner estreou no ano passado, não houve tanta badalação como aconteceu com outras adaptações literárias adolescentes, como "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas o filme alcançou um surpreendente sucesso de público e crítica ao apresentar uma história de ficção científica jovem e dinâmica de sobrevivência, com muito mistério e suspense sem apelar para o tentador romantismo desta faixa etária. Recomendo que quem ainda não viu, assista, mas de toda forma aqui vai uma breve sinopse para que possamos nos situar na análise que segue: Thomas (Dylan O'Brien) acorda em um vilarejo onde vivem apenas garotos. Mesmo com sua memória apagada, ele logo descobre que o lugar é na verdade um labirinto e que todos os dias uma equipe de garotos, os "runners" saem para mapear a região, na esperança de conseguirem escapar um dia, ou conhecer os perigos que existem lá fora. Então o valente Thomas se une ao grupo e após a chegada de uma misteriosa garota eles conseguem escapar, descobrindo que uma organização conhecida como C.R.U.E.L. está por trás de tudo aquilo. A história é baseada no primeiro livro da trilogia escrita por James Dashner e foi um frescor para o gênero na época de seu lançamento, com um roteiro bem desenvolvido e efeitos visuais muito caprichados.

A sequencia de Maze Runner será chamada por aqui de "Prova de Fogo" e mantém a mesma equipe que deu certo no primeiro filme. Na direção, volta o novato Wes Ball e com ele, um dos roteiristas que adaptaram o primeiro filme, T.S. Nowlin. Nesta etapa da história, Thomas e seus amigos, Minho (Ki Hong Lee), Teresa (Kaya Scodelario, que é filha de mãe brasileira), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e os outros escaparam do labirinto e se depararam com um outro universo, um lugar desolado e sem esperança, onde a doença já debilitou a maior parte da população. Na busca de pistas para encontrar e acabar com a poderosa organização C.R.U.E.L., eles enfrentam vários obstáculos, conhecem novos aliados e inimigos e muitas revelações os aguardam. Juntam-se ao elenco bons nomes como Aidan Gillen (Game of Thrones) e Giancarlo Esposito (Breaking Bad).

Além de obviamente ser uma sequência, Maze Runner: Prova de Fogo é um filme de transição. O principal elemento original da franquia, o labirinto, não está mais presente e ao mesmo tempo que a produção pode explorar um universo muito mais amplo de possibilidades, surge a pressão de se fazer algo maior e melhor. Vamos tomar como exemplo a franquia Jurassic Park. O primeiro filme tem um tom sombrio e de realismo, flertando muito próximo de ser um filme de suspense/terror. O segundo filme bem que tentou manter o mesmo tom, mas na sua parte final - em uma decisão contestada de mostrar o T-Rex à solta pela cidade - acabou entrando, mesmo sem querer, em um campo de maior descontração, proporcionando algumas cenas bem bizarras. Restou no terceiro filme a escolha de um elenco mais acostumado a filmes leves e cômicos (como William H. Macy, Téa Leoni e até Sam Neill está bem mais descontraído...). Não foi por acaso que Spielberg se retirou da sequência, deixando-a nas mãos de Joe Johnston e do roteirista Alexander Payne. Contei esse exemplo para ilustrar que Maze Runner 2 sofre também uma grande transição inevitável, como veremos adiante.

Maze Runner 2 tem cenas de ação muito mais elaboradas e de qualidade que o primeiro, mas mantém o ritmo ágil que marcou seu antecessor e é trabalho de outra direção segura de Wes Ball. Também é um episódio que abandona boa parte do mistério e parte para explorar novos cenários, com muito mais violência e personagens de caráter ambíguo. Fica difícil confiar em alguém, mesmo que se apresente como um grande aliado. E Thomas sabe muito bem disso, em outra boa interpretação por parte de Dylan O'Brien. Mas mesmo toda essa ação, demonstrada através de sequências e cenas de alta qualidade e violência, não são suficientes para encobrir o principal problema do filme: o desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A história acaba indo rumo ao clichê e saídas fáceis, como o surgimento de uma doença que aniquilou grande parte da população, transformando muitos dos sobreviventes em uma espécie de "zumbi". Se o primeiro filme se destacou pela sensação de claustrofobia e mistério, esta parte faz mais "jus" ao nome da franquia e foca muito mais na ideia de "correr ou morrer" (e como corre!). Já que o filme é longo (2 hs e 11 min) e no desenvolvimento do roteiro por vezes parece que não vai chegar a lugar algum, falta despertar mais a emoção no espectador, além daquele momento de clímax, que os filmes de ação e aventura costumam ter, já que a grande revelação ocorre bem tarde. Aliás, as revelações ao longo do filme são previsíveis e acabam diminuindo significativamente seu impacto.

O saldo final é que Maze Runner 2 é um filme visualmente muito bem caprichado. Ás vezes sombrio, violento e com um cenário muito maior e devastado, mas que acabou ampliando os problemas do filme na mesma proporção. Infelizmente, chega a um ponto onde o espectador para de contar as situações derivadas de outros filmes do gênero, porque elas acabam tirando o foco da história e estragando a experiência. A sensação que fica é que caso esta sequência mantivesse a mesma qualidade do seu antecessor, poderia chegar ao mesmo patamar das badaladas séries "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas com este capítulo que pouco agregou, a franquia permanece à sombra das duas. Certamente é um filme imperdível para os fãs, que ficarão ainda mais ansiosos pelo capítulo final, previsto para 2017, mas é um tanto confuso e desinteressante para o público geral.
André B.
André B.

8 seguidores 20 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 20 de setembro de 2015
Elenco muito bom, uma produção fenomenal com vários efeitos especiais porém o roteiro ficou as vezes meio sem cabimento no discernimento do filme e o final ficou um pouco ruim.
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