Maze Runner: Prova de Fogo
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4,3
3895 notas

188 Críticas do usuário

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Mariana B.
Mariana B.

4 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 25 de maio de 2016
Esse filme é tão ruim que chega dar raiva de uma história sem pé nem cabeça dessas.... Simplesmente fraco .não sei se valeu a pena...sem mais..horrível AFF.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 22 de maio de 2016
Um filme de seção da tarde, vendo com o filho cenas de ação, pois que é bom, não tem ou seja engajamento muito pouco e atauções ruins apesar do bom protagonista e promissor que é!!
WillnoxBR
WillnoxBR

4 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Filme muito bom, vale a pena conferir,pena que o próximo só sai em 2017.vamos q vamos spoiler:
a vida e bela
João C.
João C.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 14 de fevereiro de 2016
O elenco e a produção do filme é MUITO BOA! Os efeitos, o cenário, a edição, TUDO. Porém, a história/roteiro dessa sequência cinematográfica me deixou um pouco frustrado. Esperava mais, principalmente no contexto final.
Brant
Brant

8 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 13 de fevereiro de 2016
Muito boa as cenas de ação, continuação ficou interessante, mas acho que não tinha necessidade de mais um filme de zumbi nesse mundo.
Jackson A L
Jackson A L

13.705 seguidores 1.245 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 8 de fevereiro de 2016
Nem de longe lembra o primeiro (correr ou morrer). Cansativo, arrastado e muito chato. A introdução de zumbis na trama terminou de acabar com o filme. Embora tenha uma alta produção com cenários gráficos, o roteiro deixou muito a desejar. De um ótimo filme de 2014, chega esse decaindo muito do seu sucessor. Esperamos que ainda haja tempo Cura Mortal (2017) seja resgatado a tempo de ser um bom filme.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Quando Maze Runner estreou no ano passado, não houve tanta badalação como aconteceu com outras adaptações literárias adolescentes, como "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas o filme alcançou um surpreendente sucesso de público e crítica ao apresentar uma história de ficção científica jovem e dinâmica de sobrevivência, com muito mistério e suspense sem apelar para o tentador romantismo desta faixa etária. Recomendo que quem ainda não viu, assista, mas de toda forma aqui vai uma breve sinopse para que possamos nos situar na análise que segue: Thomas (Dylan O'Brien) acorda em um vilarejo onde vivem apenas garotos. Mesmo com sua memória apagada, ele logo descobre que o lugar é na verdade um labirinto e que todos os dias uma equipe de garotos, os "runners" saem para mapear a região, na esperança de conseguirem escapar um dia, ou conhecer os perigos que existem lá fora. Então o valente Thomas se une ao grupo e após a chegada de uma misteriosa garota eles conseguem escapar, descobrindo que uma organização conhecida como C.R.U.E.L. está por trás de tudo aquilo. A história é baseada no primeiro livro da trilogia escrita por James Dashner e foi um frescor para o gênero na época de seu lançamento, com um roteiro bem desenvolvido e efeitos visuais muito caprichados.

A sequencia de Maze Runner será chamada por aqui de "Prova de Fogo" e mantém a mesma equipe que deu certo no primeiro filme. Na direção, volta o novato Wes Ball e com ele, um dos roteiristas que adaptaram o primeiro filme, T.S. Nowlin. Nesta etapa da história, Thomas e seus amigos, Minho (Ki Hong Lee), Teresa (Kaya Scodelario, que é filha de mãe brasileira), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e os outros escaparam do labirinto e se depararam com um outro universo, um lugar desolado e sem esperança, onde a doença já debilitou a maior parte da população. Na busca de pistas para encontrar e acabar com a poderosa organização C.R.U.E.L., eles enfrentam vários obstáculos, conhecem novos aliados e inimigos e muitas revelações os aguardam. Juntam-se ao elenco bons nomes como Aidan Gillen (Game of Thrones) e Giancarlo Esposito (Breaking Bad).

Além de obviamente ser uma sequência, Maze Runner: Prova de Fogo é um filme de transição. O principal elemento original da franquia, o labirinto, não está mais presente e ao mesmo tempo que a produção pode explorar um universo muito mais amplo de possibilidades, surge a pressão de se fazer algo maior e melhor. Vamos tomar como exemplo a franquia Jurassic Park. O primeiro filme tem um tom sombrio e de realismo, flertando muito próximo de ser um filme de suspense/terror. O segundo filme bem que tentou manter o mesmo tom, mas na sua parte final - em uma decisão contestada de mostrar o T-Rex à solta pela cidade - acabou entrando, mesmo sem querer, em um campo de maior descontração, proporcionando algumas cenas bem bizarras. Restou no terceiro filme a escolha de um elenco mais acostumado a filmes leves e cômicos (como William H. Macy, Téa Leoni e até Sam Neill está bem mais descontraído...). Não foi por acaso que Spielberg se retirou da sequência, deixando-a nas mãos de Joe Johnston e do roteirista Alexander Payne. Contei esse exemplo para ilustrar que Maze Runner 2 sofre também uma grande transição inevitável, como veremos adiante.

Maze Runner 2 tem cenas de ação muito mais elaboradas e de qualidade que o primeiro, mas mantém o ritmo ágil que marcou seu antecessor e é trabalho de outra direção segura de Wes Ball. Também é um episódio que abandona boa parte do mistério e parte para explorar novos cenários, com muito mais violência e personagens de caráter ambíguo. Fica difícil confiar em alguém, mesmo que se apresente como um grande aliado. E Thomas sabe muito bem disso, em outra boa interpretação por parte de Dylan O'Brien. Mas mesmo toda essa ação, demonstrada através de sequências e cenas de alta qualidade e violência, não são suficientes para encobrir o principal problema do filme: o desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A história acaba indo rumo ao clichê e saídas fáceis, como o surgimento de uma doença que aniquilou grande parte da população, transformando muitos dos sobreviventes em uma espécie de "zumbi". Se o primeiro filme se destacou pela sensação de claustrofobia e mistério, esta parte faz mais "jus" ao nome da franquia e foca muito mais na ideia de "correr ou morrer" (e como corre!). Já que o filme é longo (2 hs e 11 min) e no desenvolvimento do roteiro por vezes parece que não vai chegar a lugar algum, falta despertar mais a emoção no espectador, além daquele momento de clímax, que os filmes de ação e aventura costumam ter, já que a grande revelação ocorre bem tarde. Aliás, as revelações ao longo do filme são previsíveis e acabam diminuindo significativamente seu impacto.

O saldo final é que Maze Runner 2 é um filme visualmente muito bem caprichado. Ás vezes sombrio, violento e com um cenário muito maior e devastado, mas que acabou ampliando os problemas do filme na mesma proporção. Infelizmente, chega a um ponto onde o espectador para de contar as situações derivadas de outros filmes do gênero, porque elas acabam tirando o foco da história e estragando a experiência. A sensação que fica é que caso esta sequência mantivesse a mesma qualidade do seu antecessor, poderia chegar ao mesmo patamar das badaladas séries "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas com este capítulo que pouco agregou, a franquia permanece à sombra das duas. Certamente é um filme imperdível para os fãs, que ficarão ainda mais ansiosos pelo capítulo final, previsto para 2017, mas é um tanto confuso e desinteressante para o público geral.
Rafah F.
Rafah F.

44 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
Filme simplesmente foda. Conseguiu ser melhor que o primeiro. Fico ansiosamente na espera do "A Cura Mortal'...
anônimo
Um visitante
3,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
Eis que ano passado eu vi sem intenção alguma o Correr ou Morrer (queria ver outro, mas os ingressos já estavam esgotados, aí foi a opção pra não perder a viagem) e digamos que pelo fato de nem saber do que era o filme fui surpreendido positivamente. Dessa vez, tentei fazer o mesmo: esquivei-me de trailers, não fui atrás de livros e etc... e bom, medianamente deu certo.
Mediano é um termo bom pro segundo filme da franquia, sei lá, gostei mais do primeiro, de longe!!! Então, como todo segundo filme a história fica naquele meio termo de continuar algo e dar sequência sem fechar nenhum arco, mas sabemos que no terceiro provavelmente toda a história do segundo não terá servido de nada! ahahaha...
Os plot twists que resolveram fazer estavam na cara, não sei não, muito fácil de ver pra onde a história ia ir e tals... e como comentado ao final de filme: porra, já vi esses "zumbis" sendo os "vampiros" do Eu Sou a Lenda!!! e a tal da Teresa não tava na saga Crepúsculo? :)
Então, tirando a sensação de claustrofobia de algumas cenas, de um ou outro cagaço sofrido e aquela sensação de "hey, que cena arrastada" esperamos o terceiro filme e que não seja dividido o filme 3 em duas partes como seus primos mais famosos Jogos Vorazes e Divergente. Oremos!!!
Cranks, cranks por todos os lados!
Peter B.
Peter B.

87 seguidores 127 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 11 de janeiro de 2016
Mais ação que o primeiro , Mais emoção que o primeiro. Tudo bem que as vezes parece The Walking Dead. Mas nem liguei. Gostei do filme.
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