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Iago B.
5 críticas
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3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2017
o filme continua bem dinâmico , com senas de ação espetaculares, cenários bem mais diversificados que o primeiro filme. MAZE RUNNER: PROVA DE FOGO é uma otina pedida para quem gosta de ação constante muito parecido com Jogos Vorazes e Divergentes
O primeiro foi top, este melhorou muito, esperando o próximo, pois as histórias são boas cada personagem fazendo um papel perfeito tira até o fôlego as cenas de ação.
Em meu modo de ver, simplesmente a mais nova e melhor sequencia de filmes da atualidade, historia, ação, suspense, tudo em um filme. Dificil ainda dizer se o primeiro ou segundo filme é o melhor. Posso dizer q recomendo claramente a todos.
"..... É hora de começar a fase dois!"..... Até arrepia! Eis a continuação da saga Maze Runner e quando achei que eles não poderiam melhorar, logo de cara é apresentado uma nova ameaça: ZUMBIS!!!!! Quase tive um treco de tanta emoção! Primeiro um labirinto com perigos mortais e agora desmortos! Fodástico! Se no antecessor os mistérios enchiam nossa curiosidade, neste temos mais respostas, mas isso não quer dizer que tais respostas acabem com o suspense. Não, não acaba, mas fica em segundo plano, deixando a ação prevalecer. E digo, se eu fosse coadjuvante nesta película, mesmo que eu "morresse" logo, eu emagreceria uns 20 quilos. Como o elenco corre! A cada 5 minutos de "descanso", correm 25, digamos assim. Novamente Wes Ball na direção e nesta continuação, ele volta a caprichar na Fotografia de um mundo destruído, capricha nas aventuras mortais da turma do Thomas, cria ambientes hostis mas, falha em seu roteiro. Temos duas situações em que os jovens corredores são colocados que é de se pensar: "agora fod#*!", e para não se complicar, Ball apenas resolve não mostrar como eles se safam, apenas se safam (ponto negativo). Os diálogos também são mais fracos em seu início e a situação de desconfiança é muito rápida (poderiam ter prologado um pouco mais em minha opinião). O que achei engraçado é que, desde o primeiro longa, em uma sociedade só de jovens másculos, não ter UM só que ronca a noite (.....em defesa dos "roncadores".....). Os "Cranks" são os defuntos que andam mas, assim como o título do filme, eles correm! A pior espécime de zumbis (estes são resultado de um vírus chamado Fulgor). Aqui percebi que tais seres são mais ligeiros que os humanos, então em uma perseguição..... Buenos, mas os mortos-vivos estão muito bem criados e são a lá Resident Evil (av marys). Os personagens continuam espetaculares (com os mesmos atores) e Thomas se desenvolve como um líder nato: inteligente, caridoso, amigo, corajoso, incansável, bola os melhores planos, corre como ninguém e jamais deixa alguém para trás (mesmo que a pessoa em questão já tenha a morte certa, ele prefere arriscar a própria vida para acompanhar o moribundo). E assim como antes, a cada corrida, uma surpresa e nunca das boas.....tem uma cena do deserto, da onde de longe se escuta um tiro que.....froid! No desfecho temos uma reviravolta digna de um "modafoca!!!!!". Enfim, não é igual ao espetáculo do Labirinto, mas mantém a mesma pegada de "recuperação de folego" apenas no seu fim e continuamos com a sensação de querer mais. Na sequência prevista para 2018 (devido a um acidente que o ator interprete do Thomas sofreu), tudo indica que é retaliação, entonces, haja coração...
Continuações nem sempre são boas e essa foi uma delas,o primeiro foi muito bom com superações e suspense,mas esse o suspense ficou longe e não me agradou,o líder é o máximo soberano que manda mas não pode fazer e o final a decepção de que haverá continuação.
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