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Ricardo L.
63.294 seguidores
3.227 críticas
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3,0
Enviada em 22 de maio de 2016
Um filme de seção da tarde, vendo com o filho cenas de ação, pois que é bom, não tem ou seja engajamento muito pouco e atauções ruins apesar do bom protagonista e promissor que é!!
Nem de longe lembra o primeiro (correr ou morrer). Cansativo, arrastado e muito chato. A introdução de zumbis na trama terminou de acabar com o filme. Embora tenha uma alta produção com cenários gráficos, o roteiro deixou muito a desejar. De um ótimo filme de 2014, chega esse decaindo muito do seu sucessor. Esperamos que ainda haja tempo Cura Mortal (2017) seja resgatado a tempo de ser um bom filme.
Não tenho um mínimo de entendimento sobre os livros, mas as adaptações deste Maze Runner está muito bom. Após um primeiro e muito bom filme, chegou a vez de ver a continuação, e olha ficou muito bom também superando seu antecessor. Comparo "Prova de Fogo" como uma verdadeira maratona da são silvestre, pois é uma correria sem fim esse filme, e isso é ótimo por que ele lhe impõem uma adrenalina de tirar o folego. Recomendo.
Maze Runner: prova de fogo, é o segundo filme da franquia e aconteceu 1 ano após o primeiro filme. A direção continua com Wes Ball e roteiro fica apenas nas mãos de . Nowlin. A trama segue após dos adolescentes escaparem do labirinto. Thomas (Dylan O'Brien) e os demais encontram uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e a existência de criaturas chamadas Cranks. Em meio disso, os adolescentes percebem que nao podem confiar na organização "Cruel" e passam a procurar um grupo de resistência. Nesse filme, o roteiro apresenta a maiorias das respostas de perguntas feitas no primeiro filme e outras ainda ficam palpáveis para uma eventual continuação que veio anos depois. O longa perde nesse filme o ar de suspense criado no primeiro. O filme continua perdendo na sua falta de profundidade e passa a apostar em conteúdo mais comercial, como cenas de ações. Mais uma vez a parte técnica é um grande destaque do filme, incluindo os efeitos nos "zumbis" e na sua personalidade de correr. Acredito que foram bem aproveitados e renderam bons momentos de cenas de ação. Porém, o filme peca muito em colocar Thomas com o único protagonista, pois ele parece sempre ter as melhores ideias e resolver tudo. O que acaba deixando os demais sobreviventes como secundários e sem acrescentar em nada ( isso foi ainda mais acentuado nesse filme). Mortes de personagens que simplesmente nao fazia falta. Houve inserção de novos personagens como Brenda (Rosa Salazar), que teve muito tempo de tela ao lado de Thomas e acabou retirando praticamente toda a importância ( se é que tinha) da personagem Teresa (Kaya Scodelario), que só foi "importante" nos últimos minutos de tela do filme.
Após escapar do labirinto, Thomas (Dylan O'Brien) e os garotos que o acompanharam em sua fuga da Clareira precisam agora lidar com uma realidade bem diferente: a superfície da Terra foi queimada pelo sol e eles precisam lidar com criaturas disformes chamadas Cranks, que desejam devorá-los vivos.Mesmo nivel do primeiro filme, Historia legal, atuaçoes medianas, Bons efeitos, um bom filme para passatempo. Nota 7.0
Continuações nem sempre são boas e essa foi uma delas,o primeiro foi muito bom com superações e suspense,mas esse o suspense ficou longe e não me agradou,o líder é o máximo soberano que manda mas não pode fazer e o final a decepção de que haverá continuação.
Quando o diretor Wes Ball trouxe ao mundo a adaptação do livro de James Dashner, imaginava-se mais um título proveniente da literatura infanto juvenil sem grandes atrativos. Mas o que se viu em Maze Runner - Correr ou Morrer era um filme enérgico, divertido e com bons momentos de tensão, inclusive deixando margem e ansiedade por sua continuação.
Agora em MAZE RUNNER - PROVA DE FOGO continuamos a saga de Thomas e seus amigos após a fuga do famigerado labirinto do primeiro filme. Neste Prova de Fogo a turma se depara com experimentos obscuros cujo propósito é, supostamente, encontrar a cura para o destrutivo Fulgor, uma espécie de vírus capaz de transformar os humanos em algo parecido com zumbis de grande agilidade e com único objetivo de atacar. Ao identificar como os experimentos são realizados Thomas lidera seu grupo em uma fuga pelo deserto apocalíptico que rodeia o mundo de Maze runner.
A agilidade do roteiro é proposital para aproveitar o orçamento nitidamente maior do que o filme anterior, permitindo criar situações nas quais a tensão e a ação funcionam juntas para compor cenas bem interessantes. O mundo destruído tem seu charme, pois a correria nas situações de fuga, sejam de ações da natureza, dos infectados ou mesmo de seus algozes rendem ótimas sequências, o que prova a atenção do diretor à cartilha de filmes do gênero.
O ótimo elenco de desconhecidos ajuda a ampliar a atratividade pelo filme, principalmente pelo líder Thomas (Dylan O'Brien), que possui um gama de características que permeiam seu altruísmo, fazendo-o funcionar muito bem graças a competência do ator.
Tirando proveito dos melhores recursos financeiros, a produção de MAZE RUNNER - PROVA DE FOGO nos presenteou com um filme ágil, funcional e com sequências de ação e tensão dignas de nota. Efeitos visuais caprichados, locações diversificadas mas sempre com tom pós-apocalíptico e uma turma que possui ótimos traços de personalidade resultam na ansiedade por uma conclusão mais sombria e nos moldes fantásticos dos dois capítulos já lançados.
No nível do primeiro, a correria continua, saiu de Survival para Survival Horror, encheram de zumbis, a entrada dos novos personagens foram bem vistas.
O personagem do Dylan O'Brien segue sendo o personagem motor da série, enquanto que os papeis dos demais personagens no filme anterior passam apenas a ser de suporte, o que é uma pena, não vemos muito de Thomas Sangster, Ki Hong Lee o que mais aparecem são já os personagens do segundo filme mesmo. Essa obra se sustenta muito pelo brilho da primeira, a curiosidade de continuar acompanhando a linha do primeiro filme. Mas esse filme procura ser mais uma explicação do mundo do primeiro filme. Perdeu-se bastante as surpresas, a vibração da fuga de um labirinto (obviamente a fuga continua, mas de um labirinto aberto, o mundo), as imprevisibilidades de Thomas tornam-se bastante tediosas, em muitos momentos. Vamos ver a sequência o que apresentam. Mas o enredo tem que se esforçar um pouco mais e abrilhantar a história desse filme, que promete no início mas entrega uma história moderada, enchendo apenas de novos personagens sem grande relevância. As artes gráficas estão de parabéns obviamente, cenários magníficos.
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