Maze Runner: Prova de Fogo
Média
4,3
3895 notas

188 Críticas do usuário

5
67 críticas
4
42 críticas
3
39 críticas
2
28 críticas
1
5 críticas
0
7 críticas
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 22 de setembro de 2015
No nível do primeiro, a correria continua, saiu de Survival para Survival Horror, encheram de zumbis, a entrada dos novos personagens foram bem vistas.
ldzsantos
ldzsantos

360 seguidores 236 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 21 de junho de 2017
Em meu modo de ver, simplesmente a mais nova e melhor sequencia de filmes da atualidade, historia, ação, suspense, tudo em um filme. Dificil ainda dizer se o primeiro ou segundo filme é o melhor. Posso dizer q recomendo claramente a todos.
Davidson P.
Davidson P.

29 seguidores 46 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de setembro de 2015
Filme muito bom,superou seu antecessor em muitos aspectos, mas o que peca no filme é as cenas frenéticas e ao mesmo tempo em excesso, spoiler: principalmente a cena dos raios antes de encontrarem os refugiados!!
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 7 de dezembro de 2015
Maze Runner: Prova de fogo. Bem melhor que o primeiro filme. É mais suspense e enigmático. Outro apocalíptico, só para variar a safra atual que tem sido lançado nos últimos anos.
Nickolas O.
Nickolas O.

2 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 29 de dezembro de 2015
O primeiro foi ótimo e o segundo não acompanhou o ritmo, entre correrias e encontros com pessoas. pelo deserto uma das raras cenas que chamam atenção são os zumbis, mas eles não são um problema maior na trama, fora isso todo o resto é meio vago e no fim uma reviravolta que ao menos te conforma a assistir o fim da trilogia após ter chegado a esse ponto.
Lúcio T.
Lúcio T.

594 seguidores 242 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de outubro de 2016
"..... É hora de começar a fase dois!"..... Até arrepia! Eis a continuação da saga Maze Runner e quando achei que eles não poderiam melhorar, logo de cara é apresentado uma nova ameaça: ZUMBIS!!!!! Quase tive um treco de tanta emoção! Primeiro um labirinto com perigos mortais e agora desmortos! Fodástico! Se no antecessor os mistérios enchiam nossa curiosidade, neste temos mais respostas, mas isso não quer dizer que tais respostas acabem com o suspense. Não, não acaba, mas fica em segundo plano, deixando a ação prevalecer. E digo, se eu fosse coadjuvante nesta película, mesmo que eu "morresse" logo, eu emagreceria uns 20 quilos. Como o elenco corre! A cada 5 minutos de "descanso", correm 25, digamos assim. Novamente Wes Ball na direção e nesta continuação, ele volta a caprichar na Fotografia de um mundo destruído, capricha nas aventuras mortais da turma do Thomas, cria ambientes hostis mas, falha em seu roteiro. Temos duas situações em que os jovens corredores são colocados que é de se pensar: "agora fod#*!", e para não se complicar, Ball apenas resolve não mostrar como eles se safam, apenas se safam (ponto negativo). Os diálogos também são mais fracos em seu início e a situação de desconfiança é muito rápida (poderiam ter prologado um pouco mais em minha opinião). O que achei engraçado é que, desde o primeiro longa, em uma sociedade só de jovens másculos, não ter UM só que ronca a noite (.....em defesa dos "roncadores".....). Os "Cranks" são os defuntos que andam mas, assim como o título do filme, eles correm! A pior espécime de zumbis (estes são resultado de um vírus chamado Fulgor). Aqui percebi que tais seres são mais ligeiros que os humanos, então em uma perseguição..... Buenos, mas os mortos-vivos estão muito bem criados e são a lá Resident Evil (av marys). Os personagens continuam espetaculares (com os mesmos atores) e Thomas se desenvolve como um líder nato: inteligente, caridoso, amigo, corajoso, incansável, bola os melhores planos, corre como ninguém e jamais deixa alguém para trás (mesmo que a pessoa em questão já tenha a morte certa, ele prefere arriscar a própria vida para acompanhar o moribundo). E assim como antes, a cada corrida, uma surpresa e nunca das boas.....tem uma cena do deserto, da onde de longe se escuta um tiro que.....froid! No desfecho temos uma reviravolta digna de um "modafoca!!!!!". Enfim, não é igual ao espetáculo do Labirinto, mas mantém a mesma pegada de "recuperação de folego" apenas no seu fim e continuamos com a sensação de querer mais. Na sequência prevista para 2018 (devido a um acidente que o ator interprete do Thomas sofreu), tudo indica que é retaliação, entonces, haja coração...
Ryan
Ryan

474 seguidores 337 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 17 de junho de 2018
Apesar de em alguns momentos esse se tornar cansativo, mas enfim, para que gosta de curtir a trilogia, de sentir que o filme não tem fim, é um filme interessante, a história gira novamente, conhecemos novos personagens e os perdemos rapidamente, interessante, mesmo que em muitos momentos sentimos que “já vimos isso antes”.
I don't know .
I don't know .

68 seguidores 112 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de setembro de 2015
No estilo walking dead kkk, aaaa curti demais e essa Tereza aff que sacanagem.
Edgard T.
Edgard T.

14 seguidores 63 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 4 de novembro de 2015
O que complica é que quem não vai ler o livro vai ficar sem entender vários pontos relevantes. Os fãs do livro não vão curtir muito, pois ocorre algumas alterações no enredo. Porém, acho que acertaram um pouco nisso. A sinopse não é tão adolescente quanto ao primeiro, pois é mais violento. O elenco da saga acho meio insosso, mas adicionaram atores que vem fazendo, ultimamente, bons trabalhos. O figurino e a cenografia foi muito bem feita e escolhida, respectivamente.
anônimo
Um visitante
2,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Quando Maze Runner estreou no ano passado, não houve tanta badalação como aconteceu com outras adaptações literárias adolescentes, como "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas o filme alcançou um surpreendente sucesso de público e crítica ao apresentar uma história de ficção científica jovem e dinâmica de sobrevivência, com muito mistério e suspense sem apelar para o tentador romantismo desta faixa etária. Recomendo que quem ainda não viu, assista, mas de toda forma aqui vai uma breve sinopse para que possamos nos situar na análise que segue: Thomas (Dylan O'Brien) acorda em um vilarejo onde vivem apenas garotos. Mesmo com sua memória apagada, ele logo descobre que o lugar é na verdade um labirinto e que todos os dias uma equipe de garotos, os "runners" saem para mapear a região, na esperança de conseguirem escapar um dia, ou conhecer os perigos que existem lá fora. Então o valente Thomas se une ao grupo e após a chegada de uma misteriosa garota eles conseguem escapar, descobrindo que uma organização conhecida como C.R.U.E.L. está por trás de tudo aquilo. A história é baseada no primeiro livro da trilogia escrita por James Dashner e foi um frescor para o gênero na época de seu lançamento, com um roteiro bem desenvolvido e efeitos visuais muito caprichados.

A sequencia de Maze Runner será chamada por aqui de "Prova de Fogo" e mantém a mesma equipe que deu certo no primeiro filme. Na direção, volta o novato Wes Ball e com ele, um dos roteiristas que adaptaram o primeiro filme, T.S. Nowlin. Nesta etapa da história, Thomas e seus amigos, Minho (Ki Hong Lee), Teresa (Kaya Scodelario, que é filha de mãe brasileira), Newt (Thomas Brodie-Sangster) e os outros escaparam do labirinto e se depararam com um outro universo, um lugar desolado e sem esperança, onde a doença já debilitou a maior parte da população. Na busca de pistas para encontrar e acabar com a poderosa organização C.R.U.E.L., eles enfrentam vários obstáculos, conhecem novos aliados e inimigos e muitas revelações os aguardam. Juntam-se ao elenco bons nomes como Aidan Gillen (Game of Thrones) e Giancarlo Esposito (Breaking Bad).

Além de obviamente ser uma sequência, Maze Runner: Prova de Fogo é um filme de transição. O principal elemento original da franquia, o labirinto, não está mais presente e ao mesmo tempo que a produção pode explorar um universo muito mais amplo de possibilidades, surge a pressão de se fazer algo maior e melhor. Vamos tomar como exemplo a franquia Jurassic Park. O primeiro filme tem um tom sombrio e de realismo, flertando muito próximo de ser um filme de suspense/terror. O segundo filme bem que tentou manter o mesmo tom, mas na sua parte final - em uma decisão contestada de mostrar o T-Rex à solta pela cidade - acabou entrando, mesmo sem querer, em um campo de maior descontração, proporcionando algumas cenas bem bizarras. Restou no terceiro filme a escolha de um elenco mais acostumado a filmes leves e cômicos (como William H. Macy, Téa Leoni e até Sam Neill está bem mais descontraído...). Não foi por acaso que Spielberg se retirou da sequência, deixando-a nas mãos de Joe Johnston e do roteirista Alexander Payne. Contei esse exemplo para ilustrar que Maze Runner 2 sofre também uma grande transição inevitável, como veremos adiante.

Maze Runner 2 tem cenas de ação muito mais elaboradas e de qualidade que o primeiro, mas mantém o ritmo ágil que marcou seu antecessor e é trabalho de outra direção segura de Wes Ball. Também é um episódio que abandona boa parte do mistério e parte para explorar novos cenários, com muito mais violência e personagens de caráter ambíguo. Fica difícil confiar em alguém, mesmo que se apresente como um grande aliado. E Thomas sabe muito bem disso, em outra boa interpretação por parte de Dylan O'Brien. Mas mesmo toda essa ação, demonstrada através de sequências e cenas de alta qualidade e violência, não são suficientes para encobrir o principal problema do filme: o desenvolvimento do roteiro e dos personagens. A história acaba indo rumo ao clichê e saídas fáceis, como o surgimento de uma doença que aniquilou grande parte da população, transformando muitos dos sobreviventes em uma espécie de "zumbi". Se o primeiro filme se destacou pela sensação de claustrofobia e mistério, esta parte faz mais "jus" ao nome da franquia e foca muito mais na ideia de "correr ou morrer" (e como corre!). Já que o filme é longo (2 hs e 11 min) e no desenvolvimento do roteiro por vezes parece que não vai chegar a lugar algum, falta despertar mais a emoção no espectador, além daquele momento de clímax, que os filmes de ação e aventura costumam ter, já que a grande revelação ocorre bem tarde. Aliás, as revelações ao longo do filme são previsíveis e acabam diminuindo significativamente seu impacto.

O saldo final é que Maze Runner 2 é um filme visualmente muito bem caprichado. Ás vezes sombrio, violento e com um cenário muito maior e devastado, mas que acabou ampliando os problemas do filme na mesma proporção. Infelizmente, chega a um ponto onde o espectador para de contar as situações derivadas de outros filmes do gênero, porque elas acabam tirando o foco da história e estragando a experiência. A sensação que fica é que caso esta sequência mantivesse a mesma qualidade do seu antecessor, poderia chegar ao mesmo patamar das badaladas séries "Jogos Vorazes" e "Divergente", mas com este capítulo que pouco agregou, a franquia permanece à sombra das duas. Certamente é um filme imperdível para os fãs, que ficarão ainda mais ansiosos pelo capítulo final, previsto para 2017, mas é um tanto confuso e desinteressante para o público geral.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa