Manchester à Beira-Mar
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4,2
676 notas

59 Críticas do usuário

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Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 2 de outubro de 2017
Confiram na íntegra em sem espaços: h t t p s
: / / rezenhando . wordpress . com /2017/10/02/rezenha-critica-manchester-a-beira-mar-2017/

Estava na ansiedade por assistir a “História Fantasma” com Casey Affleck como protagonista, entretanto como tinha ele na memória apenas por Interestellar com um papel de coadjuvante resolvi conferir a obra no qual ganhou o Oscar de Melhor Ator neste ano, e lá fomos nós ver se sua atuação fora tudo aquilo e merecedora do Oscar, já sabendo o peso dramático que era a história em cima do personagem. Confiram a “rezenha” crítica de Manchester à Beira Mar.

Lee Chandler (Casey Affleck) é uma espécie de faz tudo em Boston e indiferente com todos que o cercam. Com a morte de seu irmão Joey e o desenvolvimento do filme somos imergidos em uma miscelânea de lembranças, algumas boas, mas a maioria aterrorizantes em confronto com a necessidade de Lee voltar a sua cidade natal onde tudo aconteceu.

Rodeado de um clima misterioso e fúnebre desde os primeiros minutos Manchester à Beira Mar torna-se bem vagaroso com suas duas horas e dez minutos porque mantém este clima até o final com vários cortes secos sem uma trilha sonora que empolgue. Para não ser injusto na lembrança crucial, a peça do quebra cabeça que faltava a trilha instrumental é sensacional e poderia ter sido mantida ate o fim, mas infelizmente ficou por ali.

Apesar de Casey Affleck ter ganho o Oscar de MELHOR ATOR por este filme achei um resultado injusto, ele não conseguiu transmitir o peso que seu personagem carrega durante todo o filme, inclusive tem um momento chave onde deveria ter havido uma explosão de seu forte caráter, e o mesmo esvaiu-se. É compreensível a indiferença com as pessoas ao seu redor, pois nada mais importa. Randi (Michelle Williams) sim na minha opinião merecia ter ao menos sido indicada, mostra todo o seu rancor e arrependimento em momentos oportunos com uma emoção fora do comum.

Os diálogos e o roteiro são muito bem desenvolvidos, em alguns momentos apesar do “climão” me arrancou risos entre o tio e o sobrinho para com outros personagens de apoio da história.

Falando em personagens foi muito ver alguns atores no elenco da obra, como por Matthew Broderick (eterno e carismático Ferris Bueller de Curitndo a Vida Adoidado).

O filme é um baita drama mas sem apelar o que enriqueceu a obra mas infelizmente mantém um clima muito morno. Pontos negativos e positivos equivalem-se.

Iria assistir de novo? Não.

Minha nota é 3/5.
Vilmar O.
Vilmar O.

2.033 seguidores 357 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de setembro de 2017
É uma obra de arte!
Drama profundo.
O Casey Affleck representa muito bem toda a dor que alguém que passe por situação semelhante possa sentir.
O expectador melhor junto com a protagonista!
Cinema de primeira qualidade.
#paideprimeiraviagem
Leonan T.
Leonan T.

5 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 29 de agosto de 2017
Achei o filme muito cansativo.. A unica coisa que salvou o filme foi a bela atuação de Casey.. spoiler: Mesmo que pareça cliche, por tudo que passou, merecia ter pelo ao menos uma chance de superação.. Esse final, pra mim, foi um decepção..
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de junho de 2017
Mais um filme triste que explora os erros ou problemas do passado, de qualquer forma encanta e se torna um grande filme.
Gilson T.
Gilson T.

3 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 24 de abril de 2017
Eu confesso que esperei muito mais desse filme, mas um bom filme que relata um drama familiar muito normal nos dias de hoje, mas acredito que poderíamos ter um final melhor de fechamento!! spoiler:
JR Costa
JR Costa

13 seguidores 62 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de março de 2017
"Os diálogos são executados com fluidez e os atores parecem pessoas de verdade sendo retratadas em um documentário. Casey Affleck tem a difícil tarefa de carregar o filme como um homem amargurado que já abandonou a vida, mas que continua respirando, comendo e, minimamente, se relacionando. Uma atuação complexa e nunca melodramática. São muitas as cenas memoráveis que protagoniza, mas destaque para a que se desenvolve uma delegacia, centrada no depoimento de seu personagem. Simplesmente devastadora."

Resenha completa em:
Mário Sérgio P.Vitor
Mário Sérgio P.Vitor

96 seguidores 138 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de março de 2017
MANCHESTER À BEIRA MAR tem uma dor que se move, uma culpa maior que a fé, uma desesperança aterradora. É superlativo: dificílimo, belíssimo, tristíssimo. O ator que carrega esse filme tão doloroso está num grande momento, fazendo-nos esquecer polêmicas diversas a seu respeito como pessoa. Ali, ele desintegrou-se na personagem, esse é o feito maior de um ator. A fotografia plácida e pontuada por tons claros, a cara aparvalhada dos personagens que cercam o anti-herói e o objeto de seu resgate à vida são meticulosamente representados. A culpa, purgadora do mal do mundo, produz o mais elaborado dos labirintos: mais do que juiz, sabemos ser nosso próprio algoz. MANCHESTER mostra, com impiedoso lirismo, que a redenção é quase um descaminho.
Marcelo B.
Marcelo B.

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 6 de março de 2017
O cineasta consegue passar a dor e o peso de viver com uma culpa enorme e insolúvel. Por isso, não são momentos prazeroso, mas é muito bom filme
Marcelo S
Marcelo S

172 seguidores 139 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2017
Manchester Á Beira Mar é um ótimo filme, poderoso, dramático, cinzento pela história que se propõe a contar.
O diretor Kenneth Lonergan entrega um filme competente, que desde o começo tem a prposta de ser muito melancólico, com certas doses de tristeza, pelo fato de lidar com a morte do irmão de Lee Chandler (Casey Affleck) o filme ese ar mórbido durante suas mais de duas horas de duração.

Está indicado ao Oscar 2017 de Melhor Filme, justa indicação, o filme é muito bem feito, editado, construído e tem um roteiro fluído, segue sem nenhum problema, sem confusão, as idas e vindas no tempo não atrapalham o andamento da história, não ficarei surpreso se ganhar o prêmio de melhor filme, porém, é como se faltasse algo pro filme ser uma obra prima (como diz as 5 estrelas do adoro cinema).
Nós acompanhamos toda a melancolia e dor de Lee, mas falta algo mais na história, algo que nos faça fazer parte da história, algo que nos contagie, a história é bem contada mas em nenhum momento algum personagem do filme te cativa, ou faz você ter uma certa empatia pelo que está passando, é como se faltasse algo mais na melancolia de Lee, algo mais no suposto desprezo de Randi (Michelle Williams), algo mais no problemático e identificável Patrick.
Fizeram algo coeso com o roteiro, mas não com os personagens, á eles faltou mais profundidade, por exemplo, o quê Randi falou de tão horrendo para Lee que a faz se sentir tão mal depois de tanto tempo pra dizer a ele que ainda o ama mesmo estando com outro homem e com um filho. Faltou explorar este ponto e nos entregar uma cena e interpretações fortes de Michelle e Casey, uma boa oportunidade deixada de lado e que enriqueceria muito o filme.
A trilha sonora é ótima, bem densa e construída. Fotografia impecável devo dizer, filmado em uma cidadezinha que caiu muito bem na prposta do filme.

Casey Affleck fez um ótimo trabalho, parece que cai bem este papel mais melancólico e pertubador nele, é a cara dele este tipo de papel, talvez por isso uma interpretação forte, mas sem ir muito além, muito pelo roteiro não se aprofundar tanto assim na dor do personagem, só expressá-la por fora. Ainda assim casey faz um belo trabalho, acredito que a indicação é bem justa, não assisti os filmes dos outros concorrentes, mas se ele ganhar estará em boas mãos acredito... e ele merece já faz um tempo devo dizer.

Michelle Williams, uma das querididnhas de Hollywood, e principalmente da Academia, aparece pouco, é claro, mas quando aparece, não tem uma cena em que ela não arrase, fez um ótimo trabalho, digno, forte, de presença. Com pouco Michelle sempre faz algo grandioso, é uma atriz completa que sempre faz trabalhos coesos, e como escolhe bem seus trabalhos.
Foi muito bem indicada e merece este prêmio. Mesma situação de Casey, apesar de ver a Octavia Spencer, não posso dizer 100% se tem que ser dela.

Gosto muito de Kyle Chandler no filme, e também temos Tate Donovan como o técnico de Hóquei de Patrick, ator que conheço das séries 'The O.C' e '24 Horas-Viva Outro Dia', sua participação é curta, mas é sempre bom vê-lo em cena.

Acho que o filme merece mais a categoria de Direção, é muito bem dirigido mesmo. Já de melhor filme, tenho lá minhas dúvidas... mas é muito bem construído e vale sim assistí-lo sem medo.
Vitor Araujo
Vitor Araujo

3.873 seguidores 618 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 26 de fevereiro de 2017
Luto. Real. Família. Triste. Atuação. Gelado. Reações. Mortes. Interessante. Lento. Legal. Cotidiano.
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