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Renata Ribeiro
1 crítica
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5,0
Enviada em 4 de janeiro de 2020
Filme sensacional, apresenta o drama gigantesco de um personagem de uma forma real, correta , sensível. Lee é um personagem que fala pouco , só explode batendo nos outros , mas a tristeza e a dor dentro dele foram muito bem retratadas pelo ator. Michelle Wiiliams no papel de Randi tem poucas cenas ,mas dá show . Manchester à Beira Mar é um filme bem impactante .
Manchester à Beira-Mar é um filme totalmente pesado, um filme totalmente depressivo e o personagem Lee Chandler (Casey Affleck) tem uma historia muito triste, e você acaba pensando que filme vai acabar virando uma historia de superação, mas no final só vai ficar no pensamento. Manchester à Beira-Mar é um longa pesado sobre perda e uma tentativa de recomeço, Trata-se como superar um luto, e se tem como você superar uma perda tão grande.
EU NÃO SOU CRÍTICA, VI O FILME E CHOREI VÁRIAS VEZES..OS PERSONAGENS SÃO RUDES E CONTUNDENTES, UNS COM OS OUTROS, MAS AMAM -SE APAIXONADAMENTE, NÃO CAEM NO ABISMO SOZINHOS. O ATOR QUE INTERPRETA LEE CHANDLER, MEU DEUS, É UM TESOURO QUE O CINEMA DO MUNDO, NÃO SÓ AMERICANO, TEM.
A TRAGÉDIA, A CULPA, A EXPIAÇÃO. . EU SENTIA A RESPIRAÇÃO DO ATOR ABSOLUTAMENTE CLARA. ..
JURO QUE VI UM SER DIVINO PROFERINDO A DOR DA HUMANIDADE.
Drama. O filme permanece envolto num constante clima amargo, pessimista, depressivo. Às frustrações do personagem principal se agrega a retomada de enfrentamentos pretéritos e uma "missão" que lhe é atribuída com a perda do irmão. Fica um sabor de decepção até o fim, com um desfecho frio. Mas, neste contexto, é um filme bem estruturado.
Manchester á Beira-Mar, um filme extremamente angustiante do inicio ao fim. A incrível atuação de Casey Affleck, que merecidamente recebeu o Oscar de melhor ator por este filme, é comprovada por todo o drama que transpassa a cada cena em que ele está presente. Não classificaria como uma obra prima, mas certamente o longa consegue fazer o espectador refletir, pois a sutileza com que cada parte da história vai se apresentando é realmente comovente. A fotografia é genial, consegue fazer a história ter vida e sentido, pois é fiel na demonstração de cada cena, principalmente pela opção do diretor de fazer uma mescla do roteiro entre passado e presente dentro do filme. Enfim, vale a pena cada segundo, filme sensacional.
A solidão e o silêncio parecem fazer parte de quem Lee Chandler (Casey Affleck, vencedor do Oscar 2017 de Melhor Ator) é. Sua rotina consiste dos trabalhos como zelador de um pequeno complexo de apartamentos e de idas ao bar local. Ele foge de qualquer contato mais profundo e, até mesmo, de uma simples troca de olhares. A calmaria em que sua vida se encontra é ameaçada quando ele recebe a ligação sobre a morte de seu irmão mais velho, Joe Chandler (Kyle Chandler), e a consequente notícia de que ele foi nomeado – pelo irmão – como o tutor do sobrinho, Patrick (Luke Hedges, indicado ao Oscar 2017 de Melhor Ator Coadjuvante).
A morte do irmão e a nomeação como tutor de Patrick significam que Lee tem que voltar pra casa. Na medida em que a trama de Manchester à Beira-Mar, filme dirigido e escrito por Kenneth Lonergan, vai avançando, passamos a compreender o porquê do comportamento de Lee e os motivos por trás da sua fuga da cidade – que trazem para ele lembranças e personagens dolorosas. Chamam a atenção no filme a progressão consistente da narrativa, dentro de seu próprio ritmo; bem como a atuação de Casey Affleck que, mesmo repetindo os trejeitos vistos em O Assassinato de Jesse James pelo Covarde Robert Ford, consegue transmitir bem todo o peso que existe sobre os ombros de Lee – uma pessoa que nunca conseguiu se recuperar por completo de todas as dores pelas quais passou em sua vida.
Manchester á beira mar é um filme com uma história interessante e tinha tudo para ser um ótimo filme, pelo menos essa era a minha expectativa. Não sei potais mas a história não anda, o personagem não desenvolve e tudo é muito arrastado e lento.
Manchester à Beira-Mar é um filme frio e pesado, com ótimas atuações e uma fotografia impecavelmente fria, fala sobre perdas, danos e recomeço, o roteiro é bem sensível, mas um pouco cansativo, o filme se arrasta. Sentimentos como AMOR, DOR, RASTEIRA QUE A VIDA NOS PREGA e RECOMEÇO. Vale a pena conferir..
O filme é tão pesado que chega até faltar fôlego ao espectador, grande atuação de Casey Affleck, não foi a toa que ganhou o Oscar de melhor ator pela interpretação. Um filme que fala sobre perdas e superação, quem assistir vai se sentir deprimido no final, fica a impressão que a vida não é justa, pois pode ser muito dura e cruel para alguns enquanto para outros maravilhosa e nos sentimos culpados por desejar que a esta desgraça não seja conosco.
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