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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Estado de São Paulo
"O Último Cine Drive-in" é daqueles filmes que, se você quiser procurar os defeiros, vai encontrar. E daí? Na arte como na vida, se o filme propõe algum elogio, é o da imperfeição. Sempre foi assim no cinema brasileiro, e não por complexo de inferioridade.
Folha de São Paulo
O filme joga na alternância da vida e da morte, na alegria da perpetuação (da espécie, mas também do cinema), na angústia da transitoriedade. Mas também, além disso ou junto com isso, toda a produção converge para um instante, para a importância do instante capaz de eternizar o transitório.
Instituto Moreira Salles
"O Último Cine Drive-in" tem uma narrativa clássica e uma aparente despretensão estética que o tornam leve e, por assim dizer, “transparente”, imediatamente acessível a qualquer público. Mistura habilmente procedimentos e convenções de gêneros distintos: melodrama, comédia, suspense.
Rubens Ewald
Qualquer filme que tenha Othon Bastos já consegue a garantia dele elevar o padrão do elenco, simplesmente por sua presença carismática e personalidade cativante. Isso certamente ajudou o parceiro estreante em longas Breno Nina, que segura muito bem seu personagem.
A Tarde
"O Último Cine Drive-In" é uma homenagem ao cinema, mas não carrega consigo a emoção de "Cinema Paradiso" (Guseppe Tornatore, 1988), com o qual é normalmente comparado. [...] é para ser lido nos subentendidos, no silêncio e nas entrelinhas.
Almanaque Virtual
De modo discreto, mas com eficácia impressionante, “O Último Cine Drive-in” traça um paralelo com as constantes metamorfoses enfrentadas pelo formato de exibição cinematográfica. Da película ao digital, da sala de cinema à sala de estar, do polêmico download ao streaming, do VHS ao Blu Ray.
CineClick
"O Último Cine Drive-in" conta com duas frentes emotivas. De um lado, há o drama familiar que funciona porque o filme é povoado por personagens falhos e autênticos. A outra fonte de emoção está na cinefilia em si, que é expressa na forma de referências a clássicos do cinema...
Cinepop
...o longa-metragem de 100 minutos é um drama carregado de emoção que possui um primeiro ato praticamente perfeito, que deixa o espectador com os olhos grudados nos acontecimentos. A carga emocional embutida em cada conflito de cada personagem ajuda e muito a história...
Cineweb
"O Último Cine Drive-In" poderia virar um filme de lágrimas, mas o diretor e seu roteirista sabem como ser emotivos sem cair na pieguice, tratando o drama humano de forma delicada e honesta. [...] Há, é claro, uma homenagem ao próprio cinema...
Diário de Pernambuco
É um bom exemplo de cinema popular construtivo, honesto, saudável, de humor pitoresco, feito com sinceridade e naturalidade, sem apelações ou oportunismos comerciais e também sem hermetismo ou experimentalismo conceitual.
Pipoca Moderna
O filme é bem construído nesse quase quebra-cabeças que nos apresenta e tem um elenco cheio de talentos, o que dá uma dimensão forte a essa história que é contada aos bocados.
O Globo
O filme possui qualidades consideráveis. Além de chamar atenção para uma realidade alarmante, o filme conta com atuações satisfatórias [...] e ótima direção de arte.
Revista Interlúdio
Em muitos momentos mal filmado, com uma câmera solta que parece mais feliz do que deveria ser, "O Último Cine Drive-In", a despeito disso, explode em melancolia. Não é bem do fim de um cinema que fala o filme, mas do fim das coisas, da impermanência de tudo, inclusive das relações entre pessoas que se amam.
Zero Hora
"O Último Cine Drive-In" acerta no equilibrado tom agridoce da trama, alternando humor e drama — remetendo às comédias italianas de Mario Monicelli, Dino Risi e Ettore Scola e ao recente cinema argentino.
Papo de Cinema
Se as tintas fortes que o cineasta emprega para pintar seu quadro não forem suficientes, há mais uma série de clichês que vão se acumulando durante o desenrolar do enredo.