Média
4,0
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Estado de São Paulo
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Instituto Moreira Salles
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Cineplayers
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Cineweb
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O Globo
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Papo de Cinema
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Revista Interlúdio
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Rubens Ewald
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Zero Hora
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Cine Festivais
Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Estado de São Paulo
É imersão na vida, mesmo, e não nas platitudes e convenções fáceis de um padrão fácil e palatável para o público. Que, no entanto, não deverá encontrar dificuldade em se identificar com o adolescente Serginho...
Instituto Moreira Salles
[...] uma pungente reflexão sobre a perda, a solidão, o desamor. O que o torna uma obra notável é o modo como seu diretor, Chico Teixeira, reveste esse drama pessoal com um lirismo urbano quase documental.
Cineplayers
Delicado e cheio de nuances sutis, o filme mostra o abandono e a solidão que nasce literalmente de berço. Ou que se forma no seio da família e é cada vez mais corriqueiro, infelizmente. Independente de seu tema, Chico persegue a delicadeza mais uma vez, com resultados igualmente bem sucedidos e tocantes.
Cineweb
O roteiro [...] dirige-se a um tema que caro a Teixeira: o papel da família na formação e sustentação do indivíduo. Serginho, apesar de jovem e inexperiente, assume um papel estruturador que, em princípio, não deveria ser dele dentro de sua casa.
O Globo
Embora o personagem demonstre uma discreta necessidade de afeto, cada uma de suas perdas emocionais se dá sem grandes sobressaltos dramáticos. É a dor e a frustração de ausências [...] que ganham profundidade na sutileza da performance de seus protagonistas.
Papo de Cinema
Teixeira não quer impor verdades sobre seus personagens. Por todos nutre um real carinho e interesse, e mesmo as atitudes mais condenáveis deles são cobertas por motivos que as justifiquem.
Revista Interlúdio
Nunca há conforto ou complacência com a dura realidade vivenciada pelo garoto abandonado pelo pai, mas também nada mais distante de uma condenação impiedosa de uma “miserável existência humana”.
Rubens Ewald
[... a] sensibilidade [do diretor] em retratar pessoas comuns em situações repletas de verdade, se configura neste "Ausência", que parece ser mas não é exatamente um filme gay. A situação é muito bem resolvida, de forma até poética e delicada, coisa rara de se ver no cinema brasileiro.
Zero Hora
Teixeira imprime em "Ausência" um tom naturalista e seco de registro do cotidiano, que lembra o cinema humanista mas sem sentimentalismo dos diretores belgas Jean-Pierre e Luc Dardenne.
Cine Festivais
Com pouco tempo em tela, Irandhir Santos até se esforça para trazer nuances para seu personagem, mas a trama em que ele interpreta o professor Ney se resolve de maneira atabalhoada e óbvia...