Que Horas Ela Volta?
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4,5
1833 notas

346 Críticas do usuário

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Murilo Dias
Murilo Dias

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4,0
Enviada em 11 de maio de 2019
Nunca esperei que Regina Casé podesse fazer tão bom trabalho como atriz em drama. A obra tem algo totalmente diferente do que o cinema brasileiro já havia trabalhado.
Odacyr M
Odacyr M

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4,5
Enviada em 17 de setembro de 2015
Enquanto eu estive assistindo o filme, apesar de sorrir e até chorar eu pensava: "que filminho mais ou menos!". Mas depois que eu saí do cinema eu fiquei pensando nele o tempo todo. E remoendo, e analisando. E percebi o quão gradioso ele é e quão profundas são as análises que ele possibilita.As relações de poder presentes, o empoderamento feminino, a questão da maternidade.... O retrato fiel da realidade de muitas pessoas. O filme é relativamente lento - para um público acostumado a ver tropa de elite -, mas este tempo é necessário para que sua(s) mensagem(ns) sejam processadas e digeridas. spoiler: A cena mais emocionante do filme é a entrada da Val na piscina. Chorei litros ao perceber a quebra de uma história de submissão.
Enfim, após dois dias de ter assistido, reconheço: é um excelente filme (não teria esta opinião se tivesse criticado assim que terminei de vê-lo). Vou revê-lo e recomendar a todos os meus amigos.
Lulli Luciana P.
Lulli Luciana P.

7 seguidores 1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 4 de outubro de 2015
Quem não viu não deixe de ver!!! Um filme perfeito: chorei de rir e ri de ter chorado
Alexandre G.
Alexandre G.

3 seguidores 4 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 24 de abril de 2016
Eu estava adorando o filme. Regina Casé está simplesmente espetacular, a história consegue causar muito incômodo pelo jeito como tratam a personagem da empregada, a iluminação não impressiona mas os enquadres são bonitos, a atuação dos atores não tem aquele chatíssima estética teatral que destrói um filme... spoiler: Então, a personagem vai e rouba as xícaras da patroa. Pra quê? Isso é o que faz os pobres serem melhores que os que abusam deles? Roubar?
Não sou falso moralista, estou falando de escritura de roteiro: não há nada na história que justifique essa atitude. O único resultado é que você deixa de admirar o personagem e fica com vergonha alheia pela excelente Regina Casé. Uma pena...
Terezinha M.
Terezinha M.

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3,5
Enviada em 11 de fevereiro de 2016
Que horas ela volta? Essa é a pergunta feita por dois personagens, o filme tenta retratar não só a grande divisão de classes sociais mas também a relação da mulher que é mãe, com seus filhos e com o seu trabalho.
A dura escolha que a maioria da mulheres tem que fazer seja para suprir as necessidades materiais de seus filhos, por sucesso profissional ou autonomia, e ter que abrir mão da convivência diária, de participar mais da vida deles ser mais presente e ter uma relação mais profunda.
O drama de uma mãe que deixa a filha em outro estado para outros criarem, para cuidar do filho da patroa e que manda para a filha dinheiro para que não lhe falte nada materialmente, e a sua ausência vai abrindo um abismo entre elas a ponto de uma não conhecer mais a outra. E do outro lado, da mãe que mesmo com uma vida mais abastada, uma profissional de sucesso e que mesmo convivendo diariamente com o filho, deixa a cargo de outra mulher o zelo e os cuidados, fazendo também com que se crie um abismo entre eles.
O filme chama mais atenção pela gritante diferença social, a relação empregada e patroa, e deixa sutilmente nas entrelinhas as relações humanas, tão desgastadas e superficiais. Relações onde a empregada é "como se fosse da família", mas nunca senta-se a mesa com a patroa, relações onde a filha fica sem jeito de abraçar a mãe, que teme contar-lhe sua vida e seus segredos, pois vê nela uma estranha, e a do filho que prefere dividir coma a pessoa que é paga para lhe servir, seus segredos e chorar suas mágoas, pois vê nesta pessoa uma forma de carinho e compreensão.
Pessoas de diferentes classes mas comungando do mesmo dilema.
Carol J.
Carol J.

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4,5
Enviada em 6 de junho de 2017
Um filme maravilhoso, mostra a realidade de muitas familias que decidem ir para a "cidade grande" buscando uma vida melhor para os filhos, mostra a realidade das empregadas domésticas que são tratadas como "se fosse da família" e o drama de uma família que não se vê há anos. Um filme muito emocionante e super bem produzido.
Deni D.
Deni D.

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0,5
Enviada em 20 de setembro de 2015
Horrível. Não consegui chegar nem na metade. E era exatamente o que eu esperava. Vamos ao cinema para esquecermos da vida , não para vermos o lado ruim da vida na tela. Os intelectuais e a elite que falam que acham esse filme o máximo...mentem. Pois essas pessoas falam que fazem o que não fazem, e dizem que são o que não são, só para ficarem bem com sua imagem pública. Mas dentro de suas mentes, de suas casas, entre seus pares dividem as pessoas em dois grupos: as que têm dinheiro e diploma e as pobres em seres inferiores com ou sem "penso". Rico não gosta de pobre. Branco não gosta de negro. Brasileiro gosta de estrangeiro e despreza quem é do mesmo país só porque nasceu em um Estado diferente ou tem sotaque. Quem gosta de gente é animal de estimação.Odeio hipocrisia. ODEIO.
Sebá O.
Sebá O.

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4,5
Enviada em 29 de junho de 2015
Assisti ontem essa obra prima do cinema nacional. Rico em detalhes, com uma fotografia arrebatadora, este filme é autêntico em seu roteiro, nada popular, falando de um assunto... Popular! Cheio de momentos inesperados, posso chegar a dizer constrangedores, esse sentimento se dá pela excelência atuação dos atores. Indico para todos que acreditam ainda no cinema brasileiro. ;-)
Andréa B.
Andréa B.

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4,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2016
Bom filme, mostra a realidade vivenciada por muitas famílias brasileiras que têm funcionárias em seus lares. Mostrando como muitas vezes elas abandonam seus próprios lares e família para cuidar de outros e as nuances da relação entre eles.
Erik N.
Erik N.

2 seguidores 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 3 de outubro de 2015
Um filme muito simples com uma história simples porem que pode emocionar qualquer um, principalmente a nós brasileiros que podemos nos identificar com praticamente tudo que é retratado no filme. Os atores, a fotografia e a direção estaõ ótimos.
Este filme já pode ser considerado um clássico para o cinema nacional, simplesmente um orgulho para anossa nação. E QUE VENHA O OSCAR!!!
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