Que Horas Ela Volta?
Média
4,5
1833 notas

346 Críticas do usuário

5
215 críticas
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Kayanne Freire
Kayanne Freire

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 27 de maio de 2024
Sobre o filme “que horas ela volta” eu achei um filme muito bom, que trás uma crítica sobre oque realmente acontece nas nossas vidas, eu melhoraria o desfecho,acrescentaria mais coisas,
Luciane M.
Luciane M.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 21 de novembro de 2015
Filme muito bom, faz uma crítica construtiva de como a sociedade trata aqueles que ela julga inferior
João C.
João C.

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 6 de dezembro de 2015
LIndo! Recomendo vivamente, em Portugal e no Brasil!!! Uma reflexão de como uma atitude simples e descomplexada perante a vida pode destruir estigmas sociais com séculos de existência. E as atrizes, fantásticas e lindas!
Ravi Oliveira
Ravi Oliveira

24 seguidores 509 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 14 de dezembro de 2025
Sinopse:
Val deixa a filha, Jéssica, no interior de Pernambuco e passa os 13 anos seguintes trabalhando como babá do menino Fabinho em São Paulo. Ela consegue estabilidade financeira, mas convive com a culpa por não ter criado sua filha. Às vésperas do vestibular de Fabinho, Jéssica decide ir para São Paulo e fazer a prova também. Val recebe o apoio de seus patrões para receber a garota, mas a convivência com é difícil. Dividida, ela precisa achar um novo modo de seguir sua vida.

Crítica:
"Que Horas Ela Volta?" é um filme que se destaca por sua abordagem sensível e incisiva das complexas relações de classe que permeiam a sociedade brasileira. A diretora Anna Muylaert constrói um retrato envolvente da vida de Val, uma empregada doméstica que, ao longo de treze anos, se vê emaranhada na dinâmica da família de seus patrões, refletindo as tensões sociais que frequentemente são invisibilizadas.

A atuação de Regina Casé é um dos pontos altos do filme, trazendo profundidade à sua personagem. Val não é apenas uma funcionária, mas uma figura quase matriarcal na vida da família que emprega, o que levanta questões sobre a natureza do trabalho, da lealdade e dos vínculos formados nesse ambiente desigual. Os diálogos e as interações entre Val e os membros da família revelam uma escala sutil de poder que vai além da mera troca de serviço por salário.

A relação entre Val e sua filha Jéssica também é um elemento central, ilustrando a tensão entre a ambição e as obrigações familiares. A escolha de Val de deixar sua filha sob os cuidados do avô, em busca de uma vida melhor, está impregnada de conflito emocional. Quando Jéssica visita São Paulo, a tensão se intensifica, confrontando a realidade das expectativas e das experiências de vida em diferentes classes sociais. As nuances desse relacionamento trazem à tona questões de identidade e pertencimento, enfatizando o preço que muitas mães têm de pagar pela busca de uma condição melhor.

Visualmente, o filme utiliza a cidade de São Paulo como um pano de fundo dinâmico, refletindo a desigualdade que existe em seus diversos bairros e a segregação social que define o cotidiano da população. Os espaços habitados por Val e sua família de patrões são apresentados com um contraste gritante, simbolizando os diferentes mundos que coexistem na mesma metrópole.

"Que Horas Ela Volta?" não se limita a ser uma crítica às desigualdades sociais; é também uma análise profunda das relações humanas, onde amor, sacrifício e a luta por dignidade se entrelaçam. O filme provoca reflexões sobre as nossas próprias vidas e como as barreiras sociais moldam nossas interações e percepções. A obra deixa uma marca duradoura, instigando o público a reconsiderar as realidades que muitos preferem ignorar.
Silvana Silva
Silvana Silva

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 20 de abril de 2026
O filme mostra o contraste social e é uma crítica a não inserção de alguém chamada como da família, mas sem a acesso as comodidades da família. Talvez pelo fato dela residir e ter participado do cuidado com o filho da patroa. Com a chegada da filha a mãe, que era babá e com o crescimento do jovem filho da patroa, se torna serviços gerais. A filha é desrespeitosa, altiva demais, embora não perca a razão em se "colocar", se torna mal educada e folgada, gerando conflitos para a mãe e sendo até assediada pelo patrão da mãe, e só final mostra a mãe roubando desnecessariamente um conjunto de louça da patroa, colocando a classe mais pobre como questionável.
Meiry de Paula
Meiry de Paula

3 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 21 de abril de 2026
Achei muito vago o filme, ao mesmo tempo que tenta retratar a realidade de mulheres nordestinas que sofrem para sobreviver e criar seus filhos, e sofrem inclusive com a indiferença dos patrões, o enredo do filme acaba dando razão em vários pontos à madame rica! spoiler: Pois a Jessica em várias situações não se comporta como a filha de uma funcionária, e nem sequer como uma “visita educada”, ela passa dos limites mesmo! Nem visita age como a tal de Jessica
. Então assim, fica fácil o expectador dar razão em alguns pontos à patroa, que não trata muito bem a funcionária e sua filha (sem limites). E entendo que não era esse o objetivo do filme, mas sim justamente o contrário, mostrar o quanto mulheres nordestinas migrantes passam dificuldades com patrões que são ricos e se acham superiores.
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