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AS TARTARUGAS NINJA: FORA DAS SOMBRAS (2016) — MAIS AÇÃO, MAIS MUTANTES E O ESPÍRITO DOS FÃS
Gêneros: Ação, aventura, comédia e ficção científica
Duração: 1h52min
Direção: Dave Green
Elenco principal:
Megan Fox — April O’Neil
Will Arnett — Vernon Fenwick
Stephen Amell — Casey Jones
Laura Linney — Rebecca Vincent
Brian Tee — Destruidor (Shredder)
Pete Ploszek — Leonardo
Alan Ritchson — Raphael
Jeremy Howard — Donatello
Noel Fisher — Michelangelo
Gary Anthony Williams — Bebop
Sheamus — Rocksteady
Brad Garrett — Krang
Estória
Depois dos acontecimentos do filme anterior, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo continuam protegendo Nova York, mas ainda precisam viver escondidos, sem receber o reconhecimento que acreditam merecer. A situação começa a mudar quando o Destruidor escapa durante uma tentativa de transferência e se alia ao cientista Baxter Stockman, colocando em marcha um plano que ameaça a humanidade.
A ameaça ganha novas proporções com a chegada de Bebop e Rocksteady, dois criminosos transformados em mutantes — um javali e um rinoceronte — que se tornam adversários formidáveis. Por trás de tudo está Krang, uma criatura extraterrestre com planos de invasão da Terra.
Ao lado de April O’Neil, Vernon Fenwick e do novo aliado Casey Jones, as tartarugas precisam enfrentar inimigos mais poderosos e impedir uma catástrofe. Mas, além da batalha contra o mal, existe outro conflito: o desejo de serem aceitas pelo mundo e de deixarem de ser apenas heróis que trabalham nas sombras.
Crítica cinematográfica
As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras é uma sequência que entende muito bem o que parte do público deseja: mais ação, mais personagens clássicos, mais mutantes e aquela boa dose de humor que acompanha a franquia desde suas origens. O filme amplia o universo apresentado anteriormente e oferece aos fãs referências que remetem diretamente aos desenhos, quadrinhos e brinquedos que marcaram diferentes gerações.
Um dos grandes destaques está na construção visual das tartarugas por meio de computação gráfica, combinada com a atuação e a captura de movimentos. Os personagens possuem expressividade, personalidade e uma presença convincente nas cenas de ação. Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo não são apenas criaturas digitais bem produzidas: cada um mantém suas características, rivalidades e particularidades, ajudando a preservar a identidade do grupo.
A volta de Megan Fox e Will Arnett mantém a continuidade com o filme anterior, enquanto Stephen Amell, conhecido por Arrow, chega como Casey Jones e acrescenta uma nova dinâmica à equipe. A presença do personagem funciona como um reforço para o lado aventureiro da história, trazendo um aliado que combina combate, atitude e uma boa dose de irreverência.
Outro ponto positivo é a liberdade maior que as tartarugas parecem conquistar. Elas querem sair do anonimato, ser reconhecidas e provar que também merecem um lugar no mundo dos humanos. Esse desejo acrescenta uma camada interessante à trama, pois os heróis não precisam apenas derrotar seus inimigos: precisam lidar com a própria identidade e com a dificuldade de serem aceitos por uma sociedade que ainda os vê como criaturas estranhas.
A introdução de Bebop e Rocksteady é um presente para os fãs. A transformação dos dois criminosos em mutantes proporciona situações absurdas, confrontos exagerados e momentos de humor que combinam com o espírito descontraído da franquia. Já o Destruidor e Krang elevam a ameaça, conduzindo a narrativa para uma aventura de proporções maiores, com uma conspiração que ultrapassa os limites de Nova York.
As sequências de luta, perseguições e destruição são movimentadas e visualmente elaboradas. O filme investe bastante no espetáculo, apostando em efeitos digitais, coreografias intensas e cenários grandiosos. O humor aparece como um elemento fundamental para equilibrar a ação, impedindo que a aventura se torne excessivamente séria.
Entretanto, todo esse investimento visual não é acompanhado por um roteiro igualmente forte. Há muitos personagens, ameaças e acontecimentos disputando espaço, e a história por vezes parece mais preocupada em apresentar figuras conhecidas do que em aprofundar seus conflitos. A narrativa funciona melhor como uma aventura divertida do que como uma história de super-heróis realmente marcante.
E existe uma diferença importante entre construir um filme para os fãs e construir uma obra capaz de conquistar todos os públicos. Quem já conhece as tartarugas tende a aproveitar melhor as referências, os vilões e o humor característico. Para quem não tem essa ligação com a franquia, porém, a experiência pode parecer apenas mais um blockbuster repleto de efeitos especiais.
O desempenho comercial também não correspondeu às expectativas de uma produção desse porte. Com orçamento estimado em US$ 135 milhões e arrecadação mundial de aproximadamente US$ 246 milhões, o filme ficou aquém do desempenho do longa anterior e não garantiu a continuidade planejada daquela versão da franquia. Isso demonstra que efeitos grandiosos e personagens populares não são, por si só, garantia de sucesso. Dados: Box Office Mojo e IMDb.
A comparação com Sonic é interessante pela maneira como ambas as franquias exploram personagens queridos, humor e aventura. Entretanto, cada uma possui uma identidade própria, e o desempenho de uma não significa necessariamente que a outra tenha de seguir a mesma fórmula. No caso das Tartarugas Ninja, o maior mérito está em preservar o espírito irreverente dos personagens, mesmo quando o roteiro não consegue acompanhar a ambição visual.
Vale a pena assistir?
Sim, principalmente para quem cresceu acompanhando as Tartarugas Ninja ou simplesmente gosta de aventuras repletas de ação, humor e personagens extravagantes. É uma produção bem construída visualmente, com boas cenas de combate, vilões conhecidos e uma atmosfera que procura respeitar o material de origem.
Por outro lado, o excesso de acontecimentos e a falta de maior profundidade no roteiro impedem que o filme alcance todo o seu potencial. Existe bastante espetáculo, mas falta aquela história realmente memorável que faça a aventura permanecer na lembrança muito depois dos créditos finais.
Minha nota: 6,5/10. As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras é um entretenimento competente, divertido e especialmente pensado para os fãs. Não chega a ser um grande marco do cinema de super-heróis, mas entrega boas doses de ação, nostalgia e humor. Às vezes, tudo o que queremos é rever nossos heróis favoritos em uma aventura descomplicada — e, nesse aspecto, o filme cumpre sua missão.
#AsTartarugasNinja #ForaDasSombras #TeenageMutantNinjaTurtles #TMNT #MeganFox #WillArnett #StephenAmell #CaseyJones #Bebop #Rocksteady #Krang #Destruidor #Cinema #CríticaDeFilme #CríticaCinematográfica #FilmesDeAção #Aventura #Comédia #FicçãoCientífica #EfeitosEspeciais #CGI #CulturaPop #Nostalgia #FilmesParaFãs #Cinefilia #Nota65
Gêneros: Ação, aventura, comédia e ficção científica
Duração: 1h52min
Direção: Dave Green
Elenco principal:
Megan Fox — April O’Neil
Will Arnett — Vernon Fenwick
Stephen Amell — Casey Jones
Laura Linney — Rebecca Vincent
Brian Tee — Destruidor (Shredder)
Pete Ploszek — Leonardo
Alan Ritchson — Raphael
Jeremy Howard — Donatello
Noel Fisher — Michelangelo
Gary Anthony Williams — Bebop
Sheamus — Rocksteady
Brad Garrett — Krang
Estória
Depois dos acontecimentos do filme anterior, Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo continuam protegendo Nova York, mas ainda precisam viver escondidos, sem receber o reconhecimento que acreditam merecer. A situação começa a mudar quando o Destruidor escapa durante uma tentativa de transferência e se alia ao cientista Baxter Stockman, colocando em marcha um plano que ameaça a humanidade.
A ameaça ganha novas proporções com a chegada de Bebop e Rocksteady, dois criminosos transformados em mutantes — um javali e um rinoceronte — que se tornam adversários formidáveis. Por trás de tudo está Krang, uma criatura extraterrestre com planos de invasão da Terra.
Ao lado de April O’Neil, Vernon Fenwick e do novo aliado Casey Jones, as tartarugas precisam enfrentar inimigos mais poderosos e impedir uma catástrofe. Mas, além da batalha contra o mal, existe outro conflito: o desejo de serem aceitas pelo mundo e de deixarem de ser apenas heróis que trabalham nas sombras.
Crítica cinematográfica
As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras é uma sequência que entende muito bem o que parte do público deseja: mais ação, mais personagens clássicos, mais mutantes e aquela boa dose de humor que acompanha a franquia desde suas origens. O filme amplia o universo apresentado anteriormente e oferece aos fãs referências que remetem diretamente aos desenhos, quadrinhos e brinquedos que marcaram diferentes gerações.
Um dos grandes destaques está na construção visual das tartarugas por meio de computação gráfica, combinada com a atuação e a captura de movimentos. Os personagens possuem expressividade, personalidade e uma presença convincente nas cenas de ação. Leonardo, Raphael, Donatello e Michelangelo não são apenas criaturas digitais bem produzidas: cada um mantém suas características, rivalidades e particularidades, ajudando a preservar a identidade do grupo.
A volta de Megan Fox e Will Arnett mantém a continuidade com o filme anterior, enquanto Stephen Amell, conhecido por Arrow, chega como Casey Jones e acrescenta uma nova dinâmica à equipe. A presença do personagem funciona como um reforço para o lado aventureiro da história, trazendo um aliado que combina combate, atitude e uma boa dose de irreverência.
Outro ponto positivo é a liberdade maior que as tartarugas parecem conquistar. Elas querem sair do anonimato, ser reconhecidas e provar que também merecem um lugar no mundo dos humanos. Esse desejo acrescenta uma camada interessante à trama, pois os heróis não precisam apenas derrotar seus inimigos: precisam lidar com a própria identidade e com a dificuldade de serem aceitos por uma sociedade que ainda os vê como criaturas estranhas.
A introdução de Bebop e Rocksteady é um presente para os fãs. A transformação dos dois criminosos em mutantes proporciona situações absurdas, confrontos exagerados e momentos de humor que combinam com o espírito descontraído da franquia. Já o Destruidor e Krang elevam a ameaça, conduzindo a narrativa para uma aventura de proporções maiores, com uma conspiração que ultrapassa os limites de Nova York.
As sequências de luta, perseguições e destruição são movimentadas e visualmente elaboradas. O filme investe bastante no espetáculo, apostando em efeitos digitais, coreografias intensas e cenários grandiosos. O humor aparece como um elemento fundamental para equilibrar a ação, impedindo que a aventura se torne excessivamente séria.
Entretanto, todo esse investimento visual não é acompanhado por um roteiro igualmente forte. Há muitos personagens, ameaças e acontecimentos disputando espaço, e a história por vezes parece mais preocupada em apresentar figuras conhecidas do que em aprofundar seus conflitos. A narrativa funciona melhor como uma aventura divertida do que como uma história de super-heróis realmente marcante.
E existe uma diferença importante entre construir um filme para os fãs e construir uma obra capaz de conquistar todos os públicos. Quem já conhece as tartarugas tende a aproveitar melhor as referências, os vilões e o humor característico. Para quem não tem essa ligação com a franquia, porém, a experiência pode parecer apenas mais um blockbuster repleto de efeitos especiais.
O desempenho comercial também não correspondeu às expectativas de uma produção desse porte. Com orçamento estimado em US$ 135 milhões e arrecadação mundial de aproximadamente US$ 246 milhões, o filme ficou aquém do desempenho do longa anterior e não garantiu a continuidade planejada daquela versão da franquia. Isso demonstra que efeitos grandiosos e personagens populares não são, por si só, garantia de sucesso. Dados: Box Office Mojo e IMDb.
A comparação com Sonic é interessante pela maneira como ambas as franquias exploram personagens queridos, humor e aventura. Entretanto, cada uma possui uma identidade própria, e o desempenho de uma não significa necessariamente que a outra tenha de seguir a mesma fórmula. No caso das Tartarugas Ninja, o maior mérito está em preservar o espírito irreverente dos personagens, mesmo quando o roteiro não consegue acompanhar a ambição visual.
Vale a pena assistir?
Sim, principalmente para quem cresceu acompanhando as Tartarugas Ninja ou simplesmente gosta de aventuras repletas de ação, humor e personagens extravagantes. É uma produção bem construída visualmente, com boas cenas de combate, vilões conhecidos e uma atmosfera que procura respeitar o material de origem.
Por outro lado, o excesso de acontecimentos e a falta de maior profundidade no roteiro impedem que o filme alcance todo o seu potencial. Existe bastante espetáculo, mas falta aquela história realmente memorável que faça a aventura permanecer na lembrança muito depois dos créditos finais.
Minha nota: 6,5/10. As Tartarugas Ninja: Fora das Sombras é um entretenimento competente, divertido e especialmente pensado para os fãs. Não chega a ser um grande marco do cinema de super-heróis, mas entrega boas doses de ação, nostalgia e humor. Às vezes, tudo o que queremos é rever nossos heróis favoritos em uma aventura descomplicada — e, nesse aspecto, o filme cumpre sua missão.
#AsTartarugasNinja #ForaDasSombras #TeenageMutantNinjaTurtles #TMNT #MeganFox #WillArnett #StephenAmell #CaseyJones #Bebop #Rocksteady #Krang #Destruidor #Cinema #CríticaDeFilme #CríticaCinematográfica #FilmesDeAção #Aventura #Comédia #FicçãoCientífica #EfeitosEspeciais #CGI #CulturaPop #Nostalgia #FilmesParaFãs #Cinefilia #Nota65
Filme divertido e tem cenas de ação bem conduzidas !!! O que irrita é os personagens, tirando as tartarugas, estarem bem mal adaptados e o fato desse filme ser tão infantil comparado ao primeiro , porém recomendável e está bem longe de ser rum
Nota 6/10 recomendo
Nota 6/10 recomendo
Grupo mutante formado por 4 tartaruga que vive no escodo, escondido da civilização até que um dia resolver salvar mundo da invasão Krang aí vem subtítulo fora da sombra. Quantidade exagerada de personagem acabou detonando o filme. April O'Neil da trama Michael Bay não tem nada haver com a April O'Neil do desenho animado dos anos 80. Maior parte da ação acontece fora do esgoto.
O primeiro já era bem fraco. Esse conseguiu ser pior em todos os sentidos,mesmo que o filme tenha mais foco nas tartarugas desta vez, a caracterização delas continuam abaixo do esperado, sem contar que o Rafael, que deveria ser o mais sangue quente, esta todo cheio de gracinhas e passa por situações onde age feito um bobalhao, e Leonardo está com a personalidade de Rafael, sério, solitário, com certo egoísmo, enfim... Se tratando se roteiro e atuações, a podridão e a quantidade de propaganda de marcas famosas continuam. O Cgi é razoável, as tartarugas estão com novos visuais, mas eu continuo não gostando dessa caracterização. O filme parece ter receio do primeiro, visto que ele ignora o fato de anteriormente o destruidor ser um velho careca cheio de cicatrizes na cara, e aqui é um jovem e belo rapaz, ignora também os dentes podres e tortos de Rafael, que aqui estão reluzentes e todos no seu devido lugar, parece bobagem mas isso irrita e zomba da capacidade do raciocínio do público. Esse filme tem um tom mais definido, ele é 100% infantil, acerta no visual e personalidade dos vilões bibop e rocksteder e krang, erra no destruidor e no casey jones e erra feio. A história do filme é muito inchada, e furada e o filme parece ser muito longo, a ação não empolga não há peso nas coisas, não há um personagem com camadas sequer. E o filme continua exalando michael bay, que já produziu coisas que gosto, como Massacre da serra de 2003 e o de 2006, sexta-feira13 de 2009 acho que ele se saiu bem nesses, mas em filmes de CGI o cara simplesmente faz tudo parecer transformers,as piadas ruins, a musica, a confusão visual,os personagens genéricos... As tartarugas ninja deveriam ter continuado nas sombras.
É um tipo de filme que não da para levar a sério, mas mesmo assim achei bem desinteressante e chatinho. Nota 5
O filme até tem uma sacadas interessantes, mas os diálogos são fracos, a história é sem graça e ficam forçando uma piadas sem graça... Achei o primeiro um pouco melhor...
Nostálgico e muito legal. Bons efeitos, boas cenas de ação. Deixa a porta aberta para continuações. Recomendado.
Mais uma continuação desnecessária.
Ao assistir o segundo filme das Tartarugas ninjas produzido por Michael Bay, fiquei com uma leve sensação de estar assistindo a um filme dos Transformers só que, com animais mutantes.
Como no filme dos Transformers a única coisa que se salva no filme são os efeitos visuais.
O longa conta com um roteiro repleto de clichês e de piadinhas para crianças de 8 anos (algumas arrancam um leve sorriso), e um monte de cenas desprezíveis.
A história é até boa, só que é muita mal produzida.
As atuações não são boas, principalmente de Megan Fox. E falando nela somente no final do filme descobrimos que ela ainda trabalha como jornalista, fruto de uma história mal produzida como já disse.
O conflito entre os irmãos é até interessante, e na forma como é resolvido também. O pai dos répteis ninjas é quase que deixado de lado, o que é uma pena.
Tartarugas ninjas 2 - Fora das sombras é um filme fraquissimo e ao seu decorrer vai ficando chato e cansativo. O título é bom para o contexto do filme, mas não para Michael Bay que ainda não conseguiu sair das sombras de Transformers.
Ao assistir o segundo filme das Tartarugas ninjas produzido por Michael Bay, fiquei com uma leve sensação de estar assistindo a um filme dos Transformers só que, com animais mutantes.
Como no filme dos Transformers a única coisa que se salva no filme são os efeitos visuais.
O longa conta com um roteiro repleto de clichês e de piadinhas para crianças de 8 anos (algumas arrancam um leve sorriso), e um monte de cenas desprezíveis.
A história é até boa, só que é muita mal produzida.
As atuações não são boas, principalmente de Megan Fox. E falando nela somente no final do filme descobrimos que ela ainda trabalha como jornalista, fruto de uma história mal produzida como já disse.
O conflito entre os irmãos é até interessante, e na forma como é resolvido também. O pai dos répteis ninjas é quase que deixado de lado, o que é uma pena.
Tartarugas ninjas 2 - Fora das sombras é um filme fraquissimo e ao seu decorrer vai ficando chato e cansativo. O título é bom para o contexto do filme, mas não para Michael Bay que ainda não conseguiu sair das sombras de Transformers.
Esse nv filme das tartarugas aposta mais na ação fácil e no fã sevice. E nisso até funciona e da pra divertir mais perdeu um pouco do elemento "ninja" q gostei mt no primeiro longa contínua com os msm erros e isso deixa o filme mais chato mais e mais um filme pra diversão,msmith q na minha opinião não supera se antecesor.nota-6/10
As Tartarugas voltaram com novos visuais, novos personagens, um estilo mais proxímo ao desenho dos anos 80, e ainda assim eu não gostei.
Começando pelos pontos positivos, nesse filme nós passamos mais tempo com as Tartarugas, e o elenco humano não toma tanto tempo de cena comparado ao anterior. A ação é contagiante, mesmo não fazendo justiça a parte "ninja" do título.
A produção parece bem mais confiante, apresentando vários elementos estranhos da mitologia das Tartarugas sem timidez.
Mas tudo isso é apenas enfeite de um roteiro básico de uma comédia com enfâse na ação e nos efeitos.
Os personagens quando não são pouco caracterizados, são esteriótipos ambulantes, como Baxter Sotckman, o nerd esquisitão, ou Destruidor, o vilão que é mal porque o roteiro mandou. Os poucos arcos que pude notar não se resolvem de forma lógica (eu ainda não entendi como as tartarugas se tornarem humanas iria ajudar a destruir o Técnodromo ou o que fez o Rapha mudar de ideia) e estão lá apenas para fingir que os personagens amadureceram.
Alguns desses pontos podem ser entendidos como o filme tentando fazer homenagem ao desenho antigo, como o Destruidor capacho do Krang, mas de nada serve homenagem quando a história não é boa, o que não era o ponto forte daquele desenho.
Isso tudo tem a ver com a proposta do estúdio para a marca "Tartarugas Ninja": comédia de ação. Onde o filme serve se é o que público quer ver, mas não para quem procura algo mais.
Obs: outras coisinhas que me incomodaram no filme:
É chato quando você considera o Michelangelo a sua tartaruga favorita e sente vergonha toda a vez que ele abre a boca.
Para que relembrar os nomes e personalidades de cada tartaruga não uma, mas duas vezes? O público já tem uma noção de quem é quem ou eles podem ir aprendendo ao longo do filme.
Começando pelos pontos positivos, nesse filme nós passamos mais tempo com as Tartarugas, e o elenco humano não toma tanto tempo de cena comparado ao anterior. A ação é contagiante, mesmo não fazendo justiça a parte "ninja" do título.
A produção parece bem mais confiante, apresentando vários elementos estranhos da mitologia das Tartarugas sem timidez.
Mas tudo isso é apenas enfeite de um roteiro básico de uma comédia com enfâse na ação e nos efeitos.
Os personagens quando não são pouco caracterizados, são esteriótipos ambulantes, como Baxter Sotckman, o nerd esquisitão, ou Destruidor, o vilão que é mal porque o roteiro mandou. Os poucos arcos que pude notar não se resolvem de forma lógica (eu ainda não entendi como as tartarugas se tornarem humanas iria ajudar a destruir o Técnodromo ou o que fez o Rapha mudar de ideia) e estão lá apenas para fingir que os personagens amadureceram.
Alguns desses pontos podem ser entendidos como o filme tentando fazer homenagem ao desenho antigo, como o Destruidor capacho do Krang, mas de nada serve homenagem quando a história não é boa, o que não era o ponto forte daquele desenho.
Isso tudo tem a ver com a proposta do estúdio para a marca "Tartarugas Ninja": comédia de ação. Onde o filme serve se é o que público quer ver, mas não para quem procura algo mais.
Obs: outras coisinhas que me incomodaram no filme:
É chato quando você considera o Michelangelo a sua tartaruga favorita e sente vergonha toda a vez que ele abre a boca.
Para que relembrar os nomes e personalidades de cada tartaruga não uma, mas duas vezes? O público já tem uma noção de quem é quem ou eles podem ir aprendendo ao longo do filme.
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