As Tartarugas Ninja - Fora das Sombras: Críticas - Página 3
As Tartarugas Ninja - Fora das Sombras
Média
3,5
615 notas
44 Críticas do usuário
5
7 críticas
4
7 críticas
3
14 críticas
2
10 críticas
1
3 críticas
0
3 críticas
Organizar por
Críticas mais úteisCríticas mais recentesPor usuários que mais publicaram críticasPor usuários com mais seguidores
Filtrar por:
Tudo
Luiz Antônio N.
30.873 seguidores
1.298 críticas
Seguir usuário
2,5
Enviada em 3 de setembro de 2016
As Tartarugas Ninja - Achei um filme mediano os efeitos são legais, os personagens me relembrou os desenhos que assistia quando era menor, mas a história ainda é meio morna
O primeiro já era bem fraco. Esse conseguiu ser pior em todos os sentidos,mesmo que o filme tenha mais foco nas tartarugas desta vez, a caracterização delas continuam abaixo do esperado, sem contar que o Rafael, que deveria ser o mais sangue quente, esta todo cheio de gracinhas e passa por situações onde age feito um bobalhao, e Leonardo está com a personalidade de Rafael, sério, solitário, com certo egoísmo, enfim... Se tratando se roteiro e atuações, a podridão e a quantidade de propaganda de marcas famosas continuam. O Cgi é razoável, as tartarugas estão com novos visuais, mas eu continuo não gostando dessa caracterização. O filme parece ter receio do primeiro, visto que ele ignora o fato de anteriormente o destruidor ser um velho careca cheio de cicatrizes na cara, e aqui é um jovem e belo rapaz, ignora também os dentes podres e tortos de Rafael, que aqui estão reluzentes e todos no seu devido lugar, parece bobagem mas isso irrita e zomba da capacidade do raciocínio do público. Esse filme tem um tom mais definido, ele é 100% infantil, acerta no visual e personalidade dos vilões bibop e rocksteder e krang, erra no destruidor e no casey jones e erra feio. A história do filme é muito inchada, e furada e o filme parece ser muito longo, a ação não empolga não há peso nas coisas, não há um personagem com camadas sequer. E o filme continua exalando michael bay, que já produziu coisas que gosto, como Massacre da serra de 2003 e o de 2006, sexta-feira13 de 2009 acho que ele se saiu bem nesses, mas em filmes de CGI o cara simplesmente faz tudo parecer transformers,as piadas ruins, a musica, a confusão visual,os personagens genéricos... As tartarugas ninja deveriam ter continuado nas sombras.
Mais uma continuação desnecessária. Ao assistir o segundo filme das Tartarugas ninjas produzido por Michael Bay, fiquei com uma leve sensação de estar assistindo a um filme dos Transformers só que, com animais mutantes. Como no filme dos Transformers a única coisa que se salva no filme são os efeitos visuais. O longa conta com um roteiro repleto de clichês e de piadinhas para crianças de 8 anos (algumas arrancam um leve sorriso), e um monte de cenas desprezíveis. A história é até boa, só que é muita mal produzida. As atuações não são boas, principalmente de Megan Fox. E falando nela somente no final do filme descobrimos que ela ainda trabalha como jornalista, fruto de uma história mal produzida como já disse. O conflito entre os irmãos é até interessante, e na forma como é resolvido também. O pai dos répteis ninjas é quase que deixado de lado, o que é uma pena. Tartarugas ninjas 2 - Fora das sombras é um filme fraquissimo e ao seu decorrer vai ficando chato e cansativo. O título é bom para o contexto do filme, mas não para Michael Bay que ainda não conseguiu sair das sombras de Transformers.
Esse nv filme das tartarugas aposta mais na ação fácil e no fã sevice. E nisso até funciona e da pra divertir mais perdeu um pouco do elemento "ninja" q gostei mt no primeiro longa contínua com os msm erros e isso deixa o filme mais chato mais e mais um filme pra diversão,msmith q na minha opinião não supera se antecesor.nota-6/10
Nostálgico é o adjetivo desta nova aventura dos quatro irmãos quelônios que impressiona os olhos, mas decepciona a mente. Com diversas homenagens ao mundo das tartarugas, as lágrimas escorrem de emoção ao ver em live-action personagens tão queridos e especiais. Temos muita ação, humor, Efeitos Visuais espetaculares, ótima trilha sonora e diversão! Um presente para os fãs de 30 a 40 anos e uma boa apresentação para um público mais jovem. Agora, aos que esperam um filme completo, não saem satisfeitos. Com a direção de Dave Green e roteiro de André Nemec e Josh Appelbaum, temos uma trama simplória, um tanto quanto infantil, com erros de figurino em suas continuidades, erro no espaço/tempo, ignora eventos passados ou seja, um enredo com falhas bem perceptíveis, do qual ser conveniente é o mais certo a se fazer para não ter muito o que explicar, que em minha opinião, causa um efeito reverso, tendo muito o que se explicar. Eu como fã, gostei, sendo superior ao anterior, pois temos mais, muito mais de Leonardo, Michelangelo, Donatello e Raphael e bem menos de April O'Neil (novamente sendo a pior personagem, uma vez que é representada pela péssima Megan Fox, que nesta continuação, nem parece ser mais tão bonita e sexy, os únicos tributos de tal pessoa aos olhos de um desconhecido). A apresentação de novos personagens são um caso a parte, pois é muito bem elaborada e aceita. Recomendo cinema pelo espetáculo visual e o som. Um ótimo entretenimento para a criança que existe em cada um de nós e pode vir a ser algo bobo para os intelectuais de plantão! COWABUNGA!!!!!...
O filme até tem uma sacadas interessantes, mas os diálogos são fracos, a história é sem graça e ficam forçando uma piadas sem graça... Achei o primeiro um pouco melhor...
Filme divertido e tem cenas de ação bem conduzidas !!! O que irrita é os personagens, tirando as tartarugas, estarem bem mal adaptados e o fato desse filme ser tão infantil comparado ao primeiro , porém recomendável e está bem longe de ser rum
As Tartarugas voltaram com novos visuais, novos personagens, um estilo mais proxímo ao desenho dos anos 80, e ainda assim eu não gostei.
Começando pelos pontos positivos, nesse filme nós passamos mais tempo com as Tartarugas, e o elenco humano não toma tanto tempo de cena comparado ao anterior. A ação é contagiante, mesmo não fazendo justiça a parte "ninja" do título. A produção parece bem mais confiante, apresentando vários elementos estranhos da mitologia das Tartarugas sem timidez.
Mas tudo isso é apenas enfeite de um roteiro básico de uma comédia com enfâse na ação e nos efeitos. Os personagens quando não são pouco caracterizados, são esteriótipos ambulantes, como Baxter Sotckman, o nerd esquisitão, ou Destruidor, o vilão que é mal porque o roteiro mandou. Os poucos arcos que pude notar não se resolvem de forma lógica (eu ainda não entendi como as tartarugas se tornarem humanas iria ajudar a destruir o Técnodromo ou o que fez o Rapha mudar de ideia) e estão lá apenas para fingir que os personagens amadureceram.
Alguns desses pontos podem ser entendidos como o filme tentando fazer homenagem ao desenho antigo, como o Destruidor capacho do Krang, mas de nada serve homenagem quando a história não é boa, o que não era o ponto forte daquele desenho.
Isso tudo tem a ver com a proposta do estúdio para a marca "Tartarugas Ninja": comédia de ação. Onde o filme serve se é o que público quer ver, mas não para quem procura algo mais.
Obs: outras coisinhas que me incomodaram no filme: É chato quando você considera o Michelangelo a sua tartaruga favorita e sente vergonha toda a vez que ele abre a boca. Para que relembrar os nomes e personalidades de cada tartaruga não uma, mas duas vezes? O público já tem uma noção de quem é quem ou eles podem ir aprendendo ao longo do filme.
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade