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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Chicago Sun-Times
Richard Linklater nos introduz a uma abundância de personagens, mas é um tributo ao roteiro (e às performances) que cada um dos jogadores de beisebol possui uma personalidade distinta e um fio narrativo próprio.
Collider
"Jovens, Loucos e Mais Rebeldes" é sobre tudo e nada ao mesmo tempo. A narrativa não tem nenhuma trajetória. Não existe um grande jogo a vencer, nem uma garota a conquistar. Ele é simplesmente sobre apreciar quem você é e o que está fazendo, não importa quem você for.
Variety
Poucos cineastas abraçaram tão bem a agridoce alegria de viver cada instante - principalmente aqueles momentos que são gloriosos por serem efêmeros.
Boston Globe
Tudo o que falta em "Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!" é uma trama. Mas o fato é que Richard Linklater não faz filmes com base em tramas, mas sim com base na vida.
Cinemascope
O caprichado design de produção e uma nostálgica trilha sonora com Van Halen, Queen, Blondie e Dire Straits recriam com precisão a atmosfera dos anos 1980 enquanto as histórias da trama se desenrolam com naturalidade.
Cineplayers
Tudo está nos pequenos diálogos e nos pequenos momentos - a falta de adequação, a busca por um propósito, a tentativa de pertencer ao padrão para logo em seguida mandá-lo às favas, a lealdade e o egoísmo, o exibicionismo, as rotinas exaustivas. E é isso que torna o filme de Linklater tão carismático...
Critikat.com
"Boyhood" e "Jovens, Loucos e Mais Rebeldes" compartilham a ambição do embalsamamento: capturar o instante de um olhar. Não um olhar qualquer, e sim aquele virgem, de um adolescente que, aproveitando os prazeres de sua época, ainda não sabe que ela nunca mais vai voltar.
O Globo
Um retrato social direto, perfeito na ambientação de costumes, figurinos e cenários. Linklater explora comportamentos e preconceitos, sem condenar ou aceitar passivamente os erros de seus protagonistas.
Revista de Cinema
Linklater recria o mundo do início dos anos oitenta com afeto: são as músicas, as roupas, os cortes de cabelo, os bigodes e os jogos de videogame. São estes detalhes [...] que evocam com carinho, não somente uma época, mas, sobretudo, uma imagem daquela época.
ScreenCrush
A estrutura do filme - que começa tranquilo e se torna irresistível ao final - é genial [...] No início, o espectador é um mero observador. No final, o público já faz parte do time. E você não vai querer que o filme acabe.
The Guardian
"Jovens, Loucos e Rebeldes" fez de seus protagonistas verdadeiras estrelas: Matthew McConaughey, Parker Posey e Ben Affleck eram completos desconhecidos antes de trabalhar com Richard Linklater. Se a justiça prevalecer, "Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!" terá o mesmo efeito sobre o seu elenco.
The Hollywood Reporter
[...] é tão honesto e objetivo sobre o passado quanto o seu prodecessor, outra entrada em uma filmografia repleta de joias cinematográficas imprevisíveis.
The Playlist
A força dos filmes de Linklater sempre foi a habilidade em capturar as texturas da experiência de vida, e "Jovens, Loucos e Mais Rebeldes" não é diferente neste aspecto: trata-se de um retorno confiante e extremamente divertido ao universo que se conecta com "Jovens, Loucos e Rebeldes"...
Papo de Cinema
Dividido entre os próprios impulsos de uma maturidade latente ou nas urgências de seus colegas de time e interesses românticos, o longa dedica algumas de suas camadas para avaliar o que ocorre com a chegada da vida adulta, seus dilemas e imbróglios.
Rubens Ewald
O filme é mais uma exposição de muitas canções de época (deve ter pago uma fortuna pelos direitos delas, mesmo sendo apresentadas apenas ao final depois dos letreiros com todo o elenco masculino - todos desconhecidos e nenhum deles com pinta de que vai dar certo - cantando como rapper!)
Cinema em Cena
Talvez o que eu realmente lamente seja perceber como um cineasta sempre tão determinado a buscar novos caminhos desta vez pareça estar apenas repetindo passos já dados. São passos divertidos e envolventes, é verdade, mas que carecem do frescor que Linklater costuma projetar a cada nova empreitada.
Rolling Stone
A trama, à primeira vista, parece apenas reproduzir a lógica de comédias adolescentes sem conteúdo, com cenas cheias de piadas sexistas, mas na realidade esconde as observações do diretor sobre os rituais e o modo de viver dos norte-americanos.
Screen International
[...] Richard Linklater consegue conectar o espectador com toda a diversão que ele teve nessa época de sua vida. Se você conseguir aguentar toda a testosterona, você se divertirá.
Télérama
O cineasta oferece um retrato de grupo mais comovente do que pode parecer a princípio, nos últimos anos despreocupados da década de 1970, antes do foco passar à economia e ao HIV. Uma história de iniciação à americana, captando um momento furtivo de liberdade.
Veja
Depois do ousado e premiado "Boyhood", o diretor Richard Linklater se volta para a própria juventude e realiza uma deliciosa e despretensiosa comédia. A detalhista recriação de época alida a um elenco em sintonia faz do filme um programa sem contraindicação.
Washington Post
Apesar de ser pequeno e específico, "Jovens, Loucos e Mais Rebeldes!!" é, improvavelmente, expansivo e universal. A sexta-feira sem fim que se torna a segunda-feira inevitável para o protagonista significa que o final de semana perdido era um final de semana para se encontrar.
Cineweb
Linklater quer manter seu registro leve, descompromissado, evitando referências a temas políticos do momento. Seus garotos vivem numa bolha e só querem se divertir com transas, maconha, festas, enquanto não têm que treinar para o beisebol.