Média
2,4
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Tudo
Lugar estranho, com gente esquisita. É um filme que te desafia a continuar assistindo. Começa ruim e termina péssimo. Isabelle Fuhrman praticamente não existe. Uma Thurman em atuação apagada e AnnaSophia Robb até que se esforça, mas tem um roteiro muito ruim.
Filme interessante sobre jovens problemáticos que vão para uma escola especial para desenvolver seus talentos. De forma impressionante, passam a se expressar com brilhantismo em diversas áreas, tais como; pintura, poesia, música e matemática. O que será descoberto a duras penas é que não se trata de puro talento havendo muitos segredos e mentiras.
Kit, uma jovem difícil, é enviada para o misterioso internato Blackwood Boarding School quando seu temperamento esquentado se torna demais para a mãe lidar. Uma vez que ela chega em Blackwood, Kit encontra a excêntrica diretora, Madame Duret, e conhece as outras estudantes da escola, quatro jovens mulheres que também seguem por um caminho conturbado. Enquanto explorava os corredores labirínticos da escola, Kit e suas colegas de classe descobrem que o lugar esconde um segredo milenar enraizado no paranormal
impressionante como os trailers Enganam, agente assiste e imagina que seria muito bom. mas quando termina você pode ter certeza que o trailer mostrou tudo que tinha de melhor e acabou por ali, Achei bem sem graça com uma história bem arrastada ⭐
impressionante como os trailers Enganam, agente assiste e imagina que seria muito bom. mas quando termina você pode ter certeza que o trailer mostrou tudo que tinha de melhor e acabou por ali, Achei bem sem graça com uma história bem arrastada ⭐
Embora seja um clichê adolescente, este filme pode ser considerado pior que um clichê, já que é um bem mal feito. Entretanto, pode ser perfeito para por na tv como plano de fundo para mexer no celular.
Bem meia boca, mas tem piores bem piores...
isso saiu diretamente da aba de "terror" do wattpad, não tem outra explicação, o filme é ruim do começo ao fim
Lixo, sem pe nem cabeca, com um final péssimo
Perda de tempo total. Ate a metade , vc acha que vai ser um otimo filme....
Perda de tempo total. Ate a metade , vc acha que vai ser um otimo filme....
Filme escuro, não dá pra entender o que acontece em várias cenas. A história não é ruim e alguns sustos até são bons, acho que a escuridão atrapalhou demais.
Muito inovador na temática, clichê no amor e surpreendente no desenvolvimento. Jamais iria adivinhar como a história andaria, geralmente filmes de terror envolvem só espíritos e demônios mas esse vai além, me deixou refletindo com dilema moral por dia e me assombrando com a tristeza da história.
POR UM CORREDOR ESCURO — 2018
Título original: Down a Dark Hall
Ano de lançamento: 2018
Duração: 1h36min
Gêneros: Terror, Mistério, Fantasia, Suspense
Direção: Rodrigo Cortés
Principais atores:
AnnaSophia Robb — Kit Gordy
Uma Thurman — Madame Duret
Isabelle Fuhrman — Izzy
Victoria Moroles — Veronica
Rosie Day — Sierra
Taylor Russell — Ashley
️ ESTÓRIA
Sabe aquele filme que termina e você olha para a tela pensando:
“Por que eu perdi meu tempo assistindo isso?”
Pois é...
Para mim, “Por Um Corredor Escuro” foi exatamente essa experiência.
E talvez a pior parte seja admitir o motivo pelo qual comecei a assistir:
Uma Thurman.
A expectativa era encontrar um suspense sombrio, misterioso e perturbador, principalmente porque a história tinha elementos interessantes.
Kit Gordy é uma adolescente problemática que acaba sendo enviada para a misteriosa Blackwood, uma escola particular destinada a jovens consideradas difíceis, onde seus talentos aparentemente seriam desenvolvidos.
No começo, parece uma oportunidade.
Um novo ambiente.
Novas pessoas.
Uma chance de recomeço.
Mas rapidamente as garotas começam a perceber que existe alguma coisa muito errada naquele lugar.
A escola esconde segredos.
A diretora, Madame Duret, parece saber muito mais do que revela.
E quanto mais as meninas investigam, mais descobrem que Blackwood não é simplesmente uma escola para desenvolver talentos.
Existe algo muito mais sombrio acontecendo.
A PREMISSA ERA BOA
Aqui está o problema:
a ideia não era ruim.
Muito pelo contrário.
Uma escola isolada.
Adolescentes problemáticas.
Uma diretora misteriosa.
Talentos que começam a se desenvolver de maneira inexplicável.
Corredores escuros.
Segredos.
E uma força sobrenatural por trás de tudo.
Temos todos os ingredientes para construir um excelente filme de terror psicológico.
Mas ter uma boa premissa não significa ter um bom filme.
E é justamente aí que Por Um Corredor Escuro tropeça.
UMA THURMAN
E aqui está uma das maiores decepções.
Uma Thurman.
Quando vejo uma atriz desse calibre em um filme desse gênero, espero que sua presença seja utilizada para criar uma personagem memorável.
Madame Duret tinha potencial para ser uma grande vilã.
Uma diretora elegante, misteriosa e aparentemente sofisticada, escondendo algo monstruoso.
Mas o filme não consegue explorar todo esse potencial.
Thurman está ali.
Tem presença.
Tem aparência.
Tem o nome.
Mas parece que o roteiro nunca sabe exatamente o que fazer com ela.
E isso é frustrante.
Porque uma personagem dessas poderia ter carregado o filme inteiro.
易 O PROBLEMA DO ROTEIRO
O maior pecado do filme é justamente o roteiro.
Ele apresenta mistérios, mas não consegue transformar esses mistérios em tensão verdadeira.
Você sabe que existe alguma coisa escondida.
Você sabe que aquelas meninas estão em perigo.
Você sabe que a escola não é normal.
Mas o filme demora para transformar essas descobertas em algo realmente assustador.
Em vez de criar uma atmosfera crescente de paranoia e medo, muitas situações parecem simplesmente conduzir o espectador de uma revelação para outra.
E terror precisa de mais do que explicações.
Terror precisa de atmosfera.
Precisa fazer o espectador olhar para aquele corredor escuro e pensar:
“Eu não entraria aí.”
Aqui, muitas vezes, a sensação é:
“Vamos logo descobrir o que está acontecendo.”
AS ALUNAS
Outro problema está nas personagens.
O conceito de colocar adolescentes problemáticas em uma escola especial poderia render muito mais.
Cada uma poderia carregar um trauma diferente.
Cada uma poderia representar uma forma diferente de lidar com seus próprios demônios.
E a própria escola poderia funcionar como uma metáfora:
um lugar criado para desenvolver talentos que, na verdade, transforma fragilidade em instrumento de manipulação.
Mas o filme não aprofunda suficientemente essas relações.
E quando não nos conectamos com os personagens, o perigo também perde força.
PRODUÇÃO
Visualmente, existe uma tentativa de criar uma atmosfera gótica.
A mansão, os corredores, a escola isolada e a fotografia ajudam a construir o ambiente.
Mas uma boa estética não sustenta sozinha um filme.
Você pode colocar o cenário mais sombrio possível diante da câmera.
Se o roteiro não produzir tensão, aquele corredor continuará sendo apenas um corredor.
E esse é justamente o problema.
O filme tem aparência de terror.
Mas, para mim, faltou alma de terror.
E O MEDO?
Esse talvez seja o ponto mais importante.
Eu assisto a um filme de terror esperando sentir alguma coisa.
Medo.
Tensão.
Ansiedade.
Surpresa.
Desconforto.
Aqui, em muitos momentos, senti apenas espera.
Esperando acontecer alguma coisa.
Esperando a história engrenar.
Esperando o mistério ficar realmente interessante.
E quando finalmente chegamos às respostas, elas não compensam suficientemente a jornada.
CRÍTICA
Por Um Corredor Escuro tinha tudo para ser melhor.
Uma premissa interessante.
Uma mansão misteriosa.
Adolescentes com problemas.
Uma diretora interpretada por Uma Thurman.
Uma atmosfera que poderia lembrar aqueles bons filmes de terror adolescente que conseguem misturar mistério, sobrenatural e suspense.
Mas o filme fica preso entre gêneros.
Não é suficientemente assustador para ser um grande terror.
Não é suficientemente profundo para ser um grande drama.
E não é suficientemente surpreendente para funcionar como um grande mistério.
É uma produção que começa prometendo mais do que consegue entregar.
E talvez seja exatamente isso que torne a experiência tão frustrante.
VEREDITO
“Por Um Corredor Escuro” é um daqueles filmes em que a expectativa é maior do que o resultado.
Assisti principalmente porque tinha Uma Thurman, esperando que sua presença fosse um dos grandes diferenciais.
Mas saí com a sensação de que uma boa atriz foi colocada dentro de uma história que não conseguiu aproveitar todo o seu potencial.
A ideia de uma escola para adolescentes problemáticas escondendo segredos sobrenaturais poderia ter produzido algo realmente perturbador.
Mas faltaram tensão, profundidade e principalmente um roteiro capaz de transformar a premissa em uma experiência memorável.
No fim, fica aquela sensação cruel para qualquer espectador:
o filme tinha potencial para ser muito melhor do que foi.
E quando terminamos pensando que poderíamos ter escolhido outro filme...
é sinal de que alguma coisa deu muito errado.
⭐ MINHA NOTA: 2/10
Uma boa premissa desperdiçada. A presença de Uma Thurman chama atenção, mas não consegue salvar um roteiro fraco e uma história que demora demais para entregar aquilo que promete. Para mim, é daqueles filmes que deixam mais arrependimento do que vontade de rever.
#PorUmCorredorEscuro #DownADarkHall #UmaThurman #AnnaSophiaRobb #IsabelleFuhrman #Cinema #Filmes
Título original: Down a Dark Hall
Ano de lançamento: 2018
Duração: 1h36min
Gêneros: Terror, Mistério, Fantasia, Suspense
Direção: Rodrigo Cortés
Principais atores:
AnnaSophia Robb — Kit Gordy
Uma Thurman — Madame Duret
Isabelle Fuhrman — Izzy
Victoria Moroles — Veronica
Rosie Day — Sierra
Taylor Russell — Ashley
️ ESTÓRIA
Sabe aquele filme que termina e você olha para a tela pensando:
“Por que eu perdi meu tempo assistindo isso?”
Pois é...
Para mim, “Por Um Corredor Escuro” foi exatamente essa experiência.
E talvez a pior parte seja admitir o motivo pelo qual comecei a assistir:
Uma Thurman.
A expectativa era encontrar um suspense sombrio, misterioso e perturbador, principalmente porque a história tinha elementos interessantes.
Kit Gordy é uma adolescente problemática que acaba sendo enviada para a misteriosa Blackwood, uma escola particular destinada a jovens consideradas difíceis, onde seus talentos aparentemente seriam desenvolvidos.
No começo, parece uma oportunidade.
Um novo ambiente.
Novas pessoas.
Uma chance de recomeço.
Mas rapidamente as garotas começam a perceber que existe alguma coisa muito errada naquele lugar.
A escola esconde segredos.
A diretora, Madame Duret, parece saber muito mais do que revela.
E quanto mais as meninas investigam, mais descobrem que Blackwood não é simplesmente uma escola para desenvolver talentos.
Existe algo muito mais sombrio acontecendo.
A PREMISSA ERA BOA
Aqui está o problema:
a ideia não era ruim.
Muito pelo contrário.
Uma escola isolada.
Adolescentes problemáticas.
Uma diretora misteriosa.
Talentos que começam a se desenvolver de maneira inexplicável.
Corredores escuros.
Segredos.
E uma força sobrenatural por trás de tudo.
Temos todos os ingredientes para construir um excelente filme de terror psicológico.
Mas ter uma boa premissa não significa ter um bom filme.
E é justamente aí que Por Um Corredor Escuro tropeça.
UMA THURMAN
E aqui está uma das maiores decepções.
Uma Thurman.
Quando vejo uma atriz desse calibre em um filme desse gênero, espero que sua presença seja utilizada para criar uma personagem memorável.
Madame Duret tinha potencial para ser uma grande vilã.
Uma diretora elegante, misteriosa e aparentemente sofisticada, escondendo algo monstruoso.
Mas o filme não consegue explorar todo esse potencial.
Thurman está ali.
Tem presença.
Tem aparência.
Tem o nome.
Mas parece que o roteiro nunca sabe exatamente o que fazer com ela.
E isso é frustrante.
Porque uma personagem dessas poderia ter carregado o filme inteiro.
易 O PROBLEMA DO ROTEIRO
O maior pecado do filme é justamente o roteiro.
Ele apresenta mistérios, mas não consegue transformar esses mistérios em tensão verdadeira.
Você sabe que existe alguma coisa escondida.
Você sabe que aquelas meninas estão em perigo.
Você sabe que a escola não é normal.
Mas o filme demora para transformar essas descobertas em algo realmente assustador.
Em vez de criar uma atmosfera crescente de paranoia e medo, muitas situações parecem simplesmente conduzir o espectador de uma revelação para outra.
E terror precisa de mais do que explicações.
Terror precisa de atmosfera.
Precisa fazer o espectador olhar para aquele corredor escuro e pensar:
“Eu não entraria aí.”
Aqui, muitas vezes, a sensação é:
“Vamos logo descobrir o que está acontecendo.”
AS ALUNAS
Outro problema está nas personagens.
O conceito de colocar adolescentes problemáticas em uma escola especial poderia render muito mais.
Cada uma poderia carregar um trauma diferente.
Cada uma poderia representar uma forma diferente de lidar com seus próprios demônios.
E a própria escola poderia funcionar como uma metáfora:
um lugar criado para desenvolver talentos que, na verdade, transforma fragilidade em instrumento de manipulação.
Mas o filme não aprofunda suficientemente essas relações.
E quando não nos conectamos com os personagens, o perigo também perde força.
PRODUÇÃO
Visualmente, existe uma tentativa de criar uma atmosfera gótica.
A mansão, os corredores, a escola isolada e a fotografia ajudam a construir o ambiente.
Mas uma boa estética não sustenta sozinha um filme.
Você pode colocar o cenário mais sombrio possível diante da câmera.
Se o roteiro não produzir tensão, aquele corredor continuará sendo apenas um corredor.
E esse é justamente o problema.
O filme tem aparência de terror.
Mas, para mim, faltou alma de terror.
E O MEDO?
Esse talvez seja o ponto mais importante.
Eu assisto a um filme de terror esperando sentir alguma coisa.
Medo.
Tensão.
Ansiedade.
Surpresa.
Desconforto.
Aqui, em muitos momentos, senti apenas espera.
Esperando acontecer alguma coisa.
Esperando a história engrenar.
Esperando o mistério ficar realmente interessante.
E quando finalmente chegamos às respostas, elas não compensam suficientemente a jornada.
CRÍTICA
Por Um Corredor Escuro tinha tudo para ser melhor.
Uma premissa interessante.
Uma mansão misteriosa.
Adolescentes com problemas.
Uma diretora interpretada por Uma Thurman.
Uma atmosfera que poderia lembrar aqueles bons filmes de terror adolescente que conseguem misturar mistério, sobrenatural e suspense.
Mas o filme fica preso entre gêneros.
Não é suficientemente assustador para ser um grande terror.
Não é suficientemente profundo para ser um grande drama.
E não é suficientemente surpreendente para funcionar como um grande mistério.
É uma produção que começa prometendo mais do que consegue entregar.
E talvez seja exatamente isso que torne a experiência tão frustrante.
VEREDITO
“Por Um Corredor Escuro” é um daqueles filmes em que a expectativa é maior do que o resultado.
Assisti principalmente porque tinha Uma Thurman, esperando que sua presença fosse um dos grandes diferenciais.
Mas saí com a sensação de que uma boa atriz foi colocada dentro de uma história que não conseguiu aproveitar todo o seu potencial.
A ideia de uma escola para adolescentes problemáticas escondendo segredos sobrenaturais poderia ter produzido algo realmente perturbador.
Mas faltaram tensão, profundidade e principalmente um roteiro capaz de transformar a premissa em uma experiência memorável.
No fim, fica aquela sensação cruel para qualquer espectador:
o filme tinha potencial para ser muito melhor do que foi.
E quando terminamos pensando que poderíamos ter escolhido outro filme...
é sinal de que alguma coisa deu muito errado.
⭐ MINHA NOTA: 2/10
Uma boa premissa desperdiçada. A presença de Uma Thurman chama atenção, mas não consegue salvar um roteiro fraco e uma história que demora demais para entregar aquilo que promete. Para mim, é daqueles filmes que deixam mais arrependimento do que vontade de rever.
#PorUmCorredorEscuro #DownADarkHall #UmaThurman #AnnaSophiaRobb #IsabelleFuhrman #Cinema #Filmes
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