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Almanaque Virtual
O diretor e roteirista britânico Edgar Wright realiza sinfonia cinematográfica com harmonia perfeita da trilha musical com a montagem, o som, os diálogos e a encenação coreografada.
Chicago Sun-Times
Tudo funciona [em "Em Ritmo de Fuga"]. Todas as suas partes. A música, as performances, as reviravoltas no enredo, a energia pura e a força vital do filme.
Cinema com Rapadura
É através dos olhos (e ouvidos) de Baby que mergulhamos neste universo de realismo fantástico, recheado de crimes, carros realizando manobras quase impossíveis, doces romances e até terror, momento em que a fotografia do sempre incrível Bill Pope brilha com toques de Dario Argento.
Cinemascope
O que importa é que Wright mostra uma maturidade invejável e um carinho gigante pelo universo em que cria, definindo muito bem os dramas pessoais de seus personagens e compasso meticulosamente calculado e bem construído de seu filme.
Collider
Embora a trama siga as regras dos suspense de crime tradicionais, a direção não tem nada de comum. [...] Tudo é trilha sonora, tudo é música, e isso cria uma experiência diferente de tudo que você já viu.
Críticos.Com.Br
A genialidade do filme está na forma como a trilha sonora exerce papel fundamental em cada cena, nos momentos grandiosos e naqueles aparentemente irrelevantes. O próprio título do filme faz referência a uma canção de Simon and Garfunkel. O som é o coração pulsante da obra...
O Globo
Um filme de ação ágil, coerente, divertido e esperto, algo bastante raro para filmes de ação. Wright insere trocentos elementos audiovisuais numa mesma história e ainda dirige lindas cenas tensas e absurdas de perseguição de carro.
Quarto Ato
[...] A cinematografia exposta por Wright é um deleite sem fim. As cenas de perseguição, que no começo são belas, se tornam sujas com o passar dos atos, o que inclui tiroteio, muito sangue e uma música para cada momento. Para isto, o diretor e seus montadores [...] executam um trabalho de gênio.
The Guardian
Como todos os filmes de perseguição de carros, "Em Ritmo de Fuga" adere à convenção essencialmente romântica de que a perseguição do carro é aquela parte da criminalidade que é milagrosa e quase redentora sem pecado e sem vícios, [características] que são exclusivas dos criminosos.
Cinemação
O melhor de “Em Ritmo de Fuga” é a forma como o roteiro consegue se aprofundar na mentalidade do protagonista, de forma que nos importemos com ele – e o compreendamos gradativamente.
Screen Rant
Funciona em todos os aspectos. "Em Ritmo de Fuga" é um passeio empolgante, de tirar o fôlego, cheio de energia dos motores, fluxo criativo e atuações sólidas.
ScreenCrush
Uma viagem cinematográfica empolgante e original que homenageia as obras-primas sobre roubo, enquanto cria o seu próprio legado. Daqui a 20 anos, jovens diretores vão homenagear o filme de Wright, que confirma sua posição como um dos diretores mais valiosos e criativos.
Boston Globe
"Em Ritmo de Fuga" me proporcionou o melhor tempo que passei no cinema em meses [...]. É uma diversão deslumbrante, uma série de altos cinematográficos que conseguem a vertigem da arte não excelente, mas o excelente entretenimento (e, portanto, a arte através da porta dos fundos).
Ccine10
O roteiro de Edgar Wright é brilhante nos dois primeiros atos, ao compor de forma impecável todos os personagens [...], e por saber construir um enredo envolvente e cheio de camadas [...]. O único problema é que exatamente no clímax, a cereja do bolo, não saiu tão bem.
CineClick
Nem mesmo as situações clichês e alguns personagens um tanto canastrões são capazes de tirar o brilho desse longa, que é um dos mais divertidos e criativos do ano.
Cinema em Cena
[...] O cineasta acerta também na escalação de seu elenco, provando, por exemplo, como o projeto e o personagem certos conseguem transformar um ator fraco como Ansel Elgort em uma figura fascinante (vide Adam Sandler em "Embriagado de Amor")...
Cinepop
Dizer que "Em Ritmo de Fuga" é o filme menos Edgar Wright da carreira do cineasta é uma afirmação equivocada. Quem conhece de perto o currículo do diretor identificará todos os elementos utilizados por ele anteriormente, em especial a sátira aos filmes de gênero.
New York Times
Há muito para desfrutar em "Em Ritmo de Fuga", incluindo as satisfações de construção cinematográfica genuína e técnica, qualidades que os espectadores não podem mais dar por certas [em todos os filmes].
Rolling Stone
"Em Ritmo de Fuga" estabelece o inglês Edgar Wright (Scott Pilgrim contra o Mundo) como um dos diretores mais inventivos do cinema deste século. [...] O diretor oferece novos ângulos para cenas de perseguição de automóveis e injeta surpresas em um roteiro delicioso e lotado de personagens marcantes.
Rubens Ewald
Pode ser tudo até um pouco clichê (como arranjar uma namorada garçonete de lanchonete, um papel que é feito de forma adequada pela última "Cinderella" de Disney, Lily James). Mas o elenco tem suas surpresas (vide créditos acima) e seus delírios, extremamente bem orquestrados e sempre surpreendentes.
Screen International
Os cenários maravilhosos de "Em Ritmo de Fuga" e as seleções de músicas imprevisíveis mantêm a história excitante [para o público], o que é crucial, já que o enredo de Wright não é tão hábilidoso.
The Hollywood Reporter
Uma história de amor criminal, tão consciente do Pop como os trabalhos mais antigos de Wright, mas [dessa vez de um jeito] não irânico sobre seu núcleo romântico, agradará os fãs do diretor, mas não requer nenhum certificado de expert em filmes...
The Playlist
Os grandes filmes de ação sempre tiveram mais pontos em comum com uma coreografia de dança do que com o simples apetite pela destruição, e Wright mostra todos os passos que conhece.
Variety
Como todos os filmes de Edgar Wright, "Em Ritmo de Fuga" é uma explosão, com música em todos os momentos e um excesso de idéias inspiradas. Porém também é uma bagunça...
Veja
Como misturar aventura, romance e humor e, ainda assim, ser original e bem-sucedido? A resposta está no eletrizante "Em Ritmo de Fuga", título genérico para "Baby Driver"...
Cineplayers
"Em Ritmo de Fuga" poderia ter sido um filme melhor, mas ainda é totalmente Edgar Wright no que seu cinema tem de maior êxito. Os problemas do filme são atenuados pelo adorável carisma do elenco (Elgort e James, principalmente) e pela prodigiosa tenacidade da direção.
Cineweb
Wright parece tão enamorado de sua ideia - na qual a música dita o ritmo e a montagem do filme – que não abre mão dela, nem quando se torna excessiva. Dez, quinze minutos disso é uma sacada. Quase duas horas é excesso. E os personagens e tramas se tornam reféns desse estratagema.
Folha de São Paulo
"Em Ritmo de Fuga" é aventura de ritmo acelerado. Nas espetaculares cenas de perseguições de carros. Na trilha sonora recheada de boas canções de rock, blues e soul de décadas variadas. No roteiro urgente, enxuto, que parece nunca ter tempo a perder.
Observatório do Cinema
Há uma opção por um clima mais fruitivo, com várias tiradas cômicas. Logo, é como se fosse uma versão burlesca e cartunesca de um "Três Homens em Conflito", de um "Blade Runner" ou, para ser mais didático, de um "Drive".
Washington Post
Tão encantador quanto "Em Ritmo de Fuga" se esforça para ser, o apelo começa a ser diminuído uma vez que Wright deixa seus objetivos fetichistas claros.
Zero Hora
O tipo de entretenimento que "Em Ritmo de Fuga" proporciona, de fato, lembra mais o de produções como "À Prova de Morte" (2007), dirigido por Tarantino, do que propriamente o de "Drive". Contudo, o que o filme de Wright tem a oferecer é mais pobre – na comparação com ambos.
Critikat.com
Um falso filme leve, que entrelaça cenas puramtente cosméticas com conflitos narrativos forçados. [...] Resultado: com medo de parecer gratuito, "Em Ritmo de Fuga" não consegue se impor como o filme de ação divertido e habilidoso que ele poderia ter sido.
Télérama
As primeiras cenas são coreografadas, mas estes códigos da comédia musical se esgotam bem rápido. Sobra apenas um suspense policial medíocre, com personagens mal escritos e interpretados de maneira exagerada.