Em Ritmo de Fuga (Baby Driver)
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4,3
1593 notas

107 Críticas do usuário

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Emilio R.
Emilio R.

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de agosto de 2017
O filme é bem interessante. O Baby parece um retardado mesmo, mas durante o filme mostra que é bem esperto e boa gente. Vale a pena assistir.
Glenio S.
Glenio S.

3 seguidores 8 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de agosto de 2017
Muito bom... enredo não é original, mas te prende. A construção da narrativa é excelente. Só peça no final que, na minha opinião, ficou muito extenso.
pedro h.
pedro h.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 11 de agosto de 2017
Que Direção  Que Trilha  Que Filme !!!  Tudo Maravilhoso, Parabéns Edgar Vc arrebenta demais
Nelson J
Nelson J

51.037 seguidores 1.978 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 9 de agosto de 2017
Filme excede as expectativas, com jovem que sofreu trauma e sequela da morte dos pais em acidente de carro, quando ele ficou com um zumbido permanente nos ouvidos. Seu talento para dirigir e em mixar músicas e falas o destacam, mas acaba se tornando refém de um chefe de quadrilha que o obriga a dirigir nos assaltos. Ele se tornará um criminoso e assassino circunstancia, mantendo a sua bondade. No final será condenado a 25 anos de prisão, mas diante de tantos depoimentos sobre a sua bondade, acabará obtendo a condicional em 5 anos. Vale a pena. Nem todo bandido é mau.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 5 de agosto de 2017
Falar que “Baby Driver é um novo tipo de comedia musical é mais clichê que falar que Edgar Wright só faz filme bom, pois é, ambos são clichês, mas ambos são reais, Edgar acerta em cheio com seu novo longa, com cenas de ação excelentes, ótimo elenco, ótima direção e um trabalho primoroso de mixagem e edição de som. O roteiro beira as loucuras de “Velozes e Furiosos”, temos situações incrédulas, soluções simples, e motivação falha, mas em “Baby Driver”, o roteiro é algo meio secundário, a ação também é, tudo isso é quase uma desculpa para fazer um videoclipe único de duas horas. Temos a historia de Baby(Ansel Elgort), um jovem que tem um talento incrível, dirigi um carro como ninguém, e acaba por dever favores para um mafioso, que o acaba utilizando como piloto de fuga para seus assaltos, mas no meio do caminho ele se apaixona e tenta se livrar de suas ameaças. É interessante que mesmo um filme que pode ser considerado um musical, um romance, uma comedia e uma ação, contem imensos simbolismos, como o fato de Baby precisar ouvir musica pra não ouvir o zumbido em seu ouvido, e como se Baby abafasse sua consciência com musica ficado sujeito a qualquer coisa, ou como a vestimenta de Baby e de Debora(Lily James) passam sempre um ar de algo nostálgico e do passado, como se seu amor fosse algo clássico, ou uma paixão antiga, e Edgar deixa isso bem claro em pequenos flames simulando uma paixão que se passa nos anos 50, ou até mesmo o fato do personagem de Jamie Foxx sempre ter que se vitimizar para poder justificar seus crimes, ou o espelho que tem com o personagem de Jon Hamm, a onde o mesmo era um corretor da bolsa e agora é bandido, como se não houvesse diferenças. Edgar, mesmo sendo um diretor voltado pra comedia tem um cuidado primoroso na parte técnica de seu filmes, e esse seu ultimo longa não foi diferente, até o som da bala dos tiros tinha sonoplastia, até o andar dos personagens se alinhavam ao ritmo da musica, é um cuidado extremo, sua edição de som é boa, mas sua mixagem é espetacular- Concorrente serio de Dunkirk ao óscar da categoria- mas outros aspectos também são notórios, como o ângulo das câmeras nas cenas de ação, que mesmo não sendo muito inovadoras, se utilizam de uma montagem absurdamente boa, ou melhor, toda a montagem do filme é muito boa e Edgar sabe como usar a câmera, planos aéreos, planos abertos, planos fechados, 360, mudança de quadro, um incrível, lindo e maravilhosos plano sequencia e até um duelo de olhos no melhor estilo Sergio Leone, não podemos deixar de citar também sua boa e eclética trilha com mais de 30 musicas e sua fotografia urbana. Ansel Elgort está ótimo como Baby, entende seu personagem como ninguém, sabe ser triste, brabo e indiferente, Jamie Foxx e Lily James também estão muito bem, Keven Spacey imponente como sempre, e Jon Hamm está maravilhoso interpretando seu apaixonado e psicótico Buddy. Precisamos ficar de olho em Edgar Wright, e não é de onde, principalmente agora que o diretor faz seu primeiro trabalho em Holywood, correndo o risco de ter seu estilo questionado por grandes produtoras ou cortado por showrunners, mas nada disso acontece, “Baby Driver” segue seu estilo e todas as características dele estão presentes, Edgar é um diretor extremamente novo que tem muita contribuição a dar para o cinema ainda e esse seu ultimo lançamento apenas prova isso.
Bruno P.
Bruno P.

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4,0
Enviada em 4 de agosto de 2017
O filme de ação do ano, Edgar wright está de volta, com um ritmo frenético, humor e diversão garantida em "Baby Driver". O filme parece um longo AMV (anime music video), aqueles clipes de animações japonesas editados e combinados com alguma música. A trilha sonora se encaixa perfeitamente com as cenas, a edição é muito precisa e esta em plena harmonia com as músicas, e que playlist o diretor e roteirista britânico preparou!
O protagonista Baby sofreu um acidente de carro quando era menor e precisa estar ouvindo música o tempo todo para controlar o seu problema, e a música rege todas as ações do personagem, desde os créditos de abertura, onde vemos um plano-sequencia muito bem executado, quanto no terceiro ato, onde Baby esta no meio de uma perseguição, mas só engata a marcha quando seleciona uma música digna das próximas cenas de ação que estão por vir. Apesar de ter uma direção autoral realizada com maestria, e um roteiro energético e operante, o diretor peca na hora de desenvolver seus persongens e tirar as interpretações dos seus atores, o único que ainda consegue se destacar é o ótimo Kevin Spacey, já o mesmo não pode ser dito do protagonista Ansel Elgort, ator jovem e pouco expressivo. Tirando isso, "Baby Driver" tem um bom timing cômico, sequências de ação enervantes e uma trilha sonora incrível, vale a pena conferir.
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de agosto de 2017
História simples, mas contada de forma frenética, bem humorada e elaborada, toda narrativa da trama é bem resolvida e bem concluída.

Para critica completa no blog parsageeks.blogspot.com.br
Michaela L.
Michaela L.

9 seguidores 45 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 30 de julho de 2017
Fui com grandes espectativas e o filme com certeza não decepcionou!! Ansel Elgort foi brilhante no papel. Trama bem feita e o final é justo com todo o enredo.
Júnior S.
Júnior S.

1.193 seguidores 269 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 28 de julho de 2017
Baby Driver é um filme mais genérico que os remédios da minha vó, nem parece que é de Edgar Wright. Mas as sequências alucinantes de perseguição a carro, junto a uma soundtrack matadora, fazem deste one-last-job movie um entretenimento pra lá de satisfatório. Ansel Elgort esbanjando carisma como o piloto de fulga coração de ouro, além, claro, do suporting cast de primeira liderado pelo charme irresistível de Lily James.
Alvaro Triano
Alvaro Triano

98 seguidores 97 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 28 de julho de 2017
Baby Driver ou como foi traduzido no Brasil "Em Ritmo de Fuga" é o filme que você precisa assistir hoje, agora, nesse exato momento. Não se deixe levar pelo título, até porque quem escreveu (roteiro) e dirigiu esse filme foi o britânico Edgar Wright (Heróis de Ressaca e o maravilhoso Scott Pilgrim Contra o Mundo), Wright vem de uma safra de diretores inventivos, sua filmografia é carregada de paródia a cultura pop. Em seu novo trabalho temos a premissa de um jovem motorista de carro de fuga (bem Carga Explosiva) que possui um problema auditivo, e por isso, precisa ouvir música o tempo todo para reduzir o zumbido nos ouvidos. Ele trabalha para o chefão Doc (Kevin Spacey) e seus capangas, Buddy (Jon Hamm), Griff (Jon Bernthal), Darling (Eiza González), Bats (Jamie Foxx), Eddie (Flea), entre outros, pois cada missão uma equipe diferente. Uma narrativa bem básica de filmes de assalto. se não fosse pela engenhosidade do seu diretor em sincronizar as músicas que Baby (Ansel Elgort) escuta o tempo todo com as cenas dos 118 min da produção, daí a necessidade das 43 canções listadas nos créditos. O longa não é um musical de John Carney, mas Wright utiliza a trilha sonora e batidas de forma rítmica e cheia de estilo (põe estilo nisso), dá vontade de bater os pés em cada um dos takes sincronizados, uma verdadeira aula de edição rítmica, desde o roncar do motor do carro, limpador de parabrisa, cédulas sendo contadas, tiros de metralhadora, tudo é um bom motivo de encaixar uma música, e como combina com maestria. Em Baby Driver, os cenários são como peças da coreografia para os personagens que interagem harmonicamente com as notas de cada canção. O primeiro take é filmado em plano-sequência ao som de Bellbottoms, do The Jon Spencer Blues Explosion, cada trilha é usada por Baby como um cronometro do tempo de assalto para a fuga, além de servir como elemento principal da narrativa. O diretor filma bem cenas de ação e seu controle de transição, cortes rápidos e montagem é bem apurado, se enquadrando muito bem no escopo do longa. Baby Driver é um dos melhores filmes de ação desse ano, com louvor.
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