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Diogo Codiceira
20 seguidores
727 críticas
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2,0
Enviada em 26 de abril de 2025
A pirâmide foi dirigido por Grégory Levasseur e contou com o roteiro de Daniel Meersand e Nick Simon. O filme conta a história de uma equipe de arqueólogos americanos liderado por Miles Holden (Denis O’Hare) e sua filha Nora (Ashley Hinshaw), descobrem uma pirâmide enterrada sob do deserto há milhares de anos. Porém, são forçados a se retirarem devido a um conflito civil no Egito, para não perder a pesquisa acabam entrando dentro da pirâmide e logo passam a ter dificuldades para conseguir sair. O filme traz um horror que mescla o found footage (técnica de filmagem onde a narrativa é construída como se fosse uma filmagem real) com a câmera convencional do filme (isso ocorreu pela falta de uma câmera para montar certas cenas). As sequências dentro da pirâmide lembram momento dos filmes de “Indiana Jones”, mas o que mais incomoda é o péssimo CGI usado nos monstros. Ousaram demais ao não usar a sombra a favor de Anúbis, pois os efeitos ficaram ruins, e o sombreamento poderia ajudar. O elenco até procura se esforçar para entregar algo melhor, mas o final do filme deixa aquela sensação de que a parte técnica deixou muito a desejar.
A idéia é boa o fato de explorar a pirâmide e legal, ficar mudando o estilo de câmera tradicional pra câmera na mão ficou interessante,mais fora isso o filme é chato com roteiro fraco personagens clichés e efeitos mt ruim.nota-3/10
Creio que a cultura dos faraós, do antigo Egito seja uma das mais belas e misteriosas do mundo. Quanta riqueza, quantos mitos religiosos, muitas coisas que fascinam diversos arqueológicos ao redor do planeta. Não só isso, também deve preencher suas cabeças de perguntas sem respostas, uma delas é a construção das pirâmides. Devido a todo este mistério, criar um filme de terror é uma boa porque podemos desenvolver algo assustador dentro da mitologia egípcia. Eis que o diretor Grégory Levasseur teve esta ideia e não foi feliz por completo com ela. Para quem gosta do gênero, até que não sai xingando o tempo perdido, mas a história poderia ser muito melhor. A escolha dos atores também não favoreceu muito, pois as atuações ficam devendo, temos apenas o colírio para os olhos masculinos com a atriz Ashley Hinshaw com seus dotes naturais e volumosos. Levasseur aparenta confuso em escolher como quer rodar seu filme, alternando a toda hora a filmagem entre a câmera dos personagens ou de sua própria equipe. E para que mostrar algo que poderia ficar em nossa imaginação? Se não consegue fazer bem feito, não o faça! Que Defeito Visuais são aqueles? Um filme com potencial, totalmente desperdiçado em um roteiro mal feito...Sustos? Eu levei um!...
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