Como Eu Era Antes de Você
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4,3
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Lúcio T.
Lúcio T.

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3,5
Enviada em 4 de dezembro de 2016
E a receita para um romance de sucesso é: uma pessoa humilde e solidaria conhece outra totalmente diferente, sendo rica e egocêntrica. Com uma pitada de drama pessoal de saúde e voilà! Bilheteria garantida! E na adaptação cinematográfica do livro da autora Jojo Moyes de 2012, tem tudo isso (lógico, trazidos do conteúdo da obra de Jojo que escreveu o roteiro). Então se escolhe um rapaz à la James Bond e uma mocinha linda e pronto, o "prato" que o público gosta de seja servido "está no ar". Então, não temos nada de novo neste trabalho comandado pela diretora Thea Sharrock (e sendo seu segundo serviço para os cinemas). Mas diferentemente de A CULPA É DAS ESTRELAS (2014) que é uma filme bonito mas beeeeem triste, aqui achei o filme beeeeem bonito e comovente..... Talvez devido a excelente atuação da atriz Emilia Clarke (obrigado ao seriado GAME OF THRONES por achá-la!!!!!). Ela está espetacular!!!!! Além de ser um mulherão, sua simpatia transcende as telas (eu também me apaixonei pela personagem). Viajando um pouco na maionese, ele me lembrou muito o Peter Parker com a falta de grana, sendo super desastrada e com um humor para esconder certa dor, sendo alguém puro coração. Ou seja, se me lembrou Peter, lembrou a mim mesmo..... Clarke (que interpreta a protagonistas com o mesmo sobrenome Clark, mas sem a letra "e") está maravilhosa, nos entregando uma intérprete diferente de Daenerys Targaryen (GAME OF THRONES) e Sarah Connor (do filme O EXTERMINADOR DO FUTURO: GÊNESIS de 2015 - comentários no NP). O filme vale por ela e por um certo assunto delicado. Ela é de se apaixonar......já tal ato polêmico é tocado de uma maneira bem leve (pow, estamos em uma romance, não podia se esperar diferente), mas coloca em pauta se tal decisão é viável ou não, se é ou não uma atitude egoísta, pois faz com que outras pessoas sofram. E como estamos na visão de Louisa Clark, não vivenciamos as verdadeiras dificuldades de William Traynor (interpretado pelo ator Sam Claflin.....mulheres suspirando ao fundo.....), que aparece como um cara emburrado e logo mais, começa a ver novamente o lado bom da vida (como esperado, e também, se minha cuidadora fosse Emilia Clarke, um milagre aconteceria com certeza). Achei as filmagens lindas, que bela Fotografia! A escolha foi assertiva da Trilha Sonora (por que será que sempre querem que lágrimas escorram pelo rosto?). E a tiradinha pela escolha do ator Matthew Lewis sendo um maratonista (ele que era o gordinho da saga Harry Potter, Neville Longbottom), sendo proposital ou não, achei boa demais! E por ser um romance (só para ver se você não esqueceu o que está assistindo), qualquer drama é sim deixado de lado, apenas mostrado quando não tem jeito (ou quando é preciso lembrar da situação do gajo). Uma bonita e divertida história de amor sem ser um conto de fadas (apesar de o cara ser rico, ex-atlético, olhos azuis, que já foi legal um dia, cavalos, etc.....). E eu percebi que, quando cuidamos de alguém, o verdadeiro amor surge! Então, é hora de cuidarmos mais dos outros ao invés de olharmos só para o que é de nosso gosto, ceder para receber e nunca desistir, porque se você dá de coração e o outro ser não recebe, é porque ainda não é a hora. Quando você se doa, você inspira as pessoas ao redor a fazer o mesmo, mesmo que não aparente, mesmo que não imediatamente......(.....acho que fui atingido pelo espírito "coração derretido" da película.....). Mas eu gostaria de ver se algum estúdio ou diretor fazerem uma estória igual, mas sem a riqueza que facilita as coisas, sem a mesma beleza dos atores de Hollywood, de um casal humilde com a mesma dificuldade mas indo atrás de SUS para atendê-los, sem dinheiro para nada, correndo atrás de direitos prometidos por um governo corrupto e que os faz dormir em uma fila de espera. É, não daria nem um belo romance e nem um ótimo drama. Seria um verdadeiro terror.....(.....agora tomado pela sensação criada pelas passeatas na Av. Paulista e Brasil afora.....)...
Birovisky
Birovisky

229 seguidores 196 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 26 de agosto de 2016
Assim como em 50 Tons de Cinza, fui perder alguns pontos de heterossexualidade ao conferir o lançamento de Como Eu Era Antes de Você. Mas há uma boa diferença entre ambos romances, por mais distorcido e estranha que tenha sido esta comparação para você leitor. Confira minha reZenha crítica de Como Eu Era Antes de Você.
L??????e???o? L
L??????e???o? L

3 seguidores 14 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 10 de julho de 2016
Adorei, mesmo não gostando de romance, me emocionei, ri algumas vezes, história bonita. Só não dei nota máxima porque o final passa uma mensagem negativa, De que Stephen Hawking a quele Físico famoso, deveria ter se matado.
Maria C.
Maria C.

3 seguidores 25 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 23 de maio de 2017
O filme foi bom, mas me fez pensar no Christopher Reeve e sua dedicação a uma campanha de pesquisas depois do acidente, tendo vivido 8 anos na condição de tetraplégico... só morreu por causa de uma infecção. Eu queria que no filme William ficasse até o seu fim natural, mas cada um sabe de si.
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 4 de outubro de 2017
Pense em Os Intocáveis misturado com A Culpa é das Estrelas e temos Como Eu Era Antes de Você, sucesso literário de Jojo Moyes, que ganha agora sua versão para os cinemas. Mesmo com um material com pouca criatividade, temos um romance convencional capaz de emocionar mesmo não trazendo nada novo ou realmente reflexivo sobre o gênero. Apoiando-se com veracidade em alguns clichês que a vida conseqüentemente nos traz no dia a dia, Como Eu Antes de Você emociona, mas nem sempre da forma mais sincera, digamos assim.

Apenas a sinopse já nos mostra que a indução as lagrimas será natural: temos a história de Louisa Clark (Emilia Clarke, de Game of Thrones), vivendo em uma cidade interiorana inglesa, onde ela precisa de emprego para sustentar sua família humilde e acaba por encontrar trabalho na casa da rica família dos Traynors, onde terá que tomar conta do tetraplégico Willian (Sam Claffin de Simplesmente Acontece). De inicio, Willian repudia a companhia de Clark. Mas não leva muito tempo para que os dois comecem a se sentir atraídos, principalmente após a moça descobrir que o rapaz já não tem planos de querer viver por muito tempo, o que faz com que ela planeje viagens e passeios afim de despertar a vontade de continuar vivendo em Willian. A paixão acaba nascendo – e com força – entre os dois.

Com um roteiro escrito pela própria autora do livro, temos uma história bem casada, que proporciona entender exatamente e sinceramente as emoções e personalidades dos personagens centrais, possibilitando a diretora conduzir com honestidade os atores – em situações emocionantes que vão aflorando aos poucos dentro da trama, que é, visivelmente, das mais simples. Essa simplicidade e simpatia fica escancarada em nossa protagonista: Emilia Clarke pode ser mencionada sem dó como a simpatia em pessoa, tamanho o seu sorriso e modo como transmite o jeito desengonçado de sua personagem, que veste um figurino propositalmente brega (para alguns, talvez não) e exagerado, lembrando uma garota de doze anos ou menos. Mesmo o clichê da “super dedicação” ficando ligado quase que por todo o filme, é tocante o modo como se mostra preocupada em tomar conta de seus familiares, assim como, é claro, do próprio Willian, que logo passa para a moça a preocupação de que ela passou dos vinte e cinco anos e não se preocupou com seu próprio futuro – de fato, isso o que emoldura toda a suposta “lição” que o longa quer tirar da história de amor entre eles. Com Emilia acertando quase que durante todo o tempo – ela apenas exagera no tal sorriso simpático em alguns momentos, como se a diretora apenas dissesse “seja a mais simpática possível e só” – temos uma atuação mediana de Sam Clafin, quase não convencendo de que é de fato um tetraplégico, pois não é em todo tempo que consegue refletir isso com suas expressões faciais limitadas – no caso, temos um tipo de atuação em que não é exigido expressões corporais, devido o estado do personagem. Esta certa apatia no rapaz é compensada por alguns diálogos espirituosos com a personagem de Emilia – seja quando ela tenta cantar uma musica para ele, seja ao receber um presente um tanto inesperado, ou ao tentar arrumar um lugar para o rapaz em um passeio a um restaurante – para não deixar o filme extremamente choroso, a diretora lida bem com momento de humor, que ajudam a quebrar o gelo em vários pontos da história. Mas o teste para os machões fica por conta de duas belas cenas: quando os dois tentam dançar durante uma festa de casamento e a cena noturna na praia – essa realmente levou o cinema aos prantos na sessão em que assisti – alias, a Warner Bros. foi inteligentíssima em lançar o filme na semana do dia dos namorados, garantindo ao filme uma das maiores bilheterias do mês aqui no Brasil.

Se acerta na questão que diz respeito à lealdade e o respeito entre os protagonista – e também na relação de Clark com sua família – o roteiro de Jojo Moyes parece não se preocupar muito em mostrar qual seria a tal ambição da personagem de Emilia em estudar moda, em uma falta de definição de personalidade que o desastrosos 50 Tons de Cinza também tinha – de forma que parece não causar tanto impacto no final, que se não chega a ser apelativo, pelo menos pode ser considerado moralista e previsível pelos destinos de cada personagem – outro problema, vem do namorado de Clark, vivido por Matthew Lewis, aparentemente, jogado na trama para uma comparação (desnecessária) de como seu caráter e dignidade são incomparáveis aos de Willian, que mesmo estando fisicamente invalido, demonstra ser um companheiro bem melhor do que o rapaz esportista e companheiro da moça. Outra omissão do roteiro é a questão sexual. Mesmo a proposta do filme não sendo das mais ousadas, este aspecto – mais precisamente a impossibilidade do casal se relacionar sexualmente – é apenas “mencionado” pelo roteiro em dois pequenos diálogos (embora no último seja constatado de forma bem triste por Willian). Mesmo emocionando por uma atitude tão nobre por parte de Clark (de aceitar um companheiro neste estado), algo se perde da lógica do relacionamento que os dois tentam manter – convenhamos, o sexo pode não ser tudo, mas a falta dele pode ser algo comprometedor para uma relação, ou seja, uma questão que exigiria uma profundidade bem maior do roteiro – não me pergunte se isso foi tratado mais amplamente no livro, pois não o li.

Outro fator que impede que o filme seja mais memorável, é a falta de inspiração para a composição visual, seja por enquadramento convencionais demais – mais parecidos com os de series ou novelas televisivas – ou por uma pouca expressão de cores e entonamentos de tela na direção de fotografia – ou seja, não há muito requinte técnico que impressione, deixando o filme aparentemente mais raso, caindo em um visual comumente usado em romances adolescentes convencionais, porém não deixando cair para a mediocridade, pelo menos.

Sem se levar a sério e isento de uma profundidade sobre todos os aspectos que uma situação passada por essa história poderia levantar, Como Eu Era Antes de Você é um romance convencional com poder de emocionar com seus clichês de forma sadia, porém, sem causar alguma reflexão maior sobre o espectador.
Jc V.
Jc V.

17 seguidores 60 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 5 de setembro de 2017
O tema do filme (e do livro) é polêmico por natureza, se as pessoas defendem a liberdade pra viver pq não defender a liberdade pra por fim à própria vida? Será egoísmo desejar a própria morte sem considerar os sentimentos de parentes e amigos? Há espaço pra discussões profundas e góticas, mas infelizmente a trama não tem coragem pra se aventurar nesse caminho.
O longa prefere focar na velha fórmula de romance adolescente: Os dois se odeiam primeiramente, dpois se amam, mas o homem tem algo que o impede de ser amado. Típico, previsível. E pra piorar há, como de costume nesse tipo de história, um viés machista e materialista. O cara é rico, ela é pobre. Ele a enche de presentes, e ela "se apaixona". Esse tipo de esteriotipo (presente desde os contos de fadas) só reforça a passividade e submissão da figura feminina.
Pouco se aprofunda a questão das frustrações e sofrimento do paciente, querendo até mesmo evitar o uso de termos técnicos como suicídio assistido ou outros. Apesar de toda história girar em torno da eminente morte do protagonista masculino pouco se fala sobre o assunto. Falta coragem e ousadia.
Por sorte Emília Clarke torna tudo mais fácil, sua atuação é sólida e leve, sua personagem é cativante, apaixonante casando perfeitamente com a atriz. As grandes paisagens são um presente bem-vindo, mas não há esmero no enquadramento nem criatividade na iluminação, sendo apenas "bom" e nada mais.
Não é um filme que emociona, nem q te faz pensar sobre o assunto. É um filme razoável em todos os sentidos.
José Henrique Ferreira Magalhães
José Henrique Ferreira Magalhães

4 seguidores 30 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de novembro de 2020
Embora o final seja bem controverso (e muito triste, pra não dizer muito), os atores principais simplesmente fizeram acontecer ao interpretar personagens complicados como Lou e Will e a construção de tudo foi extremamente delicada e bonita. Não gostei tanto do final, embora eu entenda.
cinetenisverde
cinetenisverde

29.473 seguidores 1.122 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de janeiro de 2017
Bonitinho, britânico, meh. Emilia Clarke com certeza já esteve melhor. Uma das protagonistas da série Game of Thrones e a Sarah Connor do último Exterminador do Futuro, o uso sintomático de suas sobrancelhas fornece simpatia nessa comédia romântica que lida com um interesse amoroso tetraplégico.
Lucas Henrique
Lucas Henrique

8 seguidores 69 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de novembro de 2016
Will Traynor ( Sam Clafin ) e um homem rico bem sucedido que leva uma vida repleta de conquistas , como viagens e pratica de esportes radicais ate que um dia ele acaba sendo atropelado por uma moto que o deixa tetraplegico , seus pais preocupados com seu estado de depressao por conta do acidente decidem contratar a jovem Louise ( Emilia Clarke ) uma jovem simples e sem muitas aspiraçoes vida , ela alem de cuidar dele tera que melhorar o animo dele , mas aos poucos acaba se envolvendo com ele .
Como eu era antes de voce e uma filme que segue a receita de alguns filmes de comedia romantica , como melodramas um tom comico , mas o bom ritmo do filme e a boa quimica dos personagens tornam o filme agradavel de se assistir .
Rômulo A.
Rômulo A.

2 seguidores 15 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 12 de novembro de 2019
Apesar do final, que eu esperava mesmo que ele mudasse de ideia e acho que teria sido mais bonito e emocionante de ver, o filme é espetacular do início ao fim. A história prende, foi lindo de ver. O final não é aquele que eu preferiria assistir, mas torna o filme um pouco mais realista e um romance menos fantasioso, talvez.
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