Eduardo e Mônica
Média
3,8
261 notas

35 Críticas do usuário

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Ana Luiza Salla
Ana Luiza Salla

2 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de janeiro de 2022
Acho que o final podia ser melhor, além de eu achar bem estranho a questão das idades. Foi bem filmado e com músicas muito boas
Fabiano Brito
Fabiano Brito

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 27 de janeiro de 2022
O que falar do filme. É de 2020, porém sou chegou agora, o que tem haver com pandemia, crise econômica e por aí vai...
Tem inspiração na letra de música da Legião Urbana. Foi um grande rit, desde sua estreia em 1986 e na década de noventa.
O filme é leve e intenso, já estou na década dos 40... (re)vivi aquilo tudo... até chapada... recomendo!
Gloria
Gloria

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4,0
Enviada em 25 de janeiro de 2022
Glória
Adorei o filme, muito sensível, me emocionei algumas vezes. Foi muito bom rever Brasilia, a cena da Mônica de moto e o Céu preenchendo toda a tela é uma das mais belas.O Céu de Brasilia é fantástico, parece que se dermos um pulo mais alto conseguiremos toca-lo A Letra da música do Renato Russo é realmente o roteiro fiel do Filme e a escolha dos atores principais Gabriel Leone, Alice Braga, Victor Lamoglia, foi perfeita. Super atores .
Para quem não conhece Brasília , o filme dá uma boa pincelada em alguns pontos turísticos da cidade. Super recomento Eduardo &Monica.
alberlia
alberlia

32 seguidores 71 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 23 de janeiro de 2022
Filme espetacular. Amor com diferença de idade, gostos diferentes... Fala da aceitação das diferenças com muita beleza e rock and roll.
Gesner
Gesner

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4,0
Enviada em 23 de janeiro de 2022
"Eduardo e Mônica" não poderia ser mais oportuno para o Brasil dos tempos que correm. Os algoritmos das atuais plataformas das redes sociais jamais aproximariam os dois personagens principais, pertencentes a tribos radicalmente distintas. Mas eles se encontram e constroem um canal de comunicação.
Há uma virtude em reconhecer um grão de verdade no argumento do adversário ou conseguir enxergar o mundo com as lentes do outro. Ou até mesmo reconhecer o valor do guerreiro inimigo abatido no campo de batalha e beber seu sangue para herdar sua coragem. Esta capacidade de dialogar, interagir e construir com o outro está na base não apenas das relações amorosas, mas do conjunto das relações humanas e da construção democrática.
O personagem Eduardo tem esta capacidade maravilhosa de fechar os olhos e se colocar na posição do outro. Tem uma outra virtude admirável de fruir uma canção de Bonnie Tyler sem se preocupar com o que o resto da tribo vai dizer. É uma postura madura, curiosamente encontrável na espontaneidade ingênua das crianças e adolescentes que ainda não foram travados pelos códigos castradores de tribos adultas.
O filme também mostra uma Brasília desconhecida dos brasileiros em uma fase intensa do país em meio ao início da redemocratização. Era o limiar da Nova República que ainda não superou direito as sequelas de vinte anos de regime autoritário e carrega consigo vícios de mais de quinhentos anos de história pós-colombiana.
Para além do contexto político, "Eduardo e Mônica" capta uma Brasília culturalmente efervescente, pelo menos para uma parcela minoritária da população que pode pensar para além da sobrevivência cotidiana.
O espectador também é apresentado a uma Brasília mágica, envolta por um céu espetacular e bem capturado em uma das cenas do filme. Confesso que senti falta da sonoplastia das cigarras, cujo canto ensurdecedor anuncia a esperada chegada das chuvas que mudam subitamente a cor da cidade. Com o fim da estiagem a cor de Brasília passa do marrom para o verde com a mesma velocidade com que são gestadas as crises políticas; ou na qual vira o humor da cativante personagem Mônica!
Enfim, sai de casa para ver um filminho gostoso e fui brindado com uma obra tão robusta quanto oportuna no Brasil de 2022.
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