Superman
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3,8
961 notas

364 Críticas do usuário

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Phellype Morissette
Phellype Morissette

1.689 seguidores 480 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de julho de 2025
Que filme belo e carismático! Com um toque de romance no ar. Fotografia e efeitos visuais deslumbrantes, que elenco impecável! Pra mim, foi como está vendo um episódio de "Smallville". James Gunn, nos reconecta com a nobreza do Superman, não que ele seja "fraco", mas sim a sua essência, bondade e dignidade perante ao Mundo e as pessoas. E que nos lembra como que nós tornamos falhos como seres humanos. Sua moralidade é intocável, e age por amor e pura bondade. Não como um "Deus", Lex Luthor é simplesmente cruel, como todo vilão raiz deve ser... É motivado pela ganância, ódio e pura inveja. Lois Lane está incrível e declaradamente apaixonada por ele, Krypto é o pet mais fofo do cinena atual. A trama é bem clara e objetiva, define os seus aliados e amigos do Superman, algumas aparições incríveis, e é isso. O filme reacende a esperança, e de fato é um verdadeiro e clássico Super hero, como todo filme do gênero deveria ser.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 975 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 19 de julho de 2025
Apesar do mesmo pressuposto, esse roteiro contem certa nostalgia de quando os filmes de super-heróis eram feitos sem pretensão, apenas para divertir, entreter e reafirmar os valores do bem contra o mal. Os personagens imprimem bastante carisma e destacam cada momento. Uma boa escolha. Sem dúvida alguma, o super cão rouba várias cenas.
anônimo
Um visitante
4,5
Enviada em 11 de julho de 2025
Kryptonita nos Meus Neurônios: Como o Homem de Aço me Fez Questionar Meu Hiperfoco em Universos Cinematográficos Quebrados

Então... o Superman. O cara que voa, tem super-força, visão de calor (útil pra fazer pipoca durante crises existenciais) e ainda assim escolhe usar cuequinha vermelha por cima das calças justas. Como autista, só posso concluir: claramente, o senso de moda dele é um sintoma kryptoniano não diagnosticado. Mas ei, depois de décadas de filmes da DC mais oscilantes que meu nível de ansiedade numa festa com barulho de sirene, eis que James Gunn aparece com um novo Superman. E olha... é bom. Tipo, realmente bom. O que me leva a questionar: a DC finalmente tomou a medicação certa para o TDAH corporativo? Ou é só mais um pico antes do colapso inevitável?"

O Filme em Si: Uma Ode (Quase) Sem Resalhos:

David Corenswet como Clark/Superman? Perfeição. Ele consegue a proeza de ser tanto o nerd desajeitado que derruba cafés com a graça de um bebê girafa quanto o ser cósmico com peso do mundo nos ombros (literalmente, ele segura um prédio em certo momento). Lois Lane (Rachel Brosnahan) não é a dama em perigo – ela é a repórter cão de caça que faria o Lex Luthor trocar cuecas de medo. E Nicholas Hoult como Lex? Divino. É o bilionário psicopata com complexo de deus que todos amamos odiar, só que agora com um toque de meme vivo e uma insegurança tão palpável que chega a dar pena (quase).

Gunn acerta onde muitos erraram: o coração. A relação de Clark com os Kent (Jonathan e Martha) é terna, autêntica, e não apenas um trampolim dramático. A cena dele se recuperando na fazenda, assistindo a um vídeo caseiro dos pais humanos? Fui derretido como Kryptonita verde no micro-ondas. Até o nosso querido e amado Supercão Krypto rouba cenas – menos quando é sequestrado, aí a cena é só roubada mesmo (piada ruim? Culpe o espectro autista e o amor por trocadilhos forçados).

A Trama Multifacetada (ou: "Quantas Metáforas Você Quer, James?"):

A influência de "Superman For All Seasons" é clara e funciona. Ver Clark pelas lentes de Jonathan, Lois, Lex e Lana dá camadas interessantes. É como se cada personagem tivesse seu próprio "script interno" sobre quem o Superman é – algo que eu, autista, entendo muito bem (o mundo inteiro parece ter um script sobre você que você nunca leu). Lex manipulando a mensagem dos pais biológicos de Kal-El para pintá-lo como um conquistador alienígena? Genial e Perturbadoramente Atual. É o deep fake cósmico definitivo, e a reação pública virando contra o Sup é um retrato dolorosamente preciso da era do cancelamento instantâneo (e da estupidez coletiva).

A DCU: O Elefante (ou Morcego... ou Kriptoniano) na Sala:

Aqui é onde a resenha fica ácida como limão espremido no olho. DC Comics, minha querida disfuncional: VOCÊ TEM TUDO! Os melhores vilões (Coringa > Qualquer um da Marvel), as histórias mais loucas (Crise nas Infinitas Terras, qualquer coisa do Grant Morrison), os conceitos mais filosóficos (o que é justiça, Bruce?). Seu potencial para um universo cinematográfico que esbagaçaria a Marvel (sim, eu disse "esbagaçar", é politicamente incorreto e eu amo) é gigantesco. Maior que o ego do Lex.

ENTÃO POR QUE, PELO AMOR DE ZOD, VOCÊS INSISTEM EM COMEÇAR TUDO DE NOVO SEMPRE COM SUPERMAN E BATMAN?!

É como ter a chave mestra do multiverso e só usar pra abrir a mesma porta velha do porão, repetidamente, esperando que desta vez saia um unicórnio dourado em vez de um rato morto. "Deuses e Monstros" (o Capítulo 1 do DCU) até soa promissor. Mas, DC? Querida? Após o desastre do Snyderverso e a tentativa patética de copiar a Marvel com a Liga da Justiça (que foi mais "Liga da Justiça Social" do que super-heróis), os fãs estão traumatizados. Nós, neurodivergentes, entendemos de hiperfoco e desapontamento cíclico. Mas até nossa paciência tem limite. Vocês têm o potencial.

PARE DE REINICIAR O SUPERMAN A CADA 5 ANOS COMO SE FOSSE UM WINDOWS COM VÍRUS!

Dêem chance aos Lanternas Verdes, aos Meta-humanos do Caos, à Liga da Justiça Dark! Abram a caixa de areia do multiverso, não fiquem só cavando no mesmo buraco de Smallville!

O Ironicamente Delicioso:

O filme termina com Kara Zor-El (Supergirl) chegando BÊBADA pra buscar o Krypto. Isso. É. Ouro. É a DC em uma cena: potencial infinito para loucura gloriosa e inesperada (uma Supergirl bêbada!), mas ainda amarrada à nostalgia (Krypto). James Gunn, com essa cena, parece dizer: "Olhem, eu posso fazer o clássico com coração E trazer a doideira controlada."

É UM SINAL DE ESPERANÇA. Mas, DC? Se você estragar isso... eu juro por Rao que vou escrever uma resenha tão ácida que fará o Átomo encolher de vergonha.

"Superman" (2025) é um excelente filme. É emocionante, engraçado, bem atuado, tem coração e um vilão que você ama odiar. Elogios merecidos ao Gunn e ao elenco. MAS... é também um lembrete doloroso do potencial desperdiçado da DC. Fãs da DC merecem felicidade e obras boas consistentes, não só flashes de genialidade entre reinícios desesperados. Este Superman acerta.

Agora, DC, não meta os pés pelas mãos (ou pelos punhos laser). Usem essa base. Construam. Arrisquem. Sejam dignos do melhor herói de todos. Senão... bem, sempre teremos a Kara bêbada. E isso já é alguma coisa.
Myn
Myn

25 seguidores 270 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 23 de agosto de 2025
Ótimo filme com um excelente efeito visual e boa participação dos atores. Nesse filme abordam nitidamente um superman mais humano diante dos sentimentos, fraqueza e também deu espaço para que os outros personagens apareçam mais, dando surgimento ao novo grupo dos vingadores.
Gabriel Oliveira
Gabriel Oliveira

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

4,5
Enviada em 9 de julho de 2025
A esperança retorna de forma maravilhada. Faz você sorrir e olhar para o céus de forma diferente. o começo tem sim suas dificuldades, mas ele se elevar de forma impecável. Guun conseguiu de novo. Espero que os frutos sejam tão bom quanto a plantação!
DANIEL BARRAL
DANIEL BARRAL

27 seguidores 235 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 15 de julho de 2025
O novo universo da DC começou oficialmente com o pé direito, após o fracasso do antigo DCEU que foi muito polêmico. Nesse filme, James Gunn além de entender o Superman e o que ele representa, ele traz uma história cheia de qualidade, com excelentes atuações, efeitos especiais e desenvolvimento. Apesar de algumas falhas, piadas que sinceramente eu não ri, e desenvolvimento apressado de alguns personagens, como a Gangue da Justiça, o filme entrega uma das melhores experiências do ano. Na minha opinião, o filme não salva o gênero de heróis como um todo, mas salva a DC. Parabéns a todos os envolvidos.
NerdCall
NerdCall

60 seguidores 486 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 12 de julho de 2025
Depois de anos de instabilidade, incertezas e reboots que nunca pareciam resolver o problema, Superman (2025) chega como uma verdadeira promessa de renascimento para o universo cinematográfico da DC. Mas, mais do que um novo começo, o filme de James Gunn se posiciona como uma resposta direta a tudo que não deu certo anteriormente — um ajuste de rota que mistura reverência ao legado do herói com uma nova abordagem cheia de identidade, otimismo e, principalmente, direção clara. O resultado? Um dos filmes mais equilibrados e carismáticos do gênero nos últimos tempos.

Desde o início, o projeto carregava uma expectativa imensa. Era o filme que abriria oficialmente as portas do novo DCU — agora sob o comando criativo de Gunn e Peter Safran — e o desafio era gigantesco: reconquistar o público, estabelecer um novo tom e provar que ainda é possível fazer cinema de super-herói com frescor, emoção e identidade própria. E é exatamente isso que Superman faz. James Gunn, que já havia provado sua habilidade com equipes improváveis em Guardiões da Galáxia e O Esquadrão Suicida, agora assume um personagem que representa o oposto do caos: o símbolo máximo da esperança.

A escolha de partir para um tom mais leve, luminoso e até mesmo clássico não é acidental. É uma decisão narrativa e estética consciente, que busca resgatar a essência do Superman como ícone do bem, da bondade e da inspiração — características que haviam se perdido na versão mais sombria do personagem nas mãos de Zack Snyder. Aqui, o Superman de David Corenswet é alguém que carrega o peso de ser o elo entre dois mundos, mas que ainda assim olha para a humanidade com amor e admiração. Ele não é um deus distante, mas sim um herói acessível — e é justamente isso que torna sua jornada tão envolvente.

James Gunn constrói o filme com um equilíbrio cuidadoso entre ação, emoção e exposição. O roteiro não se apressa para entregar grandes revelações ou momentos bombásticos logo de cara. Ao contrário: ele vai costurando a mitologia do personagem com calma, apresentando sua rotina, seus dilemas, suas relações e — o mais importante — suas motivações. O arco de Clark Kent/Superman é trabalhado de maneira sensível e respeitosa, com espaço para momentos de introspecção, humor e conflitos morais que reforçam a humanidade do herói. Ao mesmo tempo, o roteiro se permite brincar com o universo ao redor, trazendo outros heróis, vilões e referências que expandem o mundo de maneira orgânica.

A presença de outros personagens, como o Senhor Incrível (Edi Gathegi), Guy Gardner (Nathan Fillion) e Metamorfo (Anthony Carrigan), poderia facilmente sobrecarregar a narrativa — mas Gunn sabe muito bem como balancear esse universo expandido sem tirar o protagonismo do Superman. Cada coadjuvante tem função, propósito e carisma próprio. O filme se aproveita desse "universo compartilhado" como ferramenta de mundo, e não como distração. O resultado é um longa que parece cheio, mas nunca inchado.

A trama se estrutura de forma sólida, guiando o público com segurança pelas diversas camadas do enredo. Há espaço para a mitologia de Krypton, conflitos políticos na Terra, ameaças superpoderosas e — acima de tudo — uma construção de personagem genuína. O Superman aqui não é só força bruta ou símbolo de virtude. Ele sente, hesita, aprende. O filme faz questão de colocar o herói em situações onde não basta ter superpoderes: é preciso empatia, escuta e humanidade. E isso se reflete tanto na forma como Gunn dirige as cenas íntimas quanto nas grandes batalhas.

As cenas de ação, aliás, são um capítulo à parte. Gunn imprime sua criatividade com maestria, fugindo do padrão “explosão por explosão” que assola o gênero. Há um cuidado com os enquadramentos, com a fisicalidade dos personagens e com a construção espacial dos conflitos. Um dos destaques vai para as cenas em Krypton, visualmente impactantes e com efeitos especiais que demonstram a ambição e o capricho técnico do projeto. O CGI aqui é um dos grandes destaques, dignos de menção para as premiações, e mesmo quando não é, o filme sabe como disfarçar essas limitações com direção inteligente e ritmo envolvente.

Ainda assim, o filme não escapa de alguns tropeços. O terceiro ato se estende mais do que deveria e, em alguns momentos, o vilão Lex Luthor (Nicholas Hoult) perde parte da ameaça construída até então, caindo em exageros de atuação e escolhas de roteiro que soam artificiais. Hoult entrega um Lex carismático e imponente, mas o texto às vezes pende para o caricatural, o que quebra um pouco do peso dramático. O mesmo vale para alguns diálogos que, em sua tentativa de equilibrar humor e solenidade, acabam deslizando no tom.

Mas o que sustenta o filme do início ao fim é, sem dúvida, o seu elenco. David Corenswet encarna um Superman com a mesma doçura e autoridade que fizeram de Christopher Reeve um ícone. Sua presença em cena é magnética, e ele consegue expressar força e vulnerabilidade com pequenos gestos, olhares e tons de voz. Rachel Brosnahan como Lois Lane é um acerto absoluto: inteligente, corajosa e espirituosa, ela não é coadjuvante, mas sim uma força que move a trama. A química entre os dois é natural e cativante.

Nathan Fillion como Guy Gardner, Anthony Carrigan como Metamorfo e Edi Gathegi como Senhor Incrível são ótimos reforços ao elenco e cumprem com carisma suas funções dentro do mundo que Gunn quer construir. Gathegi, em especial, rouba a cena em diversos momentos — não à toa, já se fala em um spin-off do personagem. Mesmo com participações mais breves, esses coadjuvantes reforçam a ideia de um universo compartilhado funcional e com potencial de expansão.

A trilha sonora de John Murphy também contribui para o impacto emocional da obra, equilibrando temas clássicos e novas composições com sensibilidade. A música pontua bem os momentos grandiosos, mas sabe quando recuar para deixar o peso dramático falar por si.

Superman (2025) é, em última instância, um filme que entrega exatamente o que prometeu — e talvez até um pouco mais. É uma produção que joga no seguro, sim, mas o faz com tanta competência, coração e clareza de propósito, que fica difícil não se emocionar ou se divertir. James Gunn dá ao público um herói em quem se pode acreditar novamente. Um herói que inspira, que sorri, que luta por justiça e que, acima de tudo, carrega humanidade.

Em um momento em que os filmes de super-heróis enfrentam desgaste e saturação, Superman surge como um respiro necessário — uma história que reconecta o público ao que esse gênero pode ter de melhor. É épico sem ser exagerado, emotivo sem ser piegas, e grandioso sem perder a simplicidade. É entretenimento com propósito. E mais do que isso: é a prova de que, quando se acredita verdadeiramente em um personagem, é possível reconstruir tudo a partir dele.
Gabriel Kall
Gabriel Kall

1 seguidor 6 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de julho de 2025
Mesmo tendo alguns problemas com o filme COM TODA CERTEZA esse um otimo filme do superman atores principais impecáveis ótimos coadjuvantes porém uma trama que sempre está no 220 e pra quem não estiver atento pode perder algo, até porque mesmo tendo muitos textos expositivos e subtextos bem claros ainda sim vi pessoas reclamando por coisas que literalmente são explicadas no filme, enfim extremamente ansioso para os próximos conteúdos deste universo e ainda mais pra uma sequência de Superman.
Tosta Neto
Tosta Neto

1 seguidor 2 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 10 de julho de 2025
Excelente filme, pois traz uma percepção mais leve sobre o protagonista, além de ter um roteiro bem arquitetado.
Carlos P.
Carlos P.

266 seguidores 431 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 29 de julho de 2025
Esse filme representa o retorno do Superman genuinamente bom, menos sombrio. Isso funciona muito bem nesse filme, principalmente porque tem um equilíbrio, os outros super heróis do filme não são tão puros e isso evita cair em alguns clichês. Boa atuação do ator principal e melhor ainda de Nicholas Hoult como Lex Luthor, o vilão perfeito pra essa história. E pra melhorar, excelente o Krypto no filme, encaixou perfeitamente.
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