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Almanaque Virtual
A própria essência de “La La Land” brinca com essa bem-vinda mistura entre a novidade e o tradicional — um filme com o frescor tecnológico do século XXI, mas com estofo de arte rústica, com toda a dança e a cantoria, evidentemente nostálgicas, típicas das produções musicais de outrora.
Chicago Sun-Times
O roteiro de Damien Chazelle é repleto de esperança, é doce, rico e inteligente. Sua direção é inovadora e cativante e a fotografia de Linus Sandgren é digna de um Oscar.
Cinepop
Confeccionado com a maestria esperada de seu diretor, pronto para ganhar todos os prêmios que lhe possam oferecer, "La La Land" é uma celebração ao cinema, ao amor e à vida. Um deleite visual e auditivo, que deixa o coração mais alegre e o desejo de cantar e dançar.
Observatório do Cinema
As qualidades do filme também se manifestam através de uma trilha sonora excelente, uma decupagem onde a câmera passeia pelo cenário, e uma direção que consegue captar os sentimentos de cada momento vivido pelos personagens.
Omelete
Mas a grande virtude de "La La Land - Cantando Estações", uma que integra a própria essência do roteiro, é ser como a ponte do viaduto do início do filme... uma ligação entre duas eras, pensando no público.
Papo de Cinema
Este é um filme que pode muito bem ser visto como uma leve e inconsequente sessão da tarde, mas não se deixe enganar: há muito mais por trás das homenagens aos clássicos de Hollywood ou às referências aos gêneros.
The Guardian
"La La Land - Cantando Estações" é um filme feliz e que tem um grande coração - algo que dará às plateias uma verdadeira dose de raio de sol em suas vidas.
The Hollywood Reporter
Acima de tudo, o fato de que Damien Chazelle consegue concluir todo seu plano de direção é algo próximo do inacreditável. Sua condução deste gênero clássico [...] é instintiva e intensa...
The Playlist
Uma explosão em cores primárias de puro prazer, revelando ao mesmo tempo as perfeições manufaturadas da era dos estúdios musicais de Hollywood e as imperfeições e dificuldades da vida real.
Télérama
A energia de Damien Chazelle, aos 32 anos, leva-o a todas as espécies de acrobacia na direção e na montagem, além de retratar a multiplicidade dos sentimentos e das emoções por trás de cada situação.
Variety
“La La Land” não é uma obra-prima (e, de certa forma, deseja ser). Ainda assim, é um filme extasiante, ardente e repleto de emoção, apaixonado mas também conscientemente controlado.
Veja
Esfuziante e melancólico, o filme combina, perfeitamente, risos e lágrimas, realidade e fantasia, o clássico e o contemporâneo, imagens e sons. Casamento tão original, criativo e harmonioso é uma espécie rara em Hollywood e, não à toa, o filme merece a cotação máxima.
Washington Post
[...] a verdadeira estrela de "La La Land" é o filme em si, algo que pulsa e brilha com vida própria, como se os musicais da da MGM da época de "Cantando na Chuva" tivessem tido um filho com as confecções musicais abstratas de Jacques Demy...
CineClick
Um filme apaixonante, capaz de tocar a todos com sua história sobre a importância de sonhar e nunca desistir de seus objetivos diante das adversidades.
Cinemascope
Em um dos momentos mais emocionantes, o filme mostra como seria a vida de Mia se tudo tivesse acontecido de uma forma diferente. Assim como os personagens de Ingrid Bergman e Humphrey Bogart em "Casablanca", o romance de Sebastian e Mia foge dos clichês e tem um final surpreendente.
Cineplayers
Sem a pretensão ou o peso de uma suposta obrigação de reavivar o gênero ou subvertê-lo e atualizá-lo, "La La Land" se sustenta apenas como homenagem, apenas como uma simples e boa ilusão, apenas como bom e velho cinema.
Cineweb
O que torna "La La Land..." atraente a plateias contemporâneas é justamente este pé no realismo que se mantém mesmo quando seus protagonistas embarcam na música, em situações que tocam a fantasia. E o fato de que os dois são competentes no canto e dança.
Preview
Se o visual remete aos clássicos musicais dos anos dourados de Hollywood, a batalha por um lugar ao sol enfrentada por Mia e Sebastian acontece no presente. É com um pé no século 20 e outro no século 21 que Chazelle pretende conquistar o público.
Screen Rant
A investigação de "La La Land" sobre tradição versus inovação se extende à estrutura narrativa. Assim, o filme adere à forma dos musicais de Gene Kelly em particular, mas consegue subverter as reviravoltas normalmente associadas às histórias musicais de amor.
ScreenCrush
Com um entusiasmo contagiante, atores carismáticos, canções maravilhosas, cores vibrantes e movimentos de câmera espetaculares, "La La Land - Cantando Estações" resgata a antiga glória dos filmes musicais.
Boston Globe
É um filme para aqueles que se sentem no lugar errado no século 21, como Mia em relação ao cinema clássico e Sebastian com o jazz. É algo com o qual podemos nos identificar. E se você não puder, realmente não quero ouvir o que você tem a dizer.
Ccine10
O estilo de Chazelle não é em nada vanguardista. Prende-se a uma linguagem clássica mas, ao mesmo tempo, engrena criativamente os elementos técnicos cinematográficos para dar intensidade e emotividade à narrativa, construindo atmosferas ora deprimentes, ora (e majoritariamente) empolgantes.
Chronic'art.com
O filme reproduz esteticamente os motivos do amor impossível, impossível no sentido em que sua potência é a própria causa de sua perda num mundo de separações entre as ambições de cada um, entre o tempo do passado e o do futuro.
Collider
A elegante coreografia de Ryan Gosling e Emma Stone, combinada com visuais incríveis e os cenários falsos torna o filme delicado e levemente frustrante - então Chazelle surpreende com um terceiro ato totalmente divino.
Folha de São Paulo
Os momentos de interesse, as invenções, os cortes bem achados de "La La Land" compensam amplamente seus problemas: Chazelle continua a ter o sucesso no centro de seus pensamentos.
New York Times
“La La Land” tem sucesso tanto quanto uma fantasia quanto uma fábula realista, uma comédia romântica e um melodrama sobre o showbiz, uma obra de artifícios sublimes e autenticidade emocionante.
O Globo
É preciso elogiar Emma e Gosling, atores talentosos e extremamente carismáticos, ambos com expressões tímidas de quem duvida do próprio futuro. Em meio à caprichada mise en scène do filme, a dupla consegue atrair para si a atenção.
Rolling Stone
Desde o primeiro acorde, em um congestionamento em Los Angeles, este musical aposta no sonho como alternativa real ao cotidiano [...] O encontro desses dois universos ativa a ambição de cada um e projeta na tela um mundo de fantasia e encantamento.
Screen International
[...] o novo e sonhador filme de Damien Chazelle, sucessor de "Whiplash", é tão leve quanto seu título e, através de números de sapateado, preenche o coração de todos os românticos incuráveis ao redor do mundo.
Cinema em Cena
[...] para uma obra tão empenhada em fazer jus ao gênero, suas canções não são nada memoráveis [...] mesmo em seus melhores momentos, "La La Land" nos remete a outros de filmes melhores.
Critikat.com
Chazelle tenta resgatar algo deste mundo perdido [dos musicais], reencontrar um pouco de presente e de comum, mas ele o faz de modo tão óbvio que as motivações nunca conseguem mover o roteiro, nem subvertê-lo.
Críticos.Com.Br
No final das contas, cabe reconhecer que há ótimos momentos isolados, mas a soma das partes não funciona tão bem, tal como uma receita seguida com ingredientes de primeira, mas com resultado final apenas mediano e nem tão entusiasmante como as premiações no hemisfério norte podem fazer supor.
Rubens Ewald
Reclamo de mais coisas como o final já longo, que se estica sem necessidade e poderia ter maior impacto. Não é um musical perfeito, mas é para se assistir com o coração, a saudade, sorrisos e uma pontinha de lágrima.
Télérama
Tudo é lento, lento demais. E longo, muito longo. Tão lento, tão longo que a história deste casal em ruínas acaba se tornando insignificante. [...] "City of Stars" foi composto apenas em duas notas e meia para Ryan Gosling poder interpretá-la.