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Roger I.
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39 críticas
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3,0
Enviada em 30 de janeiro de 2017
Não vi nada de especial em La La Land, atoras não cativam, historia boba, tem uma boa fotografia, alguns efeitos visuais bem feitos, uma trilha sonora também boa, da pra assistir tranquilamente, mas não duas vezes. É isso.
Sem entender o buzz midiático que este filme tá tendo, simplesmente um musical fraco, terrível. Vou ficar surpreso e decepcionado se o filme levar o oscar de melhor Filme. Cantando na chuva continua sendo o melhor musical na minha opinião
La la land - um dos filmes mais comentados e premiados, e também um dos filmes mais cotados para levar a maioria das estatuetas do Oscar desse ano, bem eu nunca fui muito fã de musicais, mas esse resolvi dar uma oportunidade, e tirando as partes das cantorias eu até que gostei, não acho um filme que escolheria como melhor filme do ano mas ele realmente tem cara de premiação
Muito, mas MUITO bonitinho. Aliás, bonitinho até demais. É aquele típico filme feito para emular emoções em você que, depois de algumas assistidas, você tenta encontrar nele a substância, o ''algo de fato relevante a dizer''...Aí pensa : ''Bonitinho''.
O filme é bom? até que é sim.. (embora alterne entre bons e maus momentos) Mas é um exagero tantas indicações... não vi nada de excepcional na obra. A começar pelos protagonistas, particularmente, não me agrada nem um nem outro, no entanto Emma Stone desta vez conseguiu uma atuação muito consistente. Já não podemos dizer o mesmo de Ryan Gosling, pois simplesmente não serve pra filme de romance, o cara não tem carisma algum, porém, é um cara muito focado e centrado que conseguiu aprender piano em pouco tempo para as filmagens.
Musical é um gênero dos mais difíceis. Além de dividir boa parte do público entre aqueles que amam ou odeiam, musicais têm a árdua tarefa de mesclar boas músicas e boa história, sem que um atropele o outro, causando harmonia e empatia. Lembro-me de já ter visto inúmeros musicais, mesmo não sendo meu gênero preferido. Gostei muito de uns, como Cantando na Chuva e Os Miseráveis, e odiei outros, como Evita e Nine. Geralmente é difícil ser indiferente a um filme deste gênero. Aqui não é diferente. Vamos primeiramente falando dos vários pontos positivos que o filme tem. Apesar de ter um plot batido, La La Land tem uma fluidez muito boa. O visual é impecável (de saltar aos olhos), têm músicas excelentes (com pelo menos três que se destacam), e a combinação entre os números musicais e as cenas convencionais é bem balanceada. Impossível não comentar a incrível química entre Emma Stone e Ryan Gosling. Além de cantar bem, o casal de atores têm atuações bem marcantes e a dupla se torna a alma do filme. Toda a parte técnica beira a perfeição, e percebe-se claramente o esmero em cada detalhe, de cada segundo do que é mostrado em cena. Contudo, o filme está longe de ser tudo isso que está sendo dito sobre ele. “Superestimado” seria uma palavra perfeita para definir o que sentimos depois que um garrafal letreiro final indica o término do filme. Embora valha a pena tecer inúmeros elogios ao filme, o que causa desconforto é justamente como ele inicia e termina. Nos 15 primeiros minutos de filme, eu me perguntava a todo instante: “o que estou fazendo aqui?”, pois uma bomba parecia ter sido acendida logo na sequência que abre o longa. Um engarrafamento de dar inveja a Avenida Brasil em horário de rush é o palco para motoristas saírem de seus automóveis sorrindo, cantando, dançando e dando piruetas, num dos piores inícios de filme que lembro ter visto ultimamente. Contudo, quando o casal Stone/Gosling passam a brilhar, o filme deslancha e prende a atenção de maneira impressionante. Ele, apaixonado por jazz, é a personificação da música; ela, atriz, é a personificação dos filmes antigos, como os musicais que La La Land tanto faz questão de homenagear. Mas infelizmente, as flores murcham por fim. Quando o filme se direciona ao seu desfecho, ele tenta arriscar um epílogo que fuja da obviedade e previsibilidade do que havia sido mostrado até então, só que o tiro sai pela culatra. O fim é totalmente desanimador, anticlímax e diria até que é broxante. Para um filme que faz uma ode ao amor, escolhas e buscas por sonhos, um final deste porte causa uma baita decepção, já que mostra que sonhos são alcançáveis, mas a que preço? Vale a pena ser visto, pois os bons momentos superam os ruins, mas aquele toque de desapontamento fica entalado na garganta. Algo como quando você vê aquele lindo embrulho de presente de Natal, e ao abri-lo, se depara com mais um par de meias e cuecas...
As cenas de dança e a fotografia são bem trabalhadas mais o roteiro é muito sem sal冷 "Superestimado" é a palavra perfeita pra esse filme Não o filme não é ruim mais é extremamente superestimado
Realmente não é à toa que esse filme era o favorito de nove entre dez bolões para o Oscar. Mas ser o favorito não é necessariamente um elogio. Desde sua fotografia até o elenco La La Land foi pensado para cativar o público pelo estômago. Tem uma história linda, mas nem um tanto original, afinal um casal unido pelo acaso onde a mocinha se faz de difícil e o rapaz não sabe assumir logo seus sentimentos não é algo incomum. Mas o longa consegue fazer isso se forma bem humorada, sedutora e cativante ao olhar do espectador. Não é possível apontar um antagonista, ou explicitar ao certo quando, onde e porque a relação dos dois amentes começa à dar errado. Se é que deu errado... Apenas vemos a história seguir os passos de uma dança: Sem rumo, sem fim, sem corte, apenas reagindo à batida do destino. Contudo, ressalto que o estrondoso sucesso do filme só se dá por um saudosismo imputado na mente do público-alvo, já que filmes músicais são extremamente raros hoje em dia. Se fosse lançado nos anos 60 ou 70 La La Land seria taxado como falho em diversos quesitos. As letras são fracas se comparadas à melodia, muitas músicas tem os mesmos vícios, a mesma sonoridade de sua antecessora dando a impressão que estamos ouvindo um CD com apenas um grande sucesso, e as outras músicas estão lá pra ocupar o espaço vazio. Faltou variedade, mais recursos. Felizmente o desfecho é tão impactante do ponto de vista emocional que o sabor final deixado na boca te faz engolir todos os percalços técnicos sem sequer lembrar que eles estavam lá.
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