La La Land - Cantando Estações: Críticas - Página 6
La La Land - Cantando Estações
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Adriano Silva
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3,0
Enviada em 28 de março de 2017
O queridinho do Oscar 2017 La La Land tem 14 indicações, incluindo melhor filme, melhor diretor, melhor ator e melhor atriz. Sendo o terceiro filme a alcançar tal marca, já conseguido até então por Titanic (1997) A Malvada (1950). O filme pode ser tornar o maior vencedor da história, para isso basta superar os 11 Oscar de Titanic, Ben-Hur (1959) e O senhor dos anéis – O retorno do Rei (2003). Na minha mais modesta opinião o filme não é ruim, mais também não pode ser considerado o melhor. Eu vi muitas repercussões encima do título e fui tirar minhas próprias conclusões. La La Land é um musical que trás Sebastian (Ryan Gosling) um pianista de jazz que chega em Los Angeles e conheçe Mia (Emma Stone) por quem se apaixona. Os dois buscam oportunidades em suas respectivas carreiras musicais enquanto prosseguem com o romance. O jovem diretor Damien Chazelle consegue fazer um trabalho competente e busca atingir a todo tipo de público, o que eu acho plausível. O filme é bem trabalhado, tem uma ótima trilha sonora e uma bela fotografia, não posso falar o mesmo do enredo. È o típico filme focado em um único tipo de publico e eu não me incluo nele. Em suas 2:00h de filme eu fiquei muito focado e esperei me surpreender, esperei um algo a mais, nem vou comentar o final porque eu não gostei e não vou dar spoiler. O filme trás um romance entre sebastian e Mia e fica só nisso. O filme não te envolve, não te prende em momento algum e até agora estou me perguntando porque tanta repercussão encima desse filme que na minha opinião é até bom mais com um enredo simples e nada demais. Vencedor de 7 prêmios no Globo de ouro 2017 La La Land é o grande favorito ao Oscar. Eu nunca vou conseguir intender a academia, o filme é bom mais não merece ser o vencedor do ano. Ryan Gosling tem um destaque absoluto no filme e uma boa atuação, Emma Stone esta muito bem e consegue completar com sua bela interpretação. O Ryan e a Emma sempre tiveram uma química muito boa em seus trabalhos juntos. Mais venhamos e convenhamos nenhum dos dois tiveram uma atuação para serem premiados em ambas categorias que foram indicados. Enfim essa é minha opinião sobre o tão repercutido filme LA LA LAND - CANTANDO ESTAÇÕES.
Uma celebração à vida, à alegria, ao amor, à paixão pela profissão - isto é La La Land. Mia, aspirante a atriz, e Sebastian, pianista de jazz, perseguem os seus sonhos nas respectivas carreiras. Melhores cenas: o musical em meio ao congestionamento do verão californiano; Mia e Seb flutuando no ar, no Planetário; as referências a filmes marcantes, especialmente à "Casablanca"; e a melhor de todas e que levou mais tempo para ser feita, o casal dançando ao pôr-do-sol de Los Angeles. O filme segue uma narrativa linear, sendo dividido pelas estações do ano. A pergunta chave é: o que é mais importante, o amor ou a carreira? O filme rendeu seis Oscars, incluindo o de atriz (para Emma Stone), diretor (Damien Chazelle) e trilha sonora (que mistura vários ritmos, incluindo um clássico de Tchaikowsky). Ryan Gosling, o intérprete de Sebastian, também mereceria ser premiado. A cena final é emocionante.
La La Land lhe conquista com suas ótimas músicas e danças desde o começo do filme. São todas músicas alegres, que contagiam. A fotografia e as cores são pontos a favor, que deixam o filme visualmente bonito. La La Land é um filme alegre, com alto astral e uma boa história de romance.
O melhor filme do ano? Afinal, se Emma Stone brilha em La La Land, literal e figurativamente, não faz por si só. É fato que, sempre quando exigida, entrega um trabalho de deixar embasbacado. Mas quem exige, e o faz da maneira correta, merece tantos méritos quanto. Só que não é apenas Damien Chazelle o responsável por isso. Tudo parece funcionar em harmonia no filme que pode responder de maneira afirmativa a pergunta lá em cima.
Bem dirigido, com músicas memoráveis e ótimos atores; La la land é um grato musical que se destaca pela qualidade da trama, direção e atores. O erro deste longa está no 3° ato, longo demais (10 minutos a mais que o necessário), e o excesso de positividade em tudo, mas é excelente e merece ser visto no cinema.
Realmente uma obra-prima! Não só o amor, mas jazz, um musical que não é cansativo como outros já assistidos (tem mais história, e que história!). Adorei! La la land nunca será esquecido. Você torce pelos personagens e como na vida pode ou não dar certo. Imagino o empenho dos personagens... Não é a toda já os prêmios ganhamos e a cotação grande para o Oscar!
Nasce um novo clássico. Mesmo quem não gosta do gênero terá de reconhecer que esse filme vale a pena. Ainda não é possível saber se toda a safra cinematográfica prometida para 2017 será de qualidade, mas começa ótimo com o simpático musical La La Land. Cidade de estrelas, você está brilhando só para mim? Em pouco mais de duas horas de projeção, o que vale aqui – como em todo bom cinema – é como a história é contada e a história é o clichê dos clichês em filmes musicais: Mia (Emma Stone) e Sebastian (Ryan Gosling), são jovens que sonham com o sucesso enquanto enfrentam a realidade de L.A: ela é garçonete numa espécie de Starbucks dentro de um famoso estúdio de gravações, mas busca a difícil carreira de atriz; ele é um pianista de jazz que pensa em jazz e que vive buscando seu espaço em meio a mudanças constantes que a vida coloca em seu caminho, sabendo que as pessoas cada vez mais gostam menos do gênero musical. Após a primeira interação nada amigável, o amor entre os dois acontece, e entre as estações do ano, precisarão compreender como é viver a vida a dois e o tamanho que o sonho de cada um tem na vida do outro. Damien Chazelle responsável pelo “Whiplash – Em Busca da Perfeição”, é um diretor para ficarmos com os olhos atentados, em primeiro lugar, Chazelle é detalhista e calculista e eu gosto disso, em segundo lugar, a parte visual é impecável. Poucas vezes se viu uma coordenação tão bem construída ou até mesmo orquestrada de tão perfeita entre fotografia, design de produção, direção de arte, e figurino. A equipe constrói um visual de cores vivas, que remete aos musicais antigos ao mesmo tempo em que dá ao filme um ar de fantasia. La La Land mostra não o Los Angeles real, e sim Los Angeles dos musicais, e isso representa a confirmação de que o jovem e talentoso diretor consegue atingir a excelência. As atuações são ótimas, Emma e Ryan são incrivelmente fotogênicos e carismáticos juntos. Eles cantam, dançam e emocionam em interpretações históricas e marcantes como na sequencial musical “A Lovely Night”. A trilha sonora é digna de prêmios e adicionamento em nossas playlists para uma eternidade. O imprescindível está lá: o musical tem ótimas canções, tão boas que contagiam o espectador, quase a aderir às coreografias muito bem feitas. Merece uma ressalva a mixagem de som, que consegue dosar tudo que a edição fornece, destaque para o som dos sapatos no asfalto, -eu amei demais-. O maior mérito do diretor está na ousadia de ter apostado em um musical nos tempos de hoje onde o público só está interessado em filmes de super-heróis ou em filmes de terror genéricos, gênero que já foi dado como morto, assim como Sebastian com o jazz. “Para os sonhados que acreditam no amor, para os apaixonados que acreditam nos sonhos” ainda acrescento que, o futuro pertence àqueles que acreditam na beleza de seus sonhos, vá assistir ao filme La La Land de preferência com alguém que você ama, ou só, com a lembrança do grande amor que poderia ter vivido ou viveu. Este é o início de algo maravilhoso e novo? Ou mais um sonho?
Um bom filme, lindo, simpático e carismático com uma trilha sonora deliciosa que não sai da sua cabeça. Um roteiro simples e muito bem dirigido, tecnicamente é um filme perfeito com planos bem filmados e um final muito inteligente. Porém não é empolgante e muito menos envolvente e na minha opinião a melhor cena do casal juntos é o momento do sapateado, que ficou sublime, fora isso não vi nada de excepcional nas atuações de Ryan Gosling e Emma Stone. Pra mim Gosling se destaca muito mais no filme e Stone não me passou vivacidade. Vale ser visto, mas não é esse espetáculo cinematográfico que estão pregando por ai.
Ainda bem que não paguei para ver este filme, pois pela "crítica especializada" , seria algo inesquecível, mas pelo contrário, tornou-se necessário esquecê-lo, assim que deixasse a sala. Com um início espetacular, um meio morno e estendido e um fim sem sentido, deixou a promessa de um grande musical para um simplório filme de sessão da tarde em dia chuvoso. Não excluo a boa direção e maravilhosa atuação de Emma Stone, mas sem dúvida nenhuma, parece que jogaram as indicações em uma caixa aonde se encontrava este título. Bom para dormir e ficar na esperança de que qualquer filme, hoje em dia, pode atingir tal prestígio sem o merecê-lo. Parece vingança hollywoodiana. No caso de Whiplash, este sim, merecia as indicações. Confira com um bom bule de café.
Uma cópia exata de tudo que já foi feito em filmes, desde a jovem que quer ingressar no cinema, até o erro de decisões que torna um casal que se ama, eternos separados. Alguma coisa está acontecendo com o cinema norte americano que não consegue inovar em roteiros e coloca filmes básicos na onda dos premiáveis.
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