La La Land - Cantando Estações: Críticas - Página 5
La La Land - Cantando Estações
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Rodrigo Gomes
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2,0
Enviada em 27 de junho de 2018
Particularmente, não entendi o porquê de são tão aclamado e cogitado ao Oscar. Não identifiquei elementos significativos a esse ponto. A trilha sonora não tem muita graça e as atuações são medianas. Salvo a primeira cena de sapateado entre os mesmos (a melhor cena do filme, onde conseguimos alguma vibração em seus passos e sincronia), o restante acaba sendo enfadonho. O final é coerente e até uma surpresa pra esse tipo de roteiro, e talvez tenha sido o arremate.
Grande filme que homenageia clássicos românticos do cinema. Jovem candidata a atriz se encontra casualmente com pianista entusiasta do jazz e dividem seus sonhos e fantasias em cenas musicais e diálogos vibrantes. O desfecho pode ser o do sonho, ou não. Belíssimo.
Nao curto musicais, mas desse eu gostei, um filme subestimado. A história é boa, convidativa ( depois de uns 20 min) e as atuações são ótimas. Emma Stone está maravilhosa no papel, a fotografia é linda e Ryan Gosling é o melhor do filme, além de lindo, bom ator, canta, dança, sapatea e ainda toca piano, assim fica difícil não amar
O filme é lindo. Cenas, músicas e danças perfeitas. Não imaginava que sentiria uma certa angústia e tristeza ao pensar nos rumos que podemos deixar nossa vida levar. Por um detalhe, tudo poderia ser diferente. Não é um filme para qualquer um, mas para apreciadores da arte...
Filme mais superestimado que já vi!! Tanto holofote, prêmios, Oscar pra isso? Não curti não, filme bem medíocre que não empolga quase em nenhum momento!!
Sensacional!!! Não é o meu gênero preferido de filme, mas a história é muito bela e os efeitos visuais são de primeira. Um filme diferente, para quem aprecia e é fã da sétima arte. Direção nota dez!
A primeira cena de La La Land: Cantando Estações, filme dirigido e escrito por Damien Chazelle, com a música Another Day of Sun, já nos deixa dentro do clima no qual o longa acontece. Esse é um musical sobre pessoas que chegam à cidade de Los Angeles, meca do cinema norte-americano, em busca da oportunidade de realizar um sonho: o de quem sabe, um dia, poder fazer parte desta grande indústria, que mexe com o imaginário de tanta gente.
La La Land: Cantando Estações é sobre pessoas como a sua própria atriz principal: Emma Stone, que, após convencer os pais, abandonou o colégio e se mudou com a mãe para Los Angeles, com o objetivo de dividir seus dias entre a educação escolar (que acontecia na própria casa delas) e os testes cansativos para filmes e programas de TV.
No fundo, existe uma razão que explica o sucesso de crítica e público que esse filme tem alcançado. A história de pessoas que buscam a realização de um sonho tem caráter universal. Ter como pano de fundo uma cidade (Los Angeles) que representa isso, em muitos sentidos, somente reforça o caráter simbólico de La La Land: Cantando Estações.
Ressoa ainda mais, nessa obra, a certeza de que esse caminho (de quem quer alcançar aquilo que mais deseja) é árduo, pode ser solitário (mas, ao mesmo tempo, ganha outra força se a gente tem alguém ao nosso lado para nos apoiar, não nos deixar sair do foco), tem dor, tem sofrimento, tem sacrifício, tem muitos nãos, tem lágrimas e exige a coragem necessária para a tomada de decisões difíceis.
Se, nem sempre as coisas terminam ou se desenvolvem do jeito que a gente imaginava, é porque isso faz parte da nossa jornada. Cada um percorre o caminho que tem que percorrer – alguns com atalhos mais fáceis, outros com um pouco mais de paciência e perseverança. Mas tudo vale a pena, se você deseja isso verdadeiramente e faz acontecer!
Independente de estarmos na Cidade dos Sonhos (ou na Cidade das Estrelas, como o filme tanto insiste); todos nós temos um pouco de Mia e Sebastian dentro da gente.
Apenas um bom filme. Uma comédia musical, romântica. A escassez de boas ideias para novos filmes, levaram os produtores de Hollywood a aproveitarem propostas antigas de musicais, das décadas de 50/60 e adaptarem para nos novos tempos. Ficou um filme meio retrô, saudosista, lembranças dos bons tempos dos musicais. Tem até sapateado. A adaptação e o uso excessivo de clichês, cenas já vistas e aprovadas em antigos filmes, o transformou num tipo de Frankenstein, a cabeça de um filme, o corpo de outro filme e o final de outro. Aliás, dois finais. A realidade dura e o que todos gostariam que acontecesse. O tema principal é a realização do sonho. Até onde você iria para realizá-lo. Os personagens vão onde a vida real exige e abrem mão dos conceitos sociais. O filme é bem feito e bem dirigido. Os atores principais já são consagrados. Vale a pena.
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