A Senhora Da Van
Média
4,1
150 notas

21 Críticas do usuário

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Anderson P
Anderson P

1 seguidor 10 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 15 de outubro de 2020
COMENTARISTA SEM FIRULA: Relaxe e se deixe conduzir. Não tem grandes aventuras ou suspenses. É uma história simples porém muito bem contada e encenada. Um belo filme. Sem draminha. Sem o clichê da velinha coitadinha.
Shirley Rosas Guimarães
Shirley Rosas Guimarães

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5,0
Enviada em 19 de abril de 2020
Uma grande pianista, tem seu amor pela música roubado dela. O que a torna uma pessoa de difícil trato, sem gosto pela vida e por si mesma, vivendo de forma nada convencional, em meio ao lixo que acumula em uma van velha, provocando algo de repugnância nos vizinhos do bairro onde ela constantemente estaciona a van. Até conhecer um autor de teatro, que após muito resistir, acaba cedendo à compaixão por ela e a ajuda.
Toda essa postura dela diante da vida, é apenas para se fazer de durona e não admitir que o amor pela musica ainda habita nela. Muito emocionante. Chorei!
Celso M.
Celso M.

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5,0
Enviada em 23 de abril de 2016
Maggie Smith faz o papel de uma velhinha cheia de extravagâncias que mora em uma van, sempre em endereço diferente incomodando um bairro tranquilo de Londres em meados dos anos 70. Ao se aproximar de um morador chamado Alan Bennett (Alex Jennings), instala-se em definitivo dividindo seu mundo com ele. É uma estória muito bonita, engraçada e cativante. Você entenderá que algumas frustrações do passado, tais como negação e proibição, poderão afetar o seu futuro de forma indelével . É um primor de conto. Muito bonito.
Nelson J
Nelson J

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5,0
Enviada em 15 de abril de 2016
Maggie Smith é extraordinária. este filme a mostra como uma pessoa invisível, moradora de uma van que estaciona nas ruas, suja e maltrapilha, atrai a atenção de um escritor e acaba estacionando por 15 anos no seu quintal. Por trás desta situação que incomoda os vizinhos e assistência social, há uma história de vida.
Bruno Campos
Bruno Campos

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5,0
Enviada em 12 de abril de 2016
Maravilhoso. Um tratado brilhante sobre errância psicótica. Atuações SOBERBAS dos 2 protagonistas Maggie Smith e Alex Jennings. O filme e os atores mereceriam todos os prêmios possíveis. Direção irretocável de Nicholas Hytner. Imperdível!
Iara M.
Iara M.

1 seguidor 3 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 10 de abril de 2016
Crítica: A Senhora da Van é uma comédia dramática, baseada em fatos reais, sensível e instigante, que consegue trazer um olhar diferenciado, de produção simples mas muito bem feita e com bom enredo. Prepare seus lencinhos, esse é um daqueles filmes que emocionam em todos os sentidos: roteiro, fotografia, grandes atuações. Comove e tira sorrisos e lágrima s do telespectador. Além do roteiro, fotografia, figurino, trilha sonora, tudo está muitíssimo bem feito nesse longa. A atriz Maggie Smith está em uma atuação gloriosa como Mary Shepherd.o papel parece ter sido escrito para ela. Uma representação impecável!
Interessante que o filme foi rodado na casa do escritor ,pois a casa ainda pertence a ele.
A sra Mary Shepherd (Maggie Smith )mal humorada,grossa e direta funciona como um contraponto emocional ao dramaturgo Allan Bennett (Alex Jennings) e seu alter ego .Alan consegue também criar um vínculo emocional com o espectador, esse feito devagar, quase que timidamente. O relacionamento de Mary com Alan , inicialmente tenso, é construído de uma forma muito crível ao longo do filme e ao final do longa conseguimos nos emocionar com o desfecho de ambos. Talvez esse seja mesmo o ponto alto do filme: como as relações foram críveis. Consegue ser um daqueles filmes que nos passam uma história pequena, mas que nos diz muito sobre o que significa ser realmente humano. Nos fala dos relacionamentos que mantemos, das pessoas com as quais compartilhamos nossas histórias. E em como elas ajudam a definir quem realmente somos. Preconceito, aceitação, controvérsias na caridade honesta ou para não olhar dentro de si e ver a verdadeira pobreza? Valores humanos colocados em uma peneira......Quando ela fala prá Allan "minhas mão estão limpas",parece-me um ponto alto,em que a personagem já fez todas as penitências ,está de coração aberto,inclusive para morrer.Inclusive ela foi o divisor de águas para Allan se assumir,ser ele mesmo... O humor fino inglês permeia o filme, com grandes atores ingleses. O final foge um pouco da realidade, com um pouco de humor no desfecho. Talvez as pessoas precisem sair do cinema com o espírito elevado. Um filme delicado e marcante, uma joia do cinema inglês.
emmecarrd
emmecarrd

16 seguidores 43 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 16 de julho de 2016
Belíssimo filme é poético. Sensível e cativante. Pra quem se interessa por teatro, literatura e processo criativo vai gostar. Não é um filme de efeitos e barulho, mas de pequenos detalhes e delicadesas.
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