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Celso M.
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178 críticas
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5,0
Enviada em 23 de abril de 2016
Maggie Smith faz o papel de uma velhinha cheia de extravagâncias que mora em uma van, sempre em endereço diferente incomodando um bairro tranquilo de Londres em meados dos anos 70. Ao se aproximar de um morador chamado Alan Bennett (Alex Jennings), instala-se em definitivo dividindo seu mundo com ele. É uma estória muito bonita, engraçada e cativante. Você entenderá que algumas frustrações do passado, tais como negação e proibição, poderão afetar o seu futuro de forma indelével . É um primor de conto. Muito bonito.
Maggie Smith é extraordinária. este filme a mostra como uma pessoa invisível, moradora de uma van que estaciona nas ruas, suja e maltrapilha, atrai a atenção de um escritor e acaba estacionando por 15 anos no seu quintal. Por trás desta situação que incomoda os vizinhos e assistência social, há uma história de vida.
A história real, sustentada pelo excelente trabalho de Maggie Smith são os destaques desse simpático filme. É sempre gratificante assistir uma grande história humana. Se o trabalho é bem sustentado por um grande interprete, a coisa fica muito bem resolvida.
Depois de assistir a performance de Maggie Smith na memorável série televisiva "Dawton Abbei", encontrá-la em outra chave, encarnando uma vítima de sua própria história, com humor e fundamentalmente diferente de sua personagem na história que trata da nobreza inglesa, é muito gratificante.
Maravilhoso. Um tratado brilhante sobre errância psicótica. Atuações SOBERBAS dos 2 protagonistas Maggie Smith e Alex Jennings. O filme e os atores mereceriam todos os prêmios possíveis. Direção irretocável de Nicholas Hytner. Imperdível!
Crítica: A Senhora da Van é uma comédia dramática, baseada em fatos reais, sensível e instigante, que consegue trazer um olhar diferenciado, de produção simples mas muito bem feita e com bom enredo. Prepare seus lencinhos, esse é um daqueles filmes que emocionam em todos os sentidos: roteiro, fotografia, grandes atuações. Comove e tira sorrisos e lágrima s do telespectador. Além do roteiro, fotografia, figurino, trilha sonora, tudo está muitíssimo bem feito nesse longa. A atriz Maggie Smith está em uma atuação gloriosa como Mary Shepherd.o papel parece ter sido escrito para ela. Uma representação impecável! Interessante que o filme foi rodado na casa do escritor ,pois a casa ainda pertence a ele. A sra Mary Shepherd (Maggie Smith )mal humorada,grossa e direta funciona como um contraponto emocional ao dramaturgo Allan Bennett (Alex Jennings) e seu alter ego .Alan consegue também criar um vínculo emocional com o espectador, esse feito devagar, quase que timidamente. O relacionamento de Mary com Alan , inicialmente tenso, é construído de uma forma muito crível ao longo do filme e ao final do longa conseguimos nos emocionar com o desfecho de ambos. Talvez esse seja mesmo o ponto alto do filme: como as relações foram críveis. Consegue ser um daqueles filmes que nos passam uma história pequena, mas que nos diz muito sobre o que significa ser realmente humano. Nos fala dos relacionamentos que mantemos, das pessoas com as quais compartilhamos nossas histórias. E em como elas ajudam a definir quem realmente somos. Preconceito, aceitação, controvérsias na caridade honesta ou para não olhar dentro de si e ver a verdadeira pobreza? Valores humanos colocados em uma peneira......Quando ela fala prá Allan "minhas mão estão limpas",parece-me um ponto alto,em que a personagem já fez todas as penitências ,está de coração aberto,inclusive para morrer.Inclusive ela foi o divisor de águas para Allan se assumir,ser ele mesmo... O humor fino inglês permeia o filme, com grandes atores ingleses. O final foge um pouco da realidade, com um pouco de humor no desfecho. Talvez as pessoas precisem sair do cinema com o espírito elevado. Um filme delicado e marcante, uma joia do cinema inglês.
Filme que retrata uma realidade cruel porém de uma forma muito mais sútil, a interpretação de Maggie Smith é impecável, um filme leve e gostoso de se ver as vezes um pouco cansativo nos monólogos porém vale a pena.
Uma senhora passa a morar numa van depois de achar que cometeu um crime em meados dos anos 70. Calcado no talento da excepcional atriz Maggie Smith, esta produção inglesa baseado em fatos reais narra a história da Mary Shepherd, uma senhora que habita as calçadas de uma rua na Londres dos anos 70 com sua, até que um dos vizinhos oferece sua garagem para que ela deixe seu veículo estacionado lá. O que era para ser algo provisório se transforma em anos. Talvez você estranhe um pouco o humor inglês, que não é para muitos, mas o roteiro inteligente retrata os sinais da velhice com belos textos para seus personagens, com um tom verdadeiramente tragicômico. Curiosidade. Maggie Smith concorreu ao Globo de Ouro de Melhor Atriz pelo papel. Nota do público: 6.9 (IMDB) Nota dos críticos: 93%(Rotten Tomatoes) Bilheterias EUA - $7 milhões* Mundo - $29 milhões* * e contando Acesse o blog 365filmesem365dias.com.br para ler sobre outros filmes.
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