Confesso que esperava mais,quando ouvi falar de Green Room eu esperava realmente um filme "diferentão" porém no fim das contas o que eu acabei vendo foi um filme apenas ok que tem o que gostar também.O filme acompanha uma banda que vai tocar em um lugar recheado de bandidos perigosos,após um dos integrantes presenciar por acaso um assassinato ,o grupo agora começa a ser caçado pelos donos do estabelecimento.É um filme ok,tem muito gore é um script bem simplório.O que me desapontou mais,talvez tenha sido as expectativas que eu coloquei antes de assistir,mas após vê-lo é nitdo que nada mais é do que um filme ok.O roteiro escrito pelo também diretor Jeremy Saulnier (Que faz sua estreia também),entrega uma história sem muita profundidade,os personagens são unidimensionais e suas características não fogem dos clichês,a busca pela sobrevivência por outro lado é recheada de muito sangue que certamente irá agradar os mais aficionados no gore,esse quesito técnico aliás é de destaque,temos cenas gráficas e com uso de excelentes efeitos práticos que dão veracidade a história.Por outro lado o enredo talvez tenha até me surpreendido nas escolhas de quem vive ou morre o que pode também subverter as expectativas de outro espectador.Mesmo com um baixo orçamento,é notável a qualidade estética da obra,com locações simples e uma fotografia de palheta esverdiada,auxilia na ambientação suja proposta na Mise en scene.Ja o elenco foi muito vendido no personagem do Patrick Stewart que sinceramente tem uma participação bem fraca e sem destaque,ja o resto do elenco esta ok sem grandes atuações.Green Room pode ser até um bom passatempo,é um filme que não vai marcar e bem ficar na mente,tem um bom trabalho de produção é um enredo simples.
Mais um projeto ousado e provocativo da A24, Green Room é um Thriller atmosférico sucinto e despretensioso. É a combinação perfeita de cinema autoral com filmão pipoca de gênero, com elementos de nicho e convencionais ao mesmo tempo. O elenco, inusitado para dizer o mínimo, está ótimo. O finado jovem talento Anton Yelchin constrói um "protagonista acidental" empático e interessante. Imogen Poots (linda, você precisa mudar esse nome, tá?!) também não decepciona, a bela atriz inglesa faz por merecer cada segundo em cena, com uma personagem completamente à prova de clichês. Patrick Stewart sai da toca de onde se enfiou desde que parou de fazer o professor Xavier e apresenta um vilão calculista, e impressionantemente plausível. E pra quem gosta de um Punk desses bem trash, a soundtrack garante bons momentos. Enfim, não é nenhum primor cinematográfico, mas dentro de sua proposta, consegue proporcionar uma boa diversão pra quem está procurando um entretenimento mais fora do comum.
Adorei o contexto e a situação criada no cenário improvável. Muito competente na hora de criar tensão e a violência está na medida certa, sem apelar para o gore. Tecnicamente falando, o autor comete umas besteiras amadoras, tanto na direção, quanto no roteiro, mas sem comprometer a história.
"Terceiro longa-metragem de sua carreira, o diretor Jeremy Saunier demonstra competência técnica aliada a uma sensibilidade artística que transita com frequência entre o experimental e o blockbuster de ação. Ele não se esquiva da violência, nem poupa o espectador da sanguinolência, mantendo em progresso um senso de urgência inquietante."
O filme possui roteiro preocupado com os mínimos detalhes, o que é essencial, e a trama, embora simples, envolve quem assiste. Após 20 minutos iniciam as mortes em uma escalada assustadora e com requintes de crueldade. Mistura rock com neonazismo e produção de heroína, sendo que a última traz a motivação principal da trama. A atuação de Anton Yelchin (o Chekov da recente sequência de Star Trek e que morreu em acidente absurdo em 2016) segura a maior parte do filme que ainda tem Patrick Stewart (o capitão Picard da nova geração de Star Trek). Excelente entretenimento para os que apreciam filmes de ação e são aficionados pelo gênero psicodélico, embora o roteiro poderia ser um pouco mais intimista. Direção profissional e atenta à produção de cada cena.
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