Lion - Uma Jornada Para Casa
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4,5
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94 Críticas do usuário

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Gabriella Tomasi
Gabriella Tomasi

128 seguidores 106 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de fevereiro de 2017
(...)é uma obra que ainda cumpre seu papel em ser emocionante, mas seus equívocos em sua narrativa impedem que a jornada fosse mais profunda do que deveria ser.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 18 de fevereiro de 2017
“Lion” é um filme que em sua essência prega pela simplicidade, ele quer fazer seu dever de casa, passar sua mensagem, emocionar o publico e acabou, mas em determinado momento ele tenta e acaba sendo mais profundo do que é. Temos aqui um roteiro bibliográfico, linear e que não tenta enganar o telespectador com subjetividade ou linhas temporais paralelas, como eu disse, ele prega pela simplicidade para contar a historia de Saroo (Dev Patel), um menino de 5 anos que se perde do seu irmão numa estação de trem em Calcutá, e após ser adotado por uma família australiana tenta reencontrar sua família 20 anos depois. A montagem do filme em seu primeiro ato é tão honesta e simples, é extremamente cativante e linda, o diretor Garth Davis passa um ar de apego e cumplicidade, misturando a violência e inocência que é uma coisa linda, pena que seu segundo ato é o oposto disso, com uma bela fotografia em seu primeiro ato, escura e destacando os elementos de tela, o resto do filme opta por algo mais claro e misturando os tons de azuis, com uma trilha simples e uma câmera que muitas vezes é usada sem tripé o filme tecnicamente apenas agrada. As atuações de Sarro criança é maravilhosa, mas já Dev Patel não impressiona como Saroo, ele não passa um ar de perdido ou de desesperado e sozinho não eleva a carga dramática, e se não fosse pela boa construção do roteiro, Patel não nos faria enxugar os olhos no final da película. Temos aqui um filme que tem um ótimo primeiro ato, um segundo ato alongado demais com muitas repetições de ideia e mal construção de personagens (Apenas Sarro é construído) e um terceiro que é curto, mas extremamente lindo e preciso, e é sempre muita sensibilidade do diretor mostrar imagens ou vídeos dos acontecimentos pôs filme, serviu para gastarmos mais lenços, “Lion” é um bom filme que cumpre seu papel.
anônimo
Um visitante
3,5
Enviada em 8 de fevereiro de 2017
A história funciona do começo ao fim.Boa parte no drama,emocionante por sinal.
O jovem Sunny Pawar consegue nos emocionar apenas com o seu olhar.Dev Patel novamente se apresenta de forma memorável em um drama.
Sidney  M.
Sidney M.

29.815 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 19 de março de 2018
Bom filme, emocionante em algumas partes. Infelizmente apesar de ser um filme, histórias como essa acontecem na vida real. Mas que felizmente acabam com finais como este aqui também. Recomendo!
Kamila A.
Kamila A.

7.940 seguidores 816 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 9 de março de 2017
Em um dos versos da música I Don’t Want to Be, o cantor Gavin DeGraw afirma: “Parte de onde estou indo é conhecer de onde eu venho”. Essa frase se encaixa como uma luva no protagonista de Lion: Uma Jornada para Casa, filme dirigido por Garth Davis. Quando tinha cinco anos, Saroo (interpretado por Sunny Pawar na infância e por Dev Patel quando adulto) se perdeu do irmão mais velho, Guddu (Abhishek Bharate), numa estação de trem no povoado em que eles viviam.

Em decorrência disso – e após enfrentar a experiência de dormir na rua e viver em orfanatos –, Saroo foi adotado por uma família australiana, que proporcionou-lhe um ambiente familiar sólido e a oportunidade de se transformar em alguém na vida. Entretanto, Saroo sempre teve uma grande sombra na sua vida: a sua origem, a família que ficou para trás na Índia e, principalmente, a incerteza sobre o que aconteceu de verdade no fatídico dia em que ele se perdeu do irmão.

Uma ideia fixa martela na mente de Saroo nos anos todos que se seguiram ao que ocorreu na estação de trem: a sensação de que sua família nunca desistiu de procurá-lo, de saber o seu destino, de acreditar na possibilidade do reencontro. É justamente isso que vai movê-lo, vinte e cinco anos após o seu “desaparecimento”, a tentar voltar para casa, entrar em contato com as suas origens e a reencontrar, finalmente, a sua família biológica.

O roteiro escrito por Luke Davies (com base no livro escrito pelo próprio Saroo Brierley) enfoca justamente a transformação de Saroo de menino em um grande homem, por meio da dedicação e do amor de seus pais adotivos (David Wenham e Nicole Kidman), do relacionamento delicado com o irmão adotivo (que tem as mesmas marcas que ele, mas não soube driblar a dor – ao contrário do que aconteceu com Saroo) e da descoberta do amor com Lucy (Rooney Mara); mas, ao mesmo tempo, nos mostra que ele não viverá essas experiências plenamente até ele conseguir aparar as arestas do seu passado. Afinal, para podermos encarar o futuro, para podermos crescer e amadurecer, é necessário que tenhamos sempre um porto seguro, um eixo, um suporte. É isso que Saroo mais procura ao tentar reencontrar a sua família e as suas origens.
Benedicto Ismael C. Dutra
Benedicto Ismael C. Dutra

92 seguidores 145 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 17 de março de 2017
Os fios do destino conduziram o menino indiano Saroo (Dev Patel), de cinco anos de idade, da Índia para a Austrália. Diferentemente do Brasil, na Índia a malha ferroviária se estende por todo o país e a Indian Railwais conta com 1,4 milhão de funcionários. O menino tinha se perdido do irmão numa estação de trem e foi parar em Calcutá, há 1,6 mil km de distância, e, numa região estranha, enfrentou grandes desafios para sobreviver sozinho, até ser adotado por uma família australiana que lhe deu uma educação muito diferente do que teria recebido na cidade pobre onde nasceu. Silenciosamente, o filme mostra as possibilidades que se abrem para os seres humanos que recebem bom preparo para a vida desde a primeira infância.

A mãe adotiva de Saroo (Nicole Kidman), embora não fosse a mãe biológica, tinha senso de responsabilidade e seguiu o mandamento de respeitar a maternidade, dando carinho e cuidados ao menino como se fosse seu próprio filho. Seguindo a intuição, ela e o marido optaram por fazer a adoção, pois acreditavam que num mundo superpovoado, com tantas crianças abandonadas por pais irresponsáveis, não fazia sentido gerar mais uma criança, se ao invés disso poderiam adotar uma que foi abandonada e cuidar dela.

Saroo foi assim contemplado com uma especial oportunidade de evoluir e adquirir uma compreensão mais ampla da vida numa cultura mais aberta na qual o livre arbítrio é mais forte e a pessoa fica menos influenciada pelo fatalismo. No entanto, seu coração o exortava a encontrar a mulher que o havia gerado, e aos 25 anos partiu para uma busca obsessiva até conseguir descobrir onde nasceu e retornar à sua cidade natal.
Pati Lima
Pati Lima

43 seguidores 84 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de março de 2017
Lindo e emocionante. Bem feito, história real, de Oscar realmente; vale a pena! Patel bem como sempre.
Dagoberto M.
Dagoberto M.

262 seguidores 202 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 28 de agosto de 2017
Do início do filme até o momento que o personagem cresce o ator infantil torna o filme uma das coisas mais deliciosas da história do cinema, após crescer o filme se perde, pena...
iambrunodelima
iambrunodelima

17 seguidores 18 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 1 de fevereiro de 2017
Baseado em uma excelente história real, é um baita drama.
Não acho que convença a acadêmia a ponto de ganhar algum prêmio, afinal lembra bem outros filmes estrelados por Dev Patel, algo como, mais do mesmo.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.872 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 2 de fevereiro de 2017
Lion Uma Jornada para casa - (concorrente ao Oscar) filme conta a história real do menino Saroo que se perdeu numa estação de trem Calcutá aos 5 anos de idade e só após 25 anos que ele volta a reencontrar a sua mãe, uma história muito bonita e emocionante que nos faz refletir sobre a quantidade de crianças que não acontecem a mesma coisa e que não tem a mesma sorte que esse menino teve
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