O filme começa muito bem, o telespectador fica angustiado com os acontecimentos. Uma bordagem interessante da forma que uma pessoa reage a sobrevivência em uma situação tão desesperadora. A personagem principal se mostra frágil e insegura, mas luta ferozmente para manter-se viva. No entanto, o final não condiz com o ritmo e história imposta ao longo do filme. O filme é mais lento e prolixo, já o final é rápido e decisivo, não ficou harmonioso, o filme poderia ter finalizado antes e ficaria melhor.
Numa cabana isolada para supostamente curtir um fim de semana romântico (daqueles que recuperam relacionamentos) com o marido (Bruce Greenwood), ela é surpreendida por sua ideia de algemá-la na cama. Desconfortável, a mulher vê a situação piorar ainda mais por conta de uma fatalidade. Algemada, sozinha, ouvindo vozes e assombrada pelo próprio passado, Jessie "vai morrer se não acordar".
O filme é bem tenso mas esse final acho que não teve muito a ver fiquei esperando algo bem melhor e esse não me convenceu nem um pouco⭐
Um filme divide opiniões! minha visão vejo fatores mais negativos do que positivos, roteiro é meia boca e seu desenvolvimento idem, elenco até que se esforça,mas não entrega o que precisava, com exceção da boa atriz Carla Gugino, trilha sonora é razoável. Aqui temos um filme esquecível.
Alguns livros acredito que não deveriam sair do papel. Este filme que é uma adaptação de Stephen King é um. Claro que todo livro é rico em detalhes e filme algum poderia abordar tudo o que foi escrito e nem sempre as cenas conseguem transmitir a mesma emoção da leitura. O enredo até achei interessante, como a Jessie lida com a situação, sobre seus traumas de infância e os seus personagens imaginários, mas a verdade é que o filme é muito chato, arrastado e sonolento.
Filme com referências estranhas sobre casal que tenta apimentar a relação e salvar o casamento, mas o desenrolar sai de controle e mistura ilusão e realidade. Prende a atenção.
O filme é bom, o começo e excelente depois fica um pouco masante, a impressão que eu tenho assistindo é que o tempo todo ela poderia sair daqui sem esperar tanto tempo.
O filme baseado no livro Jogo Perigoso, de Stephen King, conta a história do casal Jessie (Carla Gugino) e Gerald (Bruce Greenwood), que para apimentar a relação, decidem passar um final de semana em uma casa de campo. Após Gerald sofrer um infarto e deixar a esposa algemada na cama. Jessie começa a perder a razão, se tornando um prelúdio para uma noite de horror. Entretanto, assim como o livro, é o filme. O desenvolvimento da trama não fica apenas centralizado em como Jessie sairá desse tormento de ficar presa e vê seu marido morrer na sua frente. Que para mim, já bastava para ser um grande filme. Stephen King, adiciona o passado de Jessie, marcado por pedofilia do seu próprio pai, e para adicionar ainda mais o desvio do foco central do filme, é adicionado no terceiro ato do filme (Livro) um elemento sombrio a trama. Um homem acusado de esquartejar suas vitimas. Poderia até ser algo interessante, porém, o personagem acaba sendo um elemento de suspense. Pois o próprio não faz nada, apenas observa Jessie, no canto da parede. O filme de suspense psicológico, que pensávamos que seria uma coisa, acaba sendo outra, e o que deveria ser o primeiro foco acaba ficando em segundo plano, Jessie presa na cama.
é interessante, mais ele acaba ficando chato e complicado de levar até o final e o fato da personagem ta sempre presa na cama é um arrasto que se extende .
Ok. Existem filmes bem melhores para assistir do que esse! Roteiro acelerado demais na reta final do filme, certos elementos esquecidos na narrativa, o foco principal se perde, nota 2, porque com o mesmo roteiro fraco, a atriz consegue carregar o filme nas costas.
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