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Um visitante
3,0
Enviada em 9 de junho de 2019
Um leve upgrade em relação ao primeiro filme, com mais desenvolvimento de personagem (com atores mais empenhados e mais bem conduzidos) e cenas de ação mais bem editadas, com efeitos de computação gráfica realmente cabulosos de se tirar o chapéu. Uma pena porém que carregue as mesmas deficiências do longa de 2014, com uma trama desnecessariamente confusa e personagens inconscientes, além de algumas mensagens pra lá de problemáticas. Mais uma vez o excesso de drama humano tira o foco dos monstros, que deveriam ser o centro de tudo. Enfim, tem problemas, mas ainda sim, um bom Blockbuster grandioso satisfatório de se assistir no telão de cinema. 6.5 / 10
Nada emocionante, achei um filme legal, com algumas cenas bem poluídas, muita informação e sem sentido. A história ficou clara, com exceção da origem dos titãs, deu um gancho para uma continuação. Destaque para Millie Bobby, esplêndida com sempre!
Inicia-se de forma promissora, mas pouco a pouco o entusiasmo vai diminuindo e dando espaço ao cansaço. Apesar de algumas boas imagens e um bom elenco, não era o que se imaginava. Ficou devendo.
Gozilla 2 desperdiça o potencial criado com o primeiro filme. Embora as cenas de ação sejam boas e os monstros fantásticos, a parte "humana" do longa é sofrível, personagens toscos e com piadas imbecis a todo momento, perdendo o timing para isso e se americanizando como o filme de 1998, uma pena, pois o Godzilla de 2014 se destacava também pela forma mais séria. Eu gostei da trama, das motivações dos vilões e a forma como foi tratada, porém os dramas e dilemas pessoais sejam pífios e os personagens esquecíveis. Godzilla 2: Rei dos Monstros só vale a pena para quem gosta do gênero de monstros, assim como eu, pois ver King Ghidorah, Rodan e Mothra é algo sensacional e balanceia toda a parte ruim do filme.
Godzilla volta a cena em mais um filme de monstros gigantes!! Não há nada de novo, apenas a mesma premissa de destruição total causada pelas brigas ferozes dos titãs. Assim como: Rampage - destruição total; Círculo de Fogo; King Kong; entre outros.
Bacana vê apenas no cinema, pois, o som e os efeitos são os diferenciais dessas obras.
Quando Legendary foi comprado por um grupo de investidores chineses, foco principal é traz a tona filme de cultura oriental é por isso que a presença da empresa no mercado Japonês e Chineses são bastante forte. Voltando atenção para continuação do Goodzilla os personagens anexados na trama só servem para explicar, narrar e tapar buraco.
Cinco anos após os eventos ocorridos no filme anterior, a agência Monarch se estabeleceu como responsável pela pesquisa envolvendo a compreensão dos gigantes. Mothra, Rodan e Ghidorah são alguns dos monstros que surgem em solo terrestre para não só fazer frente à soberania de Godzilla, mas levar a humanidade ao seu fim. Cabe a um grupo de militares e cientistas a missão de buscar alternativas que viabilizem uma aliança com o protagonista gigante visando a preservação da raça humana.
Ao ser lançado em 2014, o filme Godzilla tinha a complicada missão de fazer algo diferente dos tantos filmes abordando a história do famigerado Gojira. O sucesso trouxe consigo a exigência de uma continuação, concebendo este GODZILLA II - REI DOS MONSTROS. A proposta é boa, principalmente porque desenvolve as pretensões da Universal em misturar seus gigantes, King Kong é citado várias vezes (não à toa existe um novo longa Godzilla vs. Kong em produção), mas o que existe no fundo como história fragiliza em demasia a competência técnica do longa. O excesso de bobagens envolvendo as intenções dos humanos, independente do lado, é de uma fragilidade impressionante, chegando a constranger de tão bobo.
O peculiar elenco que traz Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe, Ziyi Zhang, Charles Dance e David Strathairn faz o que é possível para salvar o filme, mas estão todos subutilizados. Por fim, os elementos técnicos, envolvendo CGI, destruição, pancadaria e ação existem aos montes, para o deleite dos fã dos monstrengo japa. Diverte e entretém, todavia, com suas ressalvas.
Godzilla II: Rei dos Monstros é a continuação direta do filme de 2014 e amarra o universo de monstros que conta com as presenças de Godzilla e King Kong. Infelizmente o longa serve apenas para isso e acaba contando com personagens rasos, além de uma história fraca e sem sentido.
O segundo filme do reboot de Godzilla no cinema mostra que Hollywood ainda não conseguiu entender o cinema japonês, já que não carrega uma carga dramática dos personagens humanos, não consegue mostrar uma batalha de monstros gigantes digna e realmente não compreende o que representam aqueles “Titãs” no mundo real.
Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) Apenas o personagem de Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) consegue nos passar um pouco do que aquilo tudo representa. O ator realmente se esforçou muito e se tornou o ponto alto do filme, em alguns momentos parecia que era o único levando tudo aquilo a sério e o único que fazia transparecer o real significado daqueles “demônios”. O restante era cafona e canastrão, até mesmo Millie Bobby Brown se mostrou uma excelente Eleven e nada mais, mas isso não é culpa da atriz, já que o roteiro é ridículo e muito fraco.
A motivação dos vilões é rasa e nem um pouco convincente, enquanto a motivação do protagonista é muito pior e sem sentido dentro do contexto apresentado para esse universo. Um pesquisador, que não é um militar e muito menos faz parte da grande corporação que sabe tudo sobre os monstros, se infiltra como a grande salvação do Planeta, mas na verdade está querendo apenas rever a sua filha. Parece mais um filme de baixo orçamento dos anos 80 do que um grande lançamento atual.
Mas Godzilla II: O Rei dos Monstros não é um filme “B” já que é um longa que reconta a história de um dos personagens mais famosos do cinema. Antes fosse levado como um Tokusatsu, mas nem isso conseguiram fazer, pois nos momentos de luta entre os monstros tudo é cortado e vemos apenas alguns frames, ou até mesmo os monstros se degladiando como plano de fundo.
Todos os fãs esperam ansiosos para ver King Kong enfrentar Godzilla, mas sinceramente, depois de assistir Godzilla II não sei se estou com tanta vontade de ver esse embate. Não quero ver um filme de Kong no escuro com uma história de um pai e uma mãe negligentes, que ao final sentem vontade de cuidar da sua filha, que na verdade está perdida em meio a uma luta escura e sem emoção.
Esperamos que a continuação seja mais parecida com o reboot de King Kong do que com os dois filmes de Godzilla, esse personagem merece mais respeito e muito mais esmero do que essa maneira que vem sendo tratado.
Mesmo contando com os principais monstros que sempre antagonizaram “Gojira” o longa, Godzilla II: Rei dos Monstros não vale o ingresso, mas caso queira tirar suas próprias conclusões (o que é sempre bom), preste mais atenção em Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) e fique até o final dos créditos.
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