Godzilla II: Rei dos Monstros: Críticas - Página 3
Godzilla II: Rei dos Monstros
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Phelipe A.
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3,0
Enviada em 21 de fevereiro de 2020
Godzilla II: Rei dos Monstros é a continuação direta do filme de 2014 e amarra o universo de monstros que conta com as presenças de Godzilla e King Kong. Infelizmente o longa serve apenas para isso e acaba contando com personagens rasos, além de uma história fraca e sem sentido.
O segundo filme do reboot de Godzilla no cinema mostra que Hollywood ainda não conseguiu entender o cinema japonês, já que não carrega uma carga dramática dos personagens humanos, não consegue mostrar uma batalha de monstros gigantes digna e realmente não compreende o que representam aqueles “Titãs” no mundo real.
Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) Apenas o personagem de Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) consegue nos passar um pouco do que aquilo tudo representa. O ator realmente se esforçou muito e se tornou o ponto alto do filme, em alguns momentos parecia que era o único levando tudo aquilo a sério e o único que fazia transparecer o real significado daqueles “demônios”. O restante era cafona e canastrão, até mesmo Millie Bobby Brown se mostrou uma excelente Eleven e nada mais, mas isso não é culpa da atriz, já que o roteiro é ridículo e muito fraco.
A motivação dos vilões é rasa e nem um pouco convincente, enquanto a motivação do protagonista é muito pior e sem sentido dentro do contexto apresentado para esse universo. Um pesquisador, que não é um militar e muito menos faz parte da grande corporação que sabe tudo sobre os monstros, se infiltra como a grande salvação do Planeta, mas na verdade está querendo apenas rever a sua filha. Parece mais um filme de baixo orçamento dos anos 80 do que um grande lançamento atual.
Mas Godzilla II: O Rei dos Monstros não é um filme “B” já que é um longa que reconta a história de um dos personagens mais famosos do cinema. Antes fosse levado como um Tokusatsu, mas nem isso conseguiram fazer, pois nos momentos de luta entre os monstros tudo é cortado e vemos apenas alguns frames, ou até mesmo os monstros se degladiando como plano de fundo.
Todos os fãs esperam ansiosos para ver King Kong enfrentar Godzilla, mas sinceramente, depois de assistir Godzilla II não sei se estou com tanta vontade de ver esse embate. Não quero ver um filme de Kong no escuro com uma história de um pai e uma mãe negligentes, que ao final sentem vontade de cuidar da sua filha, que na verdade está perdida em meio a uma luta escura e sem emoção.
Esperamos que a continuação seja mais parecida com o reboot de King Kong do que com os dois filmes de Godzilla, esse personagem merece mais respeito e muito mais esmero do que essa maneira que vem sendo tratado.
Mesmo contando com os principais monstros que sempre antagonizaram “Gojira” o longa, Godzilla II: Rei dos Monstros não vale o ingresso, mas caso queira tirar suas próprias conclusões (o que é sempre bom), preste mais atenção em Ken Watanabe (Dr. Ishiro Serizawa) e fique até o final dos créditos.
Um filme com suas qualidades, como os efeitos visuais muito bons, claro com algumas derrapadas, mas nada de mais, os monstros são sensacionais e as lutas idem, se falar no elenco que é ótimo como nomes como o excepcional Ken Watanabe, a estupenda Vera Farmiga, Kyle Chandler um ator que gosto muito, Sally Hawkins, Millie Bobby Brown e Ziyi Zhang completam esse time. Godzilla II é um filme superior ao anterior e promissor para uma possível sequencia.
O filme é legal pelo menos nesse eles estão focando mais nos monstros diferente do primeiro, mas eu fiquei meio decepcionado foi com Godzilla Porque como o nome diz Godzilla o rei dos Monstros e spoiler: nesse filme ele tá meio fraco o cara toma uma bomba nuclear fica todo lascado e o outro bicho lá fica de boa tipo sem sentido o cara sofre demais nesse filme isso me deixou meio decepcionado com o filme, não gostei muito de como alguns atores ficaram nessa continuação do filme
Por mais incrível que pareça, Godzilla 2 - Rei dos Monstros é um filme que funciona, é um bom produto, com várias batalhas entre monstros gigantes de encher os olhos. O roteiro está na medida do possível, sem muito brilho, mas compensa com uma história maluca e ao mesmo tempo divertida, ao menos não temos piadas desnecessárias a todo o momento, o que acabaria tirando a seriedade da situação, coisa que vimos em vários filmes de desastre. A fotografia é um ponto bem positivo, tem vários closes nos monstrões que dariam lindos papéis de parede. A trilha sonora por sua vez é razoável, poderiam ter utilizado mais o silêncio, principalmente nas batalhas. O elenco mostra carisma, e a medida que o longa avança ele vai ganhando cada vez mais força, bem verdade que poderia ser mais curto, e quem sabe incluindo menos dramas humanos clichês, mas bem verdade que no fim de tudo, temos um bom produto, para quem gosta, vai encher os olhos.
Muitíssimo superior ao seu antecessor de 2014, fiquei vidrado do início ao fim com o grande valor de entretenimento que o filme propicia. Apesar do enredo ter uma motivação estapafúrdia e pobre, pra mim o filme funcionou e consegui me divertir muito. Os efeitos especiais são excelentes, muita ação, boa batalha entre os monstros, só poderia ter batalhas a luz do dia. No mais, ADOREI!
Cinco anos após os eventos ocorridos no filme anterior, a agência Monarch se estabeleceu como responsável pela pesquisa envolvendo a compreensão dos gigantes. Mothra, Rodan e Ghidorah são alguns dos monstros que surgem em solo terrestre para não só fazer frente à soberania de Godzilla, mas levar a humanidade ao seu fim. Cabe a um grupo de militares e cientistas a missão de buscar alternativas que viabilizem uma aliança com o protagonista gigante visando a preservação da raça humana.
Ao ser lançado em 2014, o filme Godzilla tinha a complicada missão de fazer algo diferente dos tantos filmes abordando a história do famigerado Gojira. O sucesso trouxe consigo a exigência de uma continuação, concebendo este GODZILLA II - REI DOS MONSTROS. A proposta é boa, principalmente porque desenvolve as pretensões da Universal em misturar seus gigantes, King Kong é citado várias vezes (não à toa existe um novo longa Godzilla vs. Kong em produção), mas o que existe no fundo como história fragiliza em demasia a competência técnica do longa. O excesso de bobagens envolvendo as intenções dos humanos, independente do lado, é de uma fragilidade impressionante, chegando a constranger de tão bobo.
O peculiar elenco que traz Kyle Chandler, Vera Farmiga, Millie Bobby Brown, Ken Watanabe, Ziyi Zhang, Charles Dance e David Strathairn faz o que é possível para salvar o filme, mas estão todos subutilizados. Por fim, os elementos técnicos, envolvendo CGI, destruição, pancadaria e ação existem aos montes, para o deleite dos fã dos monstrengo japa. Diverte e entretém, todavia, com suas ressalvas.
Não sei pra que pagar atuação para personagens tão insignificantes, se só tivesse os monstros brigando teria ficado bem melhor. A única coisa coisa que os humanos fazem de interessante é tentar pacificar os kaijus, de resto só servem pra torrar a paciência dos espectadores com discussões idiotas de kaiju bom e kaiju mal, nem pra morrer eles servem, podiam só desaparecer no meio do filme que não iam fazer nenhuma diferença. A cena dos pós créditos podia ser a explicação de que o vilão só libertou os os bichos pra fazer apostas em rinha de kaiju.
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