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Folha de São Paulo
"Tamo Junto" é um respiro. Ninguém grita. Não se parece com um programa de TV. Não tem bordão - na verdade há um, mas ele é motivo de piada, e não piada em si. Não tem Paulo Gustavo.
Gazeta do Povo
Em “Tamo Junto”, Matheus abraça o humor sem muita censura e faz, a seu ver, sua obra mais acessível. [...] Aos 28 anos, o diretor prodígio segue com o plano da década anterior: fazer filmes com personagens com os quais as pessoas possam se identificar.
Rubens Ewald
Ao contrário de outras comédias atuais, nada de excessos de chanchada ou grosseria, uma aventura muito carioca, que eu achei divertida e coerente. [...] Rir, ou melhor dizendo, “fazer rir” é sempre a mais difícil das artes.
O Globo
A abordagem superficial dos personagens — e questionável no que diz respeito às mulheres, na medida em que surgem com frequência como figuras chatas ou desequilibradas — é substituída por uma consistência dramática artificial. O final bate na tela de forma previsível, convencional.
Preview
Uma toada que bebe da fonte das comédias juvenis hollywoodianas. O roteiro não se nega a aproveitar e reafirmar clichês do gênero em nome de um exercício dramatúrgico que agrada, mas emociona pouco.
Cineweb
Basta ter visto meia dúzia de comédias adolescentes ou românticas para saber para onde caminha o roteiro, também assinado pelo diretor. A questão aqui, realmente, não é a novidade, mas como ele trabalha referências estrangeiras do universo pop.
Veja
Escrito, produzido, dirigido e estrelado por Matheus Souza, "Tamo Junto" tem no personagem de seu realizador o maior problema. Fica difícil torcer por um sujeito tão metódico, chato e dado a chiliques.
Papo de Cinema
[O diretor] chega ao fundo do poço da máximo “meu umbigo é meu universo” ao se colocar também como um dos protagonistas, deixando claro que, além de dirigir mal e escrever pior ainda, o rapaz acredita também ser capaz de atuar.