Média
3,0
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Colocar "Americano" no título de um filme já virou um clichê, quase uma fórmula para chamar atenção. Em muitos casos, parece uma escolha aleatória, sem muita relação com a essência da história. Mas American Honey, dirigido por Andrea Arnold, foge desse padrão. Este é um filme que realmente explora a alma dos Estados Unidos, revelando as belezas e os desafios das pessoas que vivem à margem do sistema.
A história acompanha Star, uma jovem de 18 anos que decide abandonar sua vida difícil para viajar com um grupo de adolescentes que vendem assinaturas de revistas pelas estradas do país. O grupo vive entre a liberdade e o caos, encarando a dureza de um sistema que, ao mesmo tempo em que promete o "sonho americano", os explora implacavelmente. Interpretada por Sasha Lane, Star combina vulnerabilidade e força em uma atuação magnética, que prende o espectador do início ao fim.
A direção de Andrea Arnold é um dos maiores trunfos do filme. Ela utiliza uma câmera próxima e íntima para nos colocar dentro da van com os personagens, compartilhando as músicas, os momentos de descontração e os conflitos. A fotografia, com seu enquadramento no formato 4:3, captura a essência de um cotidiano que é ao mesmo tempo poético e cruel, tornando cada cena quase uma pintura carregada de emoção.
Shia LaBeouf também surpreende no papel de Jake, o carismático e impulsivo braço direito da líder do grupo, Krystal. Ele traz intensidade e energia à tela, mas sem roubar o protagonismo de Star. Essa não é uma história de romance tradicional; é, acima de tudo, uma narrativa sobre pertencimento, liberdade e sobrevivência.
American Honey não se preocupa em entregar uma trama convencional ou um final redondo. É um filme longo, com um ritmo quase episódico, mas essa estrutura reflete perfeitamente a jornada de seus personagens. É como uma poesia visual que captura a juventude, os sonhos e as durezas da América contemporânea. Ao final, ele deixa uma sensação agridoce, nos fazendo refletir sobre o que significa ser livre em um mundo cheio de limitações.
Este é o tipo de obra que provoca, emociona e fica com você muito tempo depois que os créditos sobem.
A história acompanha Star, uma jovem de 18 anos que decide abandonar sua vida difícil para viajar com um grupo de adolescentes que vendem assinaturas de revistas pelas estradas do país. O grupo vive entre a liberdade e o caos, encarando a dureza de um sistema que, ao mesmo tempo em que promete o "sonho americano", os explora implacavelmente. Interpretada por Sasha Lane, Star combina vulnerabilidade e força em uma atuação magnética, que prende o espectador do início ao fim.
A direção de Andrea Arnold é um dos maiores trunfos do filme. Ela utiliza uma câmera próxima e íntima para nos colocar dentro da van com os personagens, compartilhando as músicas, os momentos de descontração e os conflitos. A fotografia, com seu enquadramento no formato 4:3, captura a essência de um cotidiano que é ao mesmo tempo poético e cruel, tornando cada cena quase uma pintura carregada de emoção.
Shia LaBeouf também surpreende no papel de Jake, o carismático e impulsivo braço direito da líder do grupo, Krystal. Ele traz intensidade e energia à tela, mas sem roubar o protagonismo de Star. Essa não é uma história de romance tradicional; é, acima de tudo, uma narrativa sobre pertencimento, liberdade e sobrevivência.
American Honey não se preocupa em entregar uma trama convencional ou um final redondo. É um filme longo, com um ritmo quase episódico, mas essa estrutura reflete perfeitamente a jornada de seus personagens. É como uma poesia visual que captura a juventude, os sonhos e as durezas da América contemporânea. Ao final, ele deixa uma sensação agridoce, nos fazendo refletir sobre o que significa ser livre em um mundo cheio de limitações.
Este é o tipo de obra que provoca, emociona e fica com você muito tempo depois que os créditos sobem.
O filme é arrastado, previsível, sem sal, você olha e olha na esperança daquela cena que vale a nota do IMDB de 6.mas não rola, começa do nada e termina com coisa alguma.
Duas horas de enrolação, criei muita expectativa no filme para não ter um final feliz, na verdade nem entendi o final.
spoiler:
Filme longo com cenas desnecessárias sem uma evolução histórica, e um final confuso, obscuro, vai do nada para o nada, horrivel.
gente quem escreve, perdi 2 horas e 40 minutos da minha vida vendo esse filme, perdeu 5 minutos formulando um comentario pífio. Mulheres perdem mais tempo pra dar à luz a um lorpa como você
A protagonista é um espetaculo !
Mas o filme é daquales que faz vc ficar esperando um acontecimento "uaaaaau" (isso é o que me fez nao desistir de assistir. ) e nada acontece;
Mas o filme é daquales que faz vc ficar esperando um acontecimento "uaaaaau" (isso é o que me fez nao desistir de assistir. ) e nada acontece;
Ótimo filme pra quem se agrada com os detalhes da vida. Explora isso com expressões, músicas e a filmagem. O Romance acontece de forma brusca e irresponsável o que torna a obra ainda mais real. Além de tudo, nos apresenta uma vida alternativa onde os personagens são livres de pudor e dos caprichos bobos da vida. Tudo isso nos faz sentir dentro da história. Um bom filme!
Obviamente não é um filme para qualquer um. Longo, contemplativo, e com um clima pesado. Mas é ousado e tem coisas interessantes para dizer sobre a América de hoje. American Honey é tudo, menos um entretenimento aprazível para todos os públicos. A protagonista, atriz semi amadora, entrega uma performance digna de premiações, realmente uma grande revelação, bastante intensa e expressiva, sua personagem não se torna cansativa de acompanhar. Mas este é realmente um show à parte de Shia LaBeouf, o problemático e carismático ator já é uma figura em tanto por si só, e como se não bastasse seu personagem consegue ser ainda tão ou mais cativante e profundo quanto ele próprio. Filmado inteiramente em luz natural, ''Docinho da América'' é um honesto e raro retrato do andar de baixo da sociedade norte-americana. Uma ótima opção para quem procura algo diferente na Netflix. NOTA : 8.0 / 10
A protagonista Sasha Lane foi muito bem escolhida, compondo uma verdadeira jovem pobre e sem futuro que vive num lar abusivo. Star tem uma beleza diferenciada.É forte e corajosa, mas acho que la no fundo não passa de uma romântica que deseja casar e ter filhos com o príncipe encantado.
Ela vê uma oportunidade de mudança de vida quando Jake (Shia LaBeouf) ator não tão bem escolhido a convida para trabalhar com ele vendendo revista. É claro que ela vai!
O resto do filme é uma chatisse que se desenrola entre Star é uma profissional que quer ganhar dinheiro ou é uma louca correndo atrás de um babaca que não sabe o que quer ???
O pior é que o filme termina sem essa reposta. Sem resposta nenhuma, alias !!!
O que salva neste filme é a trilha sonora...
Ela vê uma oportunidade de mudança de vida quando Jake (Shia LaBeouf) ator não tão bem escolhido a convida para trabalhar com ele vendendo revista. É claro que ela vai!
O resto do filme é uma chatisse que se desenrola entre Star é uma profissional que quer ganhar dinheiro ou é uma louca correndo atrás de um babaca que não sabe o que quer ???
O pior é que o filme termina sem essa reposta. Sem resposta nenhuma, alias !!!
O que salva neste filme é a trilha sonora...
Eu gostei,mas muita das atitudes da Star eu achei nada a ver, as pessoas estranhas que ela se relacionava,nunca dava em nada,e é quase nunca que encontramos pessoas assim. Porem dps entendi a critica ao pais de primeiro mundo que nao sao mil maravilhas! Obs: carai o elenco é muito bonito
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