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Almanaque Virtual
Despretensioso, o filme transforma em “realidade” o sonho de boa parte das mulheres: “converter” um gay interessante. Na verdade, o que “Beijei Uma Garota” deseja mostrar é que, em tratando de sexualidade, tudo é possível e que o importante é seguir o seu coração...
Papo de Cinema
"Beijei uma Garota" levanta muitas questões interessantes. Faltou apenas coragem para desenvolvê-las da maneira mais apropriada, elevando o discurso para além do passatempo genérico.
CineClick
O abuso da imagem de homossexuais caricatos e o excesso de tiradas sobre o assunto faz tudo ficar bastante forçado e artificial. No final, o que sobre é apenas mais uma comédia romântica passável à la Hollywood.
Folha de São Paulo
Em tempos de correção política, há alguma provocação na proposta de "Beijei uma Garota" - e ao menos uma cena de nudez masculina, que pode ser considerada uma ousadia. Mas a faísca libertária se apaga com o fôlego curto do humor e sobretudo com a trivialidade da direção.
O Globo
Os diretores Maxime Govare e Noémie Saglio reuniram uma série de piadas e caricaturas no mínimo questionáveis. [...] É como se “Beijei uma Garota” fosse um filme machista sobre personagens gays. Não que haja preconceito embutido na história, mas a ambiguidade é incômoda.
The Hollywood Reporter
É uma premissa divertida numa formulaica e nada engraçada tentativa de tirar boas risadas de um tema em voga candente - o casamento gay [...] - em um filme que utiliza as regras estritas dacomédia romântica, mudando os sexos mas trazendo muito pouco à tona.
Cineweb
O filme parece pintar o retrato da França – provavelmente de boa parte da Europa –, retrógrada com a ascensão do neoconservadorismo nos últimos anos. [...] Esse amontoado de clichês é incapaz de ser divertido, ou, ao menos, simpático – o mínimo que se espera de uma comédia.
Critikat.com
Não apenas o filme não busca em momento algum trazer a mínima possibilidade de reflexão sobre o tema, mas ele se contenta em reproduzir uma mecânica gasta, do teatro popular mais preguiçoso, mais grosseiro e mais cafona.
Télérama
Pegando um tema que está na moda no momento, esta comédia inofensiva assinada por um homem (Maxime Govare) e uma mulher (Noémie Saglio) esquece frequentemente de nos fazer rir.