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Vou me ater a uma só questão desse filme, já que, nesses longos anos, muito já se disse. Trata-se do acerto de contas com a consciência. Parece que o filme quis mostrar que não há perdão para quem erra e não se corrige no devido tempo. Quando chega o momento de tentar corrigir o passado, nada pode dar certo para quem errou e tudo pode dar certo para quem procurou viver em paz com a consciência. O pai que abandonou o filho menor e a mulher doente, a mulher que se casou por interesse, o pai que pode ter abusado da filha. Não há remissão para eles, nem com a morte, nem o suicídio lhes é permitido. O vazio é muito, muito grande. Para o pai que explora a sabedoria do filho e está sendo cobrado por isso, parece que o caminho será o mesmo, o mundo desmorona quando a exploração acaba.
Para aquele que quer o reconhecimento do público, a realidade parece finalmente chocar: ainda há tempo para sua remissão. Para aquele que gosta do que é certo, até sua maior vergonha ganha a remissão dos céus e ele tem o amor suficiente para redimir a moça perdida na vida por causa do erro dos pais. Enfim, um filme que nos faz pensar. Não é um filme para comer pipoca.
Para aquele que quer o reconhecimento do público, a realidade parece finalmente chocar: ainda há tempo para sua remissão. Para aquele que gosta do que é certo, até sua maior vergonha ganha a remissão dos céus e ele tem o amor suficiente para redimir a moça perdida na vida por causa do erro dos pais. Enfim, um filme que nos faz pensar. Não é um filme para comer pipoca.
Potencial absurdo tanto de roteiro quanto de elenco porém o diretor/roteirista/produtor se preocupou mais em desenvolver seus personagens em monólogos dignos de um oscar do que de fato em interação entre grandes nomes do cinema. O que se tem são boas atuações individuais porém zero desenvolvimento da trama nas primeiras duas horas de filme (todas acompanhadas de uma música de fundo que sugere que o mundo vai acabar nos segundos seguintes e nada acontece). O diretor tem uma temática excelente sobre o quanto o passado pode ser responsável por suas escolhas e toda a formação da sua personalidade, porém fica nessa superficialidade do tema e não aprofunda as relações entre os personagens. Chega a ser repetitivo falar isso mas é o que o filme faz o tempo todo, monólogos e mais monólogos sem interação viva e reativa. Dizem que todo o filme foi desenvolvido a partir da personagem Claudia, contudo o policial consegue ser muito mais participativo e de fato se entrelaçar com outros personagens (mesmo que superficialmente). Parece que tem uma cena cortada que seria peça chave no desenrolar da historia da Marcie (avó do garotinho Dixon) que talvez enriquecesse a história e trouxesse mais elementos nesse entrelace dos personagens, o Dixon chega a encontrar com o Stanley (menino do jogo da televisão). Enfim, coloquei como um filme legal pelo elenco absurdo de qualidade e pelo tema trazido. Só é frustrante um filme de 3 horas se desenvolver tão pouco, creio que em 1 hora e meia ele conseguiria o mesmo efeito. Não chega aos pés de Crash - No limite, por exemplo.
Um roteiro poderoso, complexo, reflexivo e não convencional roteiro que é muito bem dirigido e atuado.
Eu sei que esse filme é bem amado por muitos, e odiados por outros. Porem os que o odeiam certamente não conseguiram entender as metáforas por trás dos acontecimentos. Não é um filme apenas para se observar e sim para se parar, pensar, refletir e procurar entender que mensagem que o P.T. Anderson quis passar ao seu espectador. Eu confesso que quando terminei de velo achei um filme bem arrastado e lento, que em certos momentos beira o sono e cheguei dar umas bocejadas sim. Porem é um filme que precisa ter paciência e depois que o filme terminar, ai sim é um bom momento para pensar e refletir. Eu assisti esse filme a 2 dias atrás mas só hoje me senti confortável para escrever minha critica, pois eu queria saber mais sobre ele, queria ver algo que contribuísse para o meu entendimento e eu recomendo que todos que o assistam pela primeira vez busquem esse entendimento. Afinal tem muita coisa por trás que explica certos fatos bizarros que acontecem. Em fim não vou me aprofundar para não dar Spoilers porém é um filme que me deixou uma mensagem que foi muito positiva inclusive. Eu recomendo a todos essa experiência.
Eu gosto muito do estilo de filmagem do Paul Thomas Anderson, e nesse quesito Magnólia é incrível, os ângulos de câmera, os cortes, os planos longos, os planos sequencias, a trilha sonora, o modo como a trilha sonora é usada, as vezes como fundo, as vezes se embutindo ou se contra ponto a cena, ou até mesmo cantada pelos personagens é incrível, as atuações são muito boas, principalmente a da Melora Walters, Mas Magnólia tem sérios problemas de ritmo, tu não sente a evolução da historia, depois de 2 horas de filme, metade das pessoas dormem ou trocam de canal, o roteiro também no inicio é confuso, e no decorrer do enredo ele se perde nele mesmo, mas depois de um tempo você se acostuma a essa confusão, mesmo com esses problemas o roteiro nos coloca diante de vários problemas com diferentes protagonistas, e um deles você vai se identificar, e o filme conversa bastante com seus telespectadores. Magnólia não é pra qualquer publico, magnólia é o típico filme pra cinéfilo.
-Filme assistido em 28 de Março de 2016
-Nota 8/10
Já esperava algo sensacional.
Pela quantidade de bons nomes nesse elenco.História marcante que não abusa de exageros,traz momentos que podem sim acontecer na vida real.
Cada vez que vejo Julianne Moore,me derreto por essa mulher,mais e mais.
-Nota 8/10
Já esperava algo sensacional.
Pela quantidade de bons nomes nesse elenco.História marcante que não abusa de exageros,traz momentos que podem sim acontecer na vida real.
Cada vez que vejo Julianne Moore,me derreto por essa mulher,mais e mais.
Simplesmente o melhor de Paul Thomas Anderson! Um filme que merece ser assistido várias vezes pois há muita coisa "escondida" por trás da trama. Não vou me aprofundar para não dar spoilers. Uma das coisas que mais chama atenção e merece reconhecimento é a direção de atores de Paul Thomas Anderson! Ele consegue arrancar atuações maravilhosas de Julianne Moore,Philip Seymour Hoffman,John C. Reilly, Willam H.Macy, Phillp Bake Hall e Tom Cruise! Alias, se você quer ver um Tom Cruise atuando bem e extremamente performático,esse é o filme! Intenso, dramático,lindo e surpreendente! Essas palavras definem Magnolia.
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Cansativo! Demorei 2 dias para terminar. Comecei a ver na tv a cabo e dormi no meio, depois terminei de assistir online. Só isso já demonstra que não prendeu a minha atenção. Se ainda se arriscar a assistir a ele, prepare-se para um filme bastante morno e melancólico. Tem muito filme bom por aí, sendo assim, entendo como uma perda de tempo assistir a esse.
Como a flor Magnólia que simboliza a nobreza, a dignidade, a beleza esplêndida, e o amor ao natural; o filme busca o sublime, mas a partir de nossa condição humana, como desgraçada, incompleta e degrada. Assim, Magnólia trata dos fracassos, pois são eles que nos humaniza. É o fracasso que interliga seus personagens e dá unidade a esse caos aparente de possibilidades. O filme explora as fraquezas dos indivíduos, os pequenos e os grandes erros, a ambivalência, o perdão e o arrependimento diante da pungência da percepção moral que todos temos. Mas, se ele começa pelo sofrimento e pela destruição, é para desta condição vermos além, ao querer o seu outro (“é errando que se aprende”). Para disto, extrairmos os belos sentimentos que aparecem ao final (como o amor, a compaixão, a amizade, a lealdade), na busca pela bem-aventurança, e na esperança por uma nova chance.
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