Magnólia
Média
4,0
738 notas

38 Críticas do usuário

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13 críticas
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Luciana V
Luciana V

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 24 de agosto de 2019
Eu acho que o filme não precisava durar 3 horas. Na minha opinião, algumas coisas são repetitivas ou desnecessárias. Mas o filme é muito interessante. É denso. Em dado momento acontece algo surpreendente, alguns diriam bizarro, leva um tempo pra assimilar a metáfora. No geral, o filme é instigante e faz refletir bastante.
anônimo
Um visitante
5,0
Enviada em 28 de julho de 2019
Este é um grande filme dramático, marcante e arrebatador, para dizer o mínimo...Paul Thomas Anderson é uma verdadeira caixa de surpresas audiovisual, seja no cinema ou em outras mídias, ele sempre surpreende com sua assinatura sofisticada e autoral. Com 3 horas e 8 minutos, você esperaria que houvesse aqui neste Magnólia muitas cenas que deveriam ter sido cortadas; mas não, muitas poderiam ter sido cortados, mas nenhuma delas deveria. A premissa é praticamente um monte de histórias extremamente dramáticas lançadas em um só filme, e todas elas são muito interessantes. As tramas ''paralelas'' só melhoram pelas incríveis atuações que as conduzem. É extremamente raro que um único filme tenha tantas performances excelentes, apenas Julienne Moore soa um tanto over às vezes, mas nada que tire a força do conjunto. O melhor de todos no elenco é sem dúvidas Tom Cruise, no papel de um palestrante motivacional excêntrico, que lentamente se revela o mais quebrado dos homens em uma única cena de dois minutos entre ele e seu pai. Este é de longe o melhor desempenho que eu já vi de Cruise. O filme está repleto de significados e metáforas, e acho que seria impossível entender e levar tudo da primeira vez; afinal, é um filme de três horas. Magnólia exige visualizações repetidas e é impulsionado por suas performances de enorme sucesso, uma ótima trilha sonora, e um argumento original com histórias genuinamente interessantes e de fácil identificação. Obra-prima!
Edvaldo R
Edvaldo R

1 crítica Seguir usuário

4,0
Enviada em 17 de junho de 2019
Quando comecei assisti esse filme, confesso que fiquei um pouco entediado. Não fui adiante. Dias depois por falta de opção, recomecei desde o início. Se tornou uma surpresa bastante positiva. Hoje considero um dos melhores filmes que assisti. Os atores, especialmente Ryely e Tom Cruise, tem ótimas interpretações. Penso que o tema central do filme é a culpa é o ocaso na vida do indivíduo. Além das possibilidades que o amor pode fazer pela vida de pessoas infelizes, mim parece que é o caso do policial e mulher viciada em cocaina. O filme permite muitas reflexões outras. Vale a pena assistir mais de uma vez.
Jay L
Jay L

1 crítica Seguir usuário

5,0
Enviada em 31 de maio de 2019
Embora o filme tenha três horas, é como se ele fosse uma longa cena de preparo para um climax intenso, e a edição consegue puxar muito isso deixando você aos prantos pra saber o que vai acontecer ou até mesmo o que está acontecendo, é uma história simples, e tudo isso vai acontecendo para o climax final que inverte toda a simplicidade da história, que serve como uma metáfora dentro do filme, é sem dúvida uma obra, perfeita, sem erros, um filme sobre o ser humano.
Crismika
Crismika

1.192 seguidores 510 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 12 de abril de 2019
Excelente filme com fortes atuações e principalmente um roteiro muito bem redondinho para contar uma história especial que vai se interligando entre os personagens, enfim um filme imperdível para uma boa reflexão sobre as coincidências que a vida nos impõem e também sobre o PERDOAR. SUPER RECOMENDO!!!
Antonio L
Antonio L

2 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de março de 2019
Vou me ater a uma só questão desse filme, já que, nesses longos anos, muito já se disse. Trata-se do acerto de contas com a consciência. Parece que o filme quis mostrar que não há perdão para quem erra e não se corrige no devido tempo. Quando chega o momento de tentar corrigir o passado, nada pode dar certo para quem errou e tudo pode dar certo para quem procurou viver em paz com a consciência. O pai que abandonou o filho menor e a mulher doente, a mulher que se casou por interesse, o pai que pode ter abusado da filha. Não há remissão para eles, nem com a morte, nem o suicídio lhes é permitido. O vazio é muito, muito grande. Para o pai que explora a sabedoria do filho e está sendo cobrado por isso, parece que o caminho será o mesmo, o mundo desmorona quando a exploração acaba.
Para aquele que quer o reconhecimento do público, a realidade parece finalmente chocar: ainda há tempo para sua remissão. Para aquele que gosta do que é certo, até sua maior vergonha ganha a remissão dos céus e ele tem o amor suficiente para redimir a moça perdida na vida por causa do erro dos pais. Enfim, um filme que nos faz pensar. Não é um filme para comer pipoca.
Pedro H
Pedro H

1 seguidor 1 crítica Seguir usuário

3,0
Enviada em 20 de março de 2019
Potencial absurdo tanto de roteiro quanto de elenco porém o diretor/roteirista/produtor se preocupou mais em desenvolver seus personagens em monólogos dignos de um oscar do que de fato em interação entre grandes nomes do cinema. O que se tem são boas atuações individuais porém zero desenvolvimento da trama nas primeiras duas horas de filme (todas acompanhadas de uma música de fundo que sugere que o mundo vai acabar nos segundos seguintes e nada acontece). O diretor tem uma temática excelente sobre o quanto o passado pode ser responsável por suas escolhas e toda a formação da sua personalidade, porém fica nessa superficialidade do tema e não aprofunda as relações entre os personagens. Chega a ser repetitivo falar isso mas é o que o filme faz o tempo todo, monólogos e mais monólogos sem interação viva e reativa. Dizem que todo o filme foi desenvolvido a partir da personagem Claudia, contudo o policial consegue ser muito mais participativo e de fato se entrelaçar com outros personagens (mesmo que superficialmente). Parece que tem uma cena cortada que seria peça chave no desenrolar da historia da Marcie (avó do garotinho Dixon) que talvez enriquecesse a história e trouxesse mais elementos nesse entrelace dos personagens, o Dixon chega a encontrar com o Stanley (menino do jogo da televisão). Enfim, coloquei como um filme legal pelo elenco absurdo de qualidade e pelo tema trazido. Só é frustrante um filme de 3 horas se desenvolver tão pouco, creio que em 1 hora e meia ele conseguiria o mesmo efeito. Não chega aos pés de Crash - No limite, por exemplo.
Carlos Castro
Carlos Castro

989 seguidores 343 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 26 de agosto de 2018
Um roteiro poderoso, complexo, reflexivo e não convencional roteiro que é muito bem dirigido e atuado.
Eder Brito
Eder Brito

48 seguidores 119 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 25 de julho de 2017
Eu sei que esse filme é bem amado por muitos, e odiados por outros. Porem os que o odeiam certamente não conseguiram entender as metáforas por trás dos acontecimentos. Não é um filme apenas para se observar e sim para se parar, pensar, refletir e procurar entender que mensagem que o P.T. Anderson quis passar ao seu espectador. Eu confesso que quando terminei de velo achei um filme bem arrastado e lento, que em certos momentos beira o sono e cheguei dar umas bocejadas sim. Porem é um filme que precisa ter paciência e depois que o filme terminar, ai sim é um bom momento para pensar e refletir. Eu assisti esse filme a 2 dias atrás mas só hoje me senti confortável para escrever minha critica, pois eu queria saber mais sobre ele, queria ver algo que contribuísse para o meu entendimento e eu recomendo que todos que o assistam pela primeira vez busquem esse entendimento. Afinal tem muita coisa por trás que explica certos fatos bizarros que acontecem. Em fim não vou me aprofundar para não dar Spoilers porém é um filme que me deixou uma mensagem que foi muito positiva inclusive. Eu recomendo a todos essa experiência.
Anderson  G.
Anderson G.

1.369 seguidores 397 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 16 de julho de 2016
Eu gosto muito do estilo de filmagem do Paul Thomas Anderson, e nesse quesito Magnólia é incrível, os ângulos de câmera, os cortes, os planos longos, os planos sequencias, a trilha sonora, o modo como a trilha sonora é usada, as vezes como fundo, as vezes se embutindo ou se contra ponto a cena, ou até mesmo cantada pelos personagens é incrível, as atuações são muito boas, principalmente a da Melora Walters, Mas Magnólia tem sérios problemas de ritmo, tu não sente a evolução da historia, depois de 2 horas de filme, metade das pessoas dormem ou trocam de canal, o roteiro também no inicio é confuso, e no decorrer do enredo ele se perde nele mesmo, mas depois de um tempo você se acostuma a essa confusão, mesmo com esses problemas o roteiro nos coloca diante de vários problemas com diferentes protagonistas, e um deles você vai se identificar, e o filme conversa bastante com seus telespectadores. Magnólia não é pra qualquer publico, magnólia é o típico filme pra cinéfilo.
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