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3,1
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Cada revista ou jornal tem seu próprio sistema de avaliação, que será adaptado ao sistema AdoroCinema, de 0.5 a 5 estrelas.
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Screen International
Há um sentimentalismo agradável e muita honestidade no roteiro de Hirayanagi, particularmente em seu reconhecimento de que novas experiências às vezes podem tanto fazer o ser humano perder a si mesmo quanto ampliar sua mente.
Variety
Como uma trufa com um núcleo de arsênico, esse retrato peculiar de uma solitária mulher de Tóquio que segue seu professor de inglês para os EUA oferece uma visão distorcida dos indie americanos, efetivamente aproveitando o amplo apelo cômico enquanto oferece vislumbres de uma escuridão profunda.
Washington Post
A diretora não se esquiva de mostrar as conseqüências negativas das ações de Lucy, mas também não as julga. [...] O tempo todo, nós - e ela - não temos certeza se "Lucy" está se tornando mais ela mesma, ou se transformando em alguém que ela nunca foi destinada a ser.
Chicago Sun-Times
Esta é a estreia do longa-metragem da diretora Atsuko Hirayanagi (baseado em seu próprio curta-metragem), e é um primeiro esforço muito impressionante. "Oh Lucy!" É peculiar, inusitado, estranho e às vezes bastante sombrio - e ainda assim estranhamente amável.
Cineweb
As aventuras da trupe japonesa na América são desvairadas e surpreendentes – e o roteiro tem fôlego para segurar o interesse numa série de incidentes rocambolescos, até porque a protagonista é genial.
Boston Globe
A mensagem é clara, se não original: se desvie do rebanho e você está morto. [...] A diretora sabe desviar de uma comédia efervescente para um absurdo sombrio - qualquer filme que comece com um suicídio nunca se afasta da borda.
Estado de São Paulo
Inesperada, afetuosa e original, esta comédia de travo amargo parece atenta para a fragilidade humana. Que pode fazer rir tanto quanto chorar.
New York Times
A roteirista e diretora Atsuko Hirayanagi não está vendendo uma ideia sucinta sobre o que significa ser humano, ela faz algo mais complicado e mais honesto, apenas rastreando os absurdos e agonias comuns da vida de uma mulher.
O Globo
O maior mérito do filme é o sentimento de fábula agridoce que mistura humor nonsense e desencanto. Para conseguir esse tom, a atriz Shinobu Terajima contribui expressivamente.
Papo de Cinema
O roteiro de Hirayanagi [...] visivelmente busca oferecer caminhos e resoluções capazes de surpreender, construindo situações que, mesmo podendo soar improváveis ou abruptas, transmitem sinceridade.
The Guardian
O enredo de "Oh Lucy!" parece pensado demais. O tom é descontrolado. O que impede o colapso são os desempenhos calorosos e sinceros, junto com a afeição óbvia de Hirayanagi por sua principal protagonista.
The Hollywood Reporter
Visualmente, o filme não tem estilo, e as escolhas musicais às vezes são desconcertantes. Mas, apesar de todas as suas incertezas tonais, o retorno a Tóquio coloca a história de volta aos trilhos, em direção a um final satisfatório com uma agradável nota de sentimentalismo contido.
Télérama
Embora a primeira parte seja bem-sucedida, as sequências na Califórnia parecem demais com os lugares comuns do cinema independente americano. Mesmo assim, a habilidade da diretora de passar da gravidade ao humor (e vice-versa) possuem o seu charme.
Veja
O espremido apartamento da protagonista de "Oh Lucy!" demostra sua personalidade. Arredia, acumuladora, rancorosa e solitária, Setsuko dá personalidade a um quase road movie familiar, que não se intimida e satisfaz na sua oscilação entre o drama e o hunmor, a alegria e a tristeza.
Carmattos
A bordo de sua paixão, Setsuko vai reverter sua carência numa conduta eventualmente cruel e patética, levando o filme, afinal, para os rumos de um drama amargo.
Critikat.com
As cenas de denúncia da sociedade japonesa limitam-se a todos os clichês esperados: o rígido mundo do trabalho, a tendência ao suicídio, a cidade desumana... O conjunto não consegue obter mais do que [...] um constante sorriso de ternura.
Rubens Ewald
Embora fazendo parte da sessão Semana dos Críticos de Cannes saiu sem prêmio de lá esta pseudo comédia dramática que talvez seja mais divertida para os orientais do que pra nós. [...] A heroína é inexpressiva e de comédia tem praticamente nada. Mas nem tampouco chega a ser grande drama.