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Aninha V.
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10 críticas
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3,0
Enviada em 6 de maio de 2017
Apesar dos pesares, esse filme foi além das minhas expectativas, pois achei que a escolha de Emma Watson não seria muito produtiva, mas me surpreendi. O filme seguiu o desenho de 1991, e acrescentou algumas musicas, além de dar explicações sobre certos fatos, coisas que o desenho de 1991, deixou com perguntas no ar. Também trouxe fatos históricos e acrescentou personagens negros e homossexuais, dando mais realidade a essa historia de contos de fadas. Mas acho que pecou no figurino, principalmente o da Bela, pois a figurinista sempre colocava o vestido dela dentro do avental, coisa que poderia a ter ser feito se o vestido ficasse nos seus pés, o que não é o caso. Mas no geral o filme foi muito bom. Mas não sei o por que, não consigo guardar a imagem do ator que interpreta a fera, quando se transforma em príncipe. Apesar de bonito, não tem uma presença marcante.
Moradora de uma pequena aldeia francesa, Bela tem o pai capturado pela Fera e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade do progenitor. No castelo ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é na verdade um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana.
apesar de não ser muito fã de musicais ainda assim gostei desta versão com grandes efeitos e a história que é muito emocionante
Muito fraco! Sinceramente esperava muito mais. A única coisa boa foi o cenario, as tecnologias usadas no candelabro, relógio, guarda-roupa... Enfim, a estoria ficou muito solta, a Bela nao atuou de forma natural.O filme em animaçao com certeza tem muito mais emoção! Na minha opniao foi bastante sem graça!
Horrível, sem sentido, mal feito!!! Até agora estou me perguntando em qual momento Bela se apaixonou pela fera, será se foi por fazer carinho no cavalo, ler livros? Tudo muito rápido, muito vago, os únicos personagens que gostei foram os objetos falantes somente, o filme de 2014 da um show de produção.
A Bela e a Fera, este filme é a prova de que é possível sim fazer um bom remake, assim como Cinderela e Mogli, a versão em live-action de a Bela e a Fera faz jus ao original. O filme conta a história de Bela (Emma Watson), uma moradora de uma pequena aldeia francesa que tem o pai capturado pela Fera (Dan Stevens) e decide entregar sua vida ao estranho ser em troca da liberdade dele. No castelo, ela conhece objetos mágicos e descobre que a Fera é, na verdade, um príncipe que precisa de amor para voltar à forma humana. A direção do filme é do Bill Condon, ele dirigiu as cenas musicais de maneira impecável, todos os movimentos de câmera foram muito precisos, já a edição do filme é um pouco falha, há sérios problemas de continuidade, principalmente nas cenas não musicais. O roteiro do filme é muito bom, é muito legal ver a história que nós já conhecemos em uma versão com atores, e de todos os live-action adaptados, esse é o mais semelhante ao original. As novas músicas são excelentes, mesmo algumas não tendo o mesmo peso da do filme original, são cações lindas e agradáveis. A Emma Watson faz um bom trabalho interpretando a Bela, mesmo em algumas cenas ela parecendo estar inexpressiva, ela se sai bem. O Dan Stevens também está ótimo como a Fera, sendo bastante expressivo, mesmo com o uso de CGI. O Luke Evans dá a melhor interpretação do filme como o Gastão e o Josh Gad também está ótimo como o LeFou. O trabalho de voz para dublar os personagens secundários em CGI é perfeito e há vários atores famosos dublando. A cinematografia do filme é muito boa, há alguns momentos escuros mas nada que te tire do filme. A trilha sonora é impecável, e como eu disse, as novas músicas são extraordinárias. A Bela e a Fera (2017) é um excelente filme, que prova que nem todos os remakes são ruins, bem dirigido, bem escrito e com ótimas atuações. Recomendo!
Hoje dia de curtir um conto de fadas, uma história clássica de Walt Disney, que teve suas melhores adaptações em animação, e que foi parar com atores de verdade, e não decepcionou. O início do filme basicamente é bem musical, tanto a Bela como a Fera tem sua introdução contada em histórias cantadas, fazendo com que tudo pareça um tanto profundo e interessante, mesmo com histórias simples, a cantoria não reinventa a roda, conta algo que todos sabem, ao mesmo tempo que coloca alguns pontos interessantes, principalmente pra Bela. Esse tipo de comunicação com o espectador é bem contínuo, quando a história precisa sair um pouco da linha principal, ou contar algum flashback, a cantoria toma conta do filme e conta de modo um pouco mais divertido, mantendo a atenção do espectador, parecendo mais um filme musical do que um conto de fadas. O filme tem uma característica que marca os dois extremos do filme: as atuações. A protagonista consegue segurar muito o filme, a Emma Watson faz simplesmente uma atuação praticamente impecável, mesmo não parecendo encaixar fisicamente na personagem, que parece muito jovem e frágil, a personalidade e o destaque da produção, faz com que ela se mantenha íntegra tanto na personalidade quanto no conto de fadas o filme inteiro, é muito bom vê-la participando em quase tudo que cerca o filme. Por outro lado os coadjuvantes são um tanto oscilantes, tem coadjuvantes bastante fracos, tem coadjuvantes que parecem muito bobos, tem coadjuvantes que parecem não servir pra nada e outros que aparecem tanto, que mostram certo desequilíbrio nos atos que os filmes mostra, e por momentos é fácil sentir que parte dos personagens foram esquecidos. Algo muito interessante são os estereótipos mostrados, há de tudo um pouco: negros, homossexuais, feministas, pessoas que sobrem bullying e por aí vai, mesmo assim tudo é feito de uma forma mais superficial, nada é escrachado ou forçado demais, mesmo assim é um conto de fadas, então a introdução desses personagens até é interessante, mas com certeza é desnecessária. Os efeitos especiais são parcialmente bonitos, há muitos efeitos, mas facilmente é perceptível que na finalização faltou um bom retoque, olhares são meio perdidos, e outros faltam uma certa humanidade, é melhor ver efeitos durante a cantoria onde há um show de luzes do que uma situação de encenação. No geral, um conto de fadas muito gostoso de se ver, a protagonista sai completamente da identificação de papéis anteriores pra assumir um papel de corpo e alma, muito bem estruturado mesmo que inicialmente pareça não encaixar perfeitamente, de resto, o filme tem seus altos e baixos, mas como tudo é muito bem focado na Bela, tudo agrada, resultando numa experiência muito boa.
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