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Gabriela Santos
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446 críticas
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3,0
Enviada em 1 de abril de 2025
Vi há alguns anos e achei fantástico. Assisti novamente ontem e já caiu na minha avaliação... algumas cenas são bem forçadas, mesmo sabendo que se trata de uma ficção científica, não deu para engolir alguns exageros. EUA sempre com o protagonismo, cheio de estereótipos e previsibilidades.
Tempestade planeta em fúria pode não ser um marco no gênero filme desastre. Mas ainda sim consegue ser divertido suficiente para manter o espectador atento a toda carnificina de destruição que o filme promete.
O roteiro é bem estranho, as falas ficam perdidas e entregam aquela sensação de COISA DE FILME, apela para o humor ou para o drama mas de maneira que deixa tudo longe do natural. A cena do cachorro é a cereja do bolo. Mas é um filme legal, não da aquela sensação de arrependimento e você até se diverte mas você termina achando tudo muito agridoce e fica em dúvida se gostou.
Mais do mesmo. Caos climático, manipulação política, geopolítica oportunista, traições, romance, mensagens politicamente corretas, tudo sobre um longo desfile de efeitos especiais de primeira qualidade. Bom elenco, desperdiçado. Impossível não lembrar de 2012 (o filme), além de outros. Mas diverte, entretém. Quem deseja estudar climatologia ou o caos apocalíptico não deve buscar isso em filmes. Legal...
Típico filme clichê que é bom pra ver sem pretensão. O longa agrada quem é fã de "filmes catástrofe", mas que não traz tanta emoção como outros exemplos desse gênero, Tempestade: Planete em Fúria até tenta trazer algo novo pra esse gênero mas não tem muito folego pra sustentar a trama, mas o que queremos ver aqui é sempre destruição e situações caóticas e nisso ele cumpri um papel satisfatório.
Achei que seria um filme trágico de ruim, mas até me surpreendi com a trama, consegue ser bem interessante. Na parte técnica, alguns efeitos especiais são até bem feitos. Não achei um filme horrível não.
Roteiro bem relaxado que tenta compensar nos efeitos gráficos, mas também não consegue. Filme dá pra assistir, mas não espere um espetáculo pq o que vemos é uma enrolação em uma história muito mal produzida.
Com uma direção criativa, o filme tem um script previsível, porém interessante. A ideia de podermos um dia controlarmos as estações e sobre a confiança de pessoas em alta posição, diverte e prende a atenção. Fotografia e efeitos especiais bons. Diverte e faz pensar, mas sem profundidade. Gerard Butler cumpre o mesmo papel que o consagra e não decepciona.
A ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos capazes de ameaçar a existência da humanidade faz com que seja criada uma extensa rede de satélites, ao redor de todo o planeta, de forma a controlar o próprio clima. Apelidado de "Dutch Boy", este sistema construído a partir da cooperação de 17 países é coordenado pelo engenheiro Jake Lawson (Gerard Butler). Após anos de dedicação, ele é afastado da função devido a questões políticas e, em seu lugar, é nomeado seu irmão caçula, Max (Jim Sturgess). Três anos depois, quando a coordenação do "Dutch Boy" está prestes a ser transferida dos Estados Unidos para a ONU, falhas pontuais provocam uma forte nevasca em pleno deserto no Afeganistão e altíssimas temperaturas em Hong Kong, que matam centenas de pessoas. Jake é então convocado para descobrir o que está acontecendo e, enviado para a estação internacional, desvenda uma imensa conspiração ao mesmo tempo em que precisa deixar para trás os atritos existentes com Max.
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