Tempestade: Planeta em Fúria
Média
2,9
703 notas

82 Críticas do usuário

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Celso M.
Celso M.

346 seguidores 178 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 16 de janeiro de 2018
Com uma direção criativa, o filme tem um script previsível, porém interessante. A ideia de podermos um dia controlarmos as estações e sobre a confiança de pessoas em alta posição, diverte e prende a atenção. Fotografia e efeitos especiais bons. Diverte e faz pensar, mas sem profundidade. Gerard Butler cumpre o mesmo papel que o consagra e não decepciona.

A ocorrência cada vez mais frequente de eventos climáticos capazes de ameaçar a existência da humanidade faz com que seja criada uma extensa rede de satélites, ao redor de todo o planeta, de forma a controlar o próprio clima. Apelidado de "Dutch Boy", este sistema construído a partir da cooperação de 17 países é coordenado pelo engenheiro Jake Lawson (Gerard Butler). Após anos de dedicação, ele é afastado da função devido a questões políticas e, em seu lugar, é nomeado seu irmão caçula, Max (Jim Sturgess). Três anos depois, quando a coordenação do "Dutch Boy" está prestes a ser transferida dos Estados Unidos para a ONU, falhas pontuais provocam uma forte nevasca em pleno deserto no Afeganistão e altíssimas temperaturas em Hong Kong, que matam centenas de pessoas. Jake é então convocado para descobrir o que está acontecendo e, enviado para a estação internacional, desvenda uma imensa conspiração ao mesmo tempo em que precisa deixar para trás os atritos existentes com Max.
Yuri R
Yuri R

1 seguidor 14 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 7 de janeiro de 2018
Filme muito bom, um dos melhores que já assisti do gênero. Filme ficou muito rico na história assim deixando os desastres esperados um pouco de lado e isso ficou maravilhoso.
Palatinu
Palatinu

13 seguidores 7 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 1 de janeiro de 2018
O filme está cheio de atores ruins, as interações entre os personagens são fracas. O filme é bem previsível, e está cheio de clichês, porém, não deixa de ser um filme legal.
Lola S.
Lola S.

2 seguidores 2 críticas Seguir usuário

1,0
Enviada em 16 de dezembro de 2017
Esse filme é um combo de clichê
Personagens rasos e esteriotipados + excesso de diálogos expositivos + discurso motivacional tosco com música inspiradora ao fundo O TEMPO TODO
O que talvez não me faça lamentar mais o desperdício que foi o valor do ingresso é um pouquinho de alívio cômico do primeiro ato.
A impressão que tive é que tentaram rechear a falta de conteúdo com efeitos especiais e falharam miseravelmente.
Luiz Antônio N.
Luiz Antônio N.

30.873 seguidores 1.298 críticas Seguir usuário

2,0
Enviada em 21 de novembro de 2017
Depois de uma série de desastres naturais sem precedentes ameaçar o planeta, os líderes mundiais se unem para criar uma rede complexa de satélites para controlar o clima mundial e manter todos em segurança. Porém, agora, algo deu errado - o sistema criado para proteger a Terra passou a atacá-la, dando início a uma corrida contra o tempo para descobrir a verdadeira ameaça, antes que uma tempestade de proporções globais devaste tudo... e todos em seu caminho.

achei fraco Com certeza o filme O Dia Depois de Amanhã é bem melhor esse daí foi uma tentativa de tentar superar mas não chegou nem aos pés
Para Lá D.
Para Lá D.

5 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 17 de novembro de 2017
"Geostorm — Ameaça Global" reata o tema das alterações climáticas, com o sonho de roubar o pódio ao clássico O Dia Depois de Amanhã.
Assisti a este filme com alguma expectativa. Não esperei que alcançasse a perícia do realizador Roland Emmerich ao conceber O Dia Depois de Amanhã e ainda bem! O enredo é satisfatório, embora tenha algumas cenas demasiado forçadas e óbvias. Fiquei mal impressionado com os efeitos visuais, que me recordaram as tardes a ver os filmes do canal Scifi, engraçados e sem orçamento para enfeites.

Apesar de tudo, "Geostorm" não deixa de ser um filme agradável para se ver numa tarde de domingo, onde as dimensões reduzidas da televisão reduzirão as limitações dos efeitos visuais.

Rating: 2,75 estrelas
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Daniel A.
Daniel A.

1 crítica Seguir usuário

1,5
Enviada em 15 de novembro de 2017
Tem muitas piadas é engraçadao porem o filme é muito clichê e os efeitos especiais São uma bosta, é legal o Mexicano.
Kalani B.
Kalani B.

5 seguidores 31 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 10 de novembro de 2017
O FILME É BEM TENSO EM ALGUNS MOMENTOS,MAS APESAR DO ROTEIRO FRACO,DE ALGUNS EFEITOS ESPECIAIS UM POUCO TOSCOS, E TAMBÉM DE FICAR MUITO PREVISÍVEL NO FINAL, GEOSTORM É UM FILME BEM DIVERTIDO E CONSIDERAVELMENTE ACEITÁVEL!
Gerson R.
Gerson R.

83 seguidores 101 críticas Seguir usuário

1,5
Enviada em 9 de novembro de 2017
É quase que uma ofensa assistirmos o trailer do documentário Uma Verdade Mais Inconveniente e, logo a seguir, nos depararmos com a trama incrivelmente ingênua de Tempestade – que, quase sem dúvidas, é um dos filmes a falar sobre os perigos do aquecimento global da forma mais superficial possível. Tal contraste será cada vez mais evidente à medida que vamos conhecendo uma série de personagens unidimensionais e sem nenhum traço de personalidade que os tornem seres criveis ou interessantes de se acompanhar.

Saudades do Gene Hackman em O Destino do Poseidon, Steve McQueen em Inferno na Torre ou até Jake Gyllenhall e Dennis Quaid em O Dia Depois de Amanhã – curiosamente, este último longa citado, é bem parecido com este filme, que é dirigido pelo estreante na direção, Dean Devlin – ele é o produtor de boa parte dos filmes de Rolland Emmerich, diretor por trás de vários outros exemplares do gênero catástrofe, que, ultimamente, vem decepcionando bastante – basta conferir 2012 ou No Olho do Tornado – tendo agora este Tempestade como mais um exemplar de mesmo (ou pior) nível.

Enfim, o filme tenta alavancar o que geralmente funcionava nos bons exemplares deste gênero – dramas entre vários personagens, preparação para a tragédia ou cenas onde o espectador sempre ficava curioso por vê-las apenas por estar se sentindo seguro na poltrona do cinema, enquanto personagens sofrem para se manterem vivos em meio ao desastre. Inacreditavelmente, o longa falha em todos esses pontos.

O inicio da produção é no ano de 2019, quando as condições climáticas mundiais ficam fora de controle – parte do mundo sofre com um calor enorme e outra com um frio extremo. Para acabar com isso, o governo de 17 países, liderados pelo cientista Jake Lawson (Butler), criam o Dutch Boy, um sistema de inúmeros satélites em torno do planeta que controla o clima, deixando em condições climáticas adequadas todo o planeta. Devido a vontade de alguns governantes em privatizar a invenção, Jake se manifesta contra isso e é expulso da equipe por seu próprio irmão, Max (Sturgess). Mas, após três anos, quando o clima começa a se descontrolar novamente, devido a problemas com o Dutch Boy, Jake é obrigado a retornar ao projeto – e descobrirá que muitos fatores (humanos) estão envolvidos nas tragédias que as falhas nos satélites estão causando – indicando que o mundo poderia sofrer a Geotempestade do titulo original – consistindo em várias catástrofes climáticas ao redor do mundo ao mesmo tempo.

É incrível como Devlin não consegue tornar esta trama no mínimo urgente para darmos importâncias as situações – muito pelo contrario: o diretor estreante recorre a previsibilidade, inserindo uma narrativa no inicio que, praticamente, desenha na mente de quem assisti tudo o que vem pela frente – e não se espante por pensar que a trama parece uma mistura de 2012, O Dia Depois de Amanhã e Armageddon, porque a criatividade passou bem longe daqui – a critica que o roteiro faz contra o fato de que existem políticos de oposição norte americanos cruéis (como se os que estão no poder não pudessem ser também) é tão ingênua que chega a ser risível, numa tola tentativa de mostrar alguma seriedade em sua história pouco criativa – fora ainda o patriotismo que já vimos em outras produções do diretor, que aqui, mesmo com o fato da estação reunir pessoas de diferentes etnias, sempre acaba por ressaltar que os americanos são os verdadeiros heróis.

Ainda que ruim politicamente, o roteiro poderia, ao menos, não apelar para clichês, tentando várias vezes emocionar o público. Mas vou apenas dar um exemplo de como o cineasta não sabe muito bem o que faz: acredite, Devlin, em certo ponto, para a narrativa só para acompanharmos um garoto indiano procurando seu cachorro perdido na rua durante um super furação – em cena que poderia ganhar até um framboesa de ouro de cena mais desnecessária do ano (caso existisse essa categoria de prêmio, não é?).

Tocando no assunto de cenas ao redor do mundo, é ai que chegamos ao fato de que Tempestade decepciona até em suas características técnicas – que geralmente são o ponto alto da maioria dos filmes catástrofes. Existe uma terrível falta de sincronia de direção e equipe de produção – basta repararmos na montagem absurdamente falsa da praia do Rio de Janeiro, com prédios fakes ao fundo e uma tela verde deprimente atrás dos atores – que, como era de se esperar neste filme mal feito, são caricaturas de nos brasileiros; o carro do personagem de Daniel Wu parecendo um veiculo de um jogo de videogame enquanto foge de uma erupção no meio de Hong Kong; a concepção inverossímil e pouco funcional da estação espacial – a direção de arte falha em como mostrar o funcionamento do Dutch Boy – já que parece que apenas jogando algumas bombas na atmosfera já resolve o problema do clima. Pois é, milhões de dólares gastos e nada de assistirmos efeitos criativos – eu só achei aceitável a queda de um avião congelado na capital carioca. E Só.

Quanto ao elenco, uma avalanche de atores bons passando vergonha em personagens ruins: Gerard Butler e Jim Sturgess jamais convencem de seu drama de irmãos brigados – sendo que o primeiro nunca consegue mostrar estar motivado por voltar a estação que ele mesmo ajudou a criar; Abbie Cornish, como a segurança do presidente e namorada de Max não deixa de ser inexpressiva em momento algum; Ed Harris, como um assistente do presidente, passa vergonha pela incrível incapacidade do roteiro de não soar previsível e Andy Garcia faz o presidente dos Estados Unidos mais distraído e lerdo que o cinema já viu... me deu até saudades de Harrison Ford em Força Aérea Um. Sem falar nos capangas do “misterioso” vilão do filme – parecendo versões mal feitas dos ninjas-capangas da O-Ren Ishi de Kill Bill Vol. 1 (oi?!!!). Entretanto, é bom destacar o talento da menina Talitha Bateman (de Annabelle 2), que confere alguma emoção real vivendo a filha de Jake – é dela a narração inicial e final do filme, que mesmo sem ter nenhuma função para trama, além de tentar fazer chorar, se mostra uma artista já promissora em suas expressões.

Enfim, sem saber onde mostrar sua atenção real, Tempestade não tem capacidade de ser um filme que fale com propriedade do aquecimento global e suas formas de ser combatido, e nem um bom exemplo de cinema catástrofe, prejudicado totalmente por efeitos especiais pouco elaborados – veremos muitos pixels se destruindo, ao invés de cidades, digamos assim – personagens sem motivações plausíveis para suas condutas e um roteiro tão previsível quanto o esquecimento que teremos desta produção após ser vista.
Amanda A.
Amanda A.

7 seguidores 9 críticas Seguir usuário

2,5
Enviada em 8 de novembro de 2017
"Rapidinha” Tempestade: Planeta em Fúria – Comentários

Hoje para mais uma rapidinha, o filme escolhido foi Tempestade: Planeta em Fúria!

O filme Tempestade: Planeta em Fúria (Geostorm) lançado em 2017 foi escrito e dirigido por Dean Devlin.

Esse filme apesar de não trazer grandes novidades, afinal esse filme trabalha a mesma ideia de bons filmes de catástrofe como O Dia Depois de Amanhã (The Day After Tomorrow, 2004) onde a catástrofe climática tem repercussões globais.

Esse longa-metragem traz bons efeitos especiais e é o tipo de filme interessante para se assistir em uma sala 4D, onde o expectador consegue imergir de fato nas milhares de coisas que estão acontecendo ao mesmo tempo em tela.

Bem superficialmente o roteiro tenta criar uma grande conspiração, mas o desenvolvimento dessa parte da trama deixa muito a desejar.

Isso atrapalha em minha opinião os dois primeiros atos, quando o roteiro passa a imprimir a sensação de urgência e desastre iminente o filme volta a se tornar muito interessante, pelo menos em minha opinião.

Sobre as atuações, apesar de nomes importantes nem mesmo Abbie Cornish e Gerard Butler se destacam! O elenco como um todo entregou atuações medianas.

O filme Tempestade: Planeta em Fúria vale a pena ser assistido por causa dos efeitos especiais, não é um grande filme, tem um roteiro fraco, mas atinge o objetivo principal que é ser um entretenimento.

Alem disso é uma boa escolha para se assistir em uma sala 4D!

A experiencia que o filme proporciona dentro de uma sala 4D, devo admitir é ate mais interessante que o próprio filme, por isso fica a dica.

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