Sicario: Terra de Ninguém
Média
4,0
819 notas

53 Críticas do usuário

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Ricardo L.
Ricardo L.

63.294 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2019
Grande filme. Com o decorrer dos anos vai crescer muito, pois sua qualidade cinematográfica é absurda. O ponto mais alto do filme é se sombras de dúvidas a sua fotografia que é incrível, concorrente ao óscar por essa categoria, fiquei pasmo, como pode fazer aquilo com tanta perfeição??? como? .... cenas de cima é de impressionar, de uma perfeição no ato, que transforma esse filme como um dos melhores dos últimos anos do gênero. Atuações ótimas, principalmente de Benício Del Toro que tem uma atuação perfeita, merecia sim ter sido indicado, mas.... Sicário é um filme que com o passar do tempo será clássico e possivelmente Obra prima.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
A CIA está preparando uma audaciosa operação para deter o grande líder de um cartel de drogas mexicano. Kate Macy (Emily Blunt), policial do FBI, decide participar da ação, mas logo descobre que terá de testar todos os seus limites morais e éticos nesta missão.Muito Bom, filme muito tenso, com excelente elenco, Emily Blunt e Benicio Del Toro estao otimos , filme tem uma boa trilha sonora, e uma bela fotografia,Dennis Villeneuve faz uma otima direçao, Recomendo. Nota 9.0
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de outubro de 2015
Sicário é um dos mais tensos que já vi, tudo graças a excepcional direção de Denis Villeneuve e do estupendo elenco. O filme é frio extremamente frio, daqueles que quando acaba não chegará fazer você chorar, mas que com certeza fará você refletir de como essa vida que temos pode ser hostil. O realismo é um outro fator muito bom no filme. Gostei muito da fotografia e da excelente trilha sonora, tornando as cenas ainda mais tensas e imprevisíveis. Um filmaço que merece ser assistido mais de uma vez
Alan David
Alan David

17.183 seguidores 685 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 3 de julho de 2016
O filme é tenso, tem uma boa ambientação e atuações muito boas, você emerge naquela história, só que para o final o longa perde muita qualidade e acaba deixando as coisas muito simplórias, mas no geral é uma história boa mesmo.
Ricardo M.
Ricardo M.

13.444 seguidores 697 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 25 de janeiro de 2016
Realidade Crua.

Roteiros que abordam uma temática mais voltada ao realismo requerem uma produção mais caprichada do ponto de vista estético e de elenco, justamente para funcionar de forma verossímil, como é o caso deste interessante Sicario.

Logo de cara somos apresentados a protagonista Kate Macer (Emily Blunt), uma estrategista de campo capaz de invasões arriscadas em ambientes inóspitos, sendo este o tipo de local em que a equipe dela deflagra um cemitério repleto de corpos "aprisionados" nas paredes do ambiente. Soa assustador, o que de fato é devido à qualidade visual da cena, mas já serve para pontuar o que veremos no restante da produção. Contemplada por seu superiores, Macer é convocada para uma força tarefa da CIA, nada menos que caçar uma dos mais importantes líderes do narco-tráfico mexicano, mal sabia ela das artimanhas e audácias que seriam usadas nesta busca.

O filme prima por seu realismo visual, desde a belíssima fotografia em ambientes quentes e devastadores como os encontrados na fronteira do Texas com o México até a maneira como o diretor Denis Villeneuve aborda as ações violentas dos cartéis. Isso sem deixar de mencionar a tensão provocada por algumas situações de cair o queixo pela ousadia de seus participantes.

Quanto ao elenco, além de Blunt, temos os excelentes Josh Brolin como Matt Graver e Benicio Del Toro como Alejandro, ambos agentes da CIA que fazem uso de recursos plenamente questionáveis mas funcionais, algo que certamente traria orgulho ao capitão Nascimento.

SICARIO - TERRA DE NINGUÉM é um filme pesado, contendo uma trama de pouca complexidade, mas que prima pelo seu realismo contextual. Possui um rol de intérpretes acima da média, inclusive com personagens e motivações pessoais que nos fazem torcer por eles, mesmo nas circunstâncias apontadas. É uma produção interessante e voltada ao público adulto, tecnicamente funcional e que entretém plenamente.
Kamila A.
Kamila A.

7.941 seguidores 816 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de dezembro de 2015
A parte mais importante de Sicario – Terra de Ninguém, filme dirigido por Denis Villeneuve, se passa na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Um local em que os limites se confundem, em que a lei não existe, em que se tem um clima inóspito e propício para a violência – qualidades reforçadas pela excelente direção de fotografia do longa. Em resumo, um lugar em que tudo pode acontecer. O roteiro escrito por Taylor Sheridan tem como foco principal uma história em que as autoridades norte-americanas tentam encontrar uma maneira de vencer um grande cartel mexicano de tráfico internacional de drogas.

A história nos é contada pelo olhar de Kate Macer (Emily Blunt), uma agente do FBI que trabalha diretamente na linha de fogo contra os grandes cartéis. Por mais que seu trabalho dedicado consiga ir exterminando com alguns pontos de vendas de drogas, Macer dificilmente chegará até o topo da cadeia de comando. É a sua curiosidade e a sua vontade em chegar até o final desse ciclo que a leva a aceitar o convite para trabalhar com a força-tarefa liderada por Matt Graver (Josh Brolin).

O objetivo de Graver é claro: acabar com o cartel mexicano! E para conseguir isso de uma forma eloquente, é preciso misturar um pouco os limites entre o que é legal e o que é ilegal. É a partir desse momento que Sicario – Terra de Ninguém se torna ainda mais interessante, pois ele trabalha com o contraste e com a tensão advinda entre a ética de trabalho de Macer e a forma própria de resolver os problemas que Alejandro (Benicio del Toro), um dos membros da força-tarefa de Graver, possui.

No início de Sicario – Terra de Ninguém, ficamos sabendo que este é um termo que faz referência a um assassino que é contratado para cometer qualquer espécie de crime. Neste sentido, na visão de Denis Villeneuve, Alejandro não é muito diferente do policial corrupto que ajuda o cartel ou do chefão do crime mexicano que ordena crimes da sua própria casa. Para todos eles, os fins justificam os meios. O que impressiona nesse cenário é que as Kate Macers que cruzam os caminhos deles, com sua inclinação ética forte, pouco podem fazer. A mensagem do filme é clara: os tempos são outros. Para enfrentar de igual para igual uma organização criminosa, é preciso deixar de lado qualquer livro de regras que o diga o que fazer e, principalmente, não confiar em ninguém!
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2016
Um filme cuja temática meio "padrão" em enredos policiais pode te levar a alguns enganos... não é uma obra-prima, mas é um bom enredo com excelentes atuações. Vale assistir!
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2016
Mesmo com uma ótima atuação, faltou o ápice de Emily Blunt. Esperamos todo o tempo uma reviravolta na história, mas a mesma permanece previsível e fiel ao roteiro, sem oportunidade de sua explosão. Um bom longa, mas não acontece.
Alexandre C.
Alexandre C.

5.235 seguidores 525 críticas Seguir usuário

3,5
Enviada em 15 de abril de 2019
Bom filme vivido em um cenário ja conhecido nos filmes que é a fronteira entre EUA e México, fiome policial recomendado pra quem curte o gênero.
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2015
Um excelente filme. Uma história bem atual da guerra ao tráfico na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Um ótimo enredo e direção de primeira, sem contar o elenco, Emily Blunt dando um show. Não tem muita ação nem batalhas e trocas de tiros ou perseguições de carro, lances que já estão cansando. O filme é tenso e com muito suspense. Lembra muito o filme a hora mais escura. Dessa vez não tem heróis. Nesse final de ano começaram a aparecer filmes concorrentes ao Oscar. Esse é um deles. Vale a pena.
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