Com toda certeza, um dos melhores filmes de 2015. Trata a Guerra de uma forma mais metafórica, com grandes atuações, roteiro envolvente e uma chuva de ação por todo o filme, além de uma fotografia espetacular.
Adorei o filme. Tenso, inquietante e com dois atores que sempre fazem a diferença: Benicio Del Toro e Josh Brolin, pena que o mesmo não dá pra dizer do personagem da Emily Blunt, ela é uma atriz fantástica mas que personagem chatinho ela pegou aqui, a personagem mostra toda a sua ingenuidade e desassociação do mundo real, bem interpretado mas prefiro ver ela em outros papéis, menos irritantes.
O filme é tenso, tem uma boa ambientação e atuações muito boas, você emerge naquela história, só que para o final o longa perde muita qualidade e acaba deixando as coisas muito simplórias, mas no geral é uma história boa mesmo.
Roteiros que abordam uma temática mais voltada ao realismo requerem uma produção mais caprichada do ponto de vista estético e de elenco, justamente para funcionar de forma verossímil, como é o caso deste interessante Sicario.
Logo de cara somos apresentados a protagonista Kate Macer (Emily Blunt), uma estrategista de campo capaz de invasões arriscadas em ambientes inóspitos, sendo este o tipo de local em que a equipe dela deflagra um cemitério repleto de corpos "aprisionados" nas paredes do ambiente. Soa assustador, o que de fato é devido à qualidade visual da cena, mas já serve para pontuar o que veremos no restante da produção. Contemplada por seu superiores, Macer é convocada para uma força tarefa da CIA, nada menos que caçar uma dos mais importantes líderes do narco-tráfico mexicano, mal sabia ela das artimanhas e audácias que seriam usadas nesta busca.
O filme prima por seu realismo visual, desde a belíssima fotografia em ambientes quentes e devastadores como os encontrados na fronteira do Texas com o México até a maneira como o diretor Denis Villeneuve aborda as ações violentas dos cartéis. Isso sem deixar de mencionar a tensão provocada por algumas situações de cair o queixo pela ousadia de seus participantes.
Quanto ao elenco, além de Blunt, temos os excelentes Josh Brolin como Matt Graver e Benicio Del Toro como Alejandro, ambos agentes da CIA que fazem uso de recursos plenamente questionáveis mas funcionais, algo que certamente traria orgulho ao capitão Nascimento.
SICARIO - TERRA DE NINGUÉM é um filme pesado, contendo uma trama de pouca complexidade, mas que prima pelo seu realismo contextual. Possui um rol de intérpretes acima da média, inclusive com personagens e motivações pessoais que nos fazem torcer por eles, mesmo nas circunstâncias apontadas. É uma produção interessante e voltada ao público adulto, tecnicamente funcional e que entretém plenamente.
Um bom filme policial que mostra os bastidores do FBI e como eles usam de práticas "obscuras" perante a lei para conseguir o que querem, neste caso acabar com um chefe do tráfico de drogas mexicano. As reviravoltas e jogos de interesse nos deixam ligados até o final do final. Destaco Benício Del Toro com ótima atuação.
Um dos melhores filmes sobre narcotráfico já feitos até hoje. "Sicário - Terra de Ninguém" do grande diretor Denis Villeneuve (Incêndios e Os Suspeitos) mergulha no mundo tenso e sem lei dos cartéis de droga nas fronteiras dos EUA. Um filme que chega a lembrar produções conhecidas do público como True Detective, porém sendo muito superior a segunda temporada. O longa segue a policial do FBI Kate Macy (Emily Blunt) em uma operação de captura de um chefão do tráfico da cidade de Juárez no México. Comandada por dois agentes da CIA Matt Graver (Josh Brolin) e Alejandro (Benicio Del Toro), ela terá de testar todos os seus limites morais diante das situações adversas. A tensão começa logo na primeira cena, onde nos deparamos com o mistério de vários corpos embalados, mostrando mais uma vez a semelhança do cinema de David Fincher com Villeneuve, a própria pegada de suspense (atribuída a trilha apreensiva de Jóhann Jóhannsson) presente em todo o filme, descreve muito bem a fineza da escola Fincher. O roteiro de Taylor Sheridan pode até parecer superficial no início, mas vai ganhando um ar sombrio a medida que Kate se envolve com a operação, a iluminação combinada com a película amarelada que Villeneuve usa durante a maior parte do longa, traduz muito bem o clima de pressão vivido pela protagonista. A fotografia de Roger Deakins é belíssima, ainda mais em conjunto com a panorâmica e cenas áreas precisas do diretor, que em todo o momento deixa claro o conceito de fronteira, Villeneuve é ambicioso! Prova de que Sicário é uma produção reflexiva, trabalhando muito bem a ambiguidade de seus personagens, o diretor transporta para a tela a relação do policial corrupto e seu filho que só quer ser um jogador de futebol na cidade do México, mesmo diante da calamidade e das constantes guerras do tráfico. As técnicas de filmagem e o enquadramento dão o tom a moralidade duvidosa da narrativa, em uma das melhores sequências temos um contraluz de soldados, alternado com câmeras subjetivas que mostram a visão de calor e a visão noturna das forças especiais, perpassando o momento crítico que antecede o plot twist do ato final. Aqui entre nós, um baita final! Sicário é um filmaço!
Tenso e(quase)brilhante. Sicario,mais um filme de Denis Villenuevue(me corrija se estiver errado)conta a história de uma agente do FBI,que vai para uma operação policial,mais,há coisas,que não contaram a ela... Sem mais palavras
Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Este site usa cookies para assegurar a performance de nossos serviços.
Leia nossa política de privacidade