Sicario: Terra de Ninguém
Média
4,0
819 notas

53 Críticas do usuário

5
12 críticas
4
20 críticas
3
10 críticas
2
7 críticas
1
3 críticas
0
1 crítica
Organizar por
Críticas mais úteis Críticas mais recentes Por usuários que mais publicaram críticas Por usuários com mais seguidores
Marcos G.
Marcos G.

51 seguidores 7 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 18 de novembro de 2023
nao tem muito o que dizer sobre esse filme mas e daqueles que te prende do inicio ao fim com um excelente entreterimento
Nelson Jr
Nelson Jr

24 seguidores 235 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 31 de agosto de 2022
Um filme forte! O roteiro é um tanto confuso., um tanto .. previsível em vários aspectos e com uma trama de difícil compreensão.., e cheio de estereótipos. O grande destaque desse filme é a atuação de Benicio Del Toro! Incrível como ele encarna o personagem rude , com sede de vingança!. A fotografia também é fantástica! O final é também um dos destaques!, bem pesado, mas fiel ao roteiro, que não é leve.
Ricardo L.
Ricardo L.

63.292 seguidores 3.227 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 9 de abril de 2019
Grande filme. Com o decorrer dos anos vai crescer muito, pois sua qualidade cinematográfica é absurda. O ponto mais alto do filme é se sombras de dúvidas a sua fotografia que é incrível, concorrente ao óscar por essa categoria, fiquei pasmo, como pode fazer aquilo com tanta perfeição??? como? .... cenas de cima é de impressionar, de uma perfeição no ato, que transforma esse filme como um dos melhores dos últimos anos do gênero. Atuações ótimas, principalmente de Benício Del Toro que tem uma atuação perfeita, merecia sim ter sido indicado, mas.... Sicário é um filme que com o passar do tempo será clássico e possivelmente Obra prima.
Rodrigo Gomes
Rodrigo Gomes

6.171 seguidores 973 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 3 de julho de 2016
Mesmo com uma ótima atuação, faltou o ápice de Emily Blunt. Esperamos todo o tempo uma reviravolta na história, mas a mesma permanece previsível e fiel ao roteiro, sem oportunidade de sua explosão. Um bom longa, mas não acontece.
F. V. Fraga
F. V. Fraga

108 seguidores 64 críticas Seguir usuário

4,5
Enviada em 24 de fevereiro de 2016
[[[PARÁGRAFO]]]
O diretor canadense Denis Villeneuve já escolhia argumentos “pesados” para seus filmes, antes mesmo de produzir seus longas-metragens em Hollywood. Foi assim com ‘Polytechnique’ (2009), que retratava o massacre da Escola Politécnica de Montreal que ocorreu em 6 de dezembro de 1989 (o Columbine canadense, ainda que tenha ocorrido dez anos antes), filme tão bom e cruel quanto o do consagrado cineasta Gus Van Sant, ‘Elephant’ (2003). O longa-metragem ‘Incêndios’ (2010) que o destacou internacionalmente, rendendo até indicação no Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 2011, também não poupava o espectador, com seu “plot twist”, que causava dois sentimentos sobre a obra, ou você a amava ou a odiava. Sua abordagem narrativa poderia ser considerada, um tanto sádica, não fosse à vida real muito mais trágica do que a ficção.
[[[PARÁGRAFO]]]
Seu curta ‘Next Floor’ (2008) já demostrava que sua intenção era literalmente “embrulhar o estomago” de quem assiste seus audiovisuais. Seu primeiro trabalho nos Estados Unidos ‘Os Suspeitos’ (2013) gerou o mesmo desconforto, com sua temática e sua eficácia em nos causar aflição ao ver a aparência dos machucados infligidos por Hug Jackman em Paul Dano. E por trás de toda a violência gráfica que ele nos apresenta, sempre existem diversas camadas de significados simbólicos e críticos. Isso ficou ainda mais evidente com sua adaptação do livro de José Saramago (O Homem Duplicado), ‘Enemy’ (2014), que é seu longa-metragem mais metafórico e abstrato, mas não menos crítico, tenso e com um suspense que desafia o público.
[[[PARÁGRAFO]]]
‘Sicário - Terra de Ninguém’ segue a mesma linha, de não proporcionar um alívio para quem o assiste, pois você não tem como sair alegre e indiferente da sessão. É realista e deixa bem claro que não existem heróis na guerra entre governos e o tráfico de drogas. Indicado ao Oscar 2016 de Melhor Fotografia, Melhor Edição de Som e de Melhor Trilha Sonora é provável que o público mais alienado sobre o tema, o julgue surreal após assisti-lo. No entanto, quem assistir, também, a outro concorrente ao Academy Awards deste ano, só que na categoria de Melhor Documentário, ‘Cartel Land’ (2015), vai descobrir que ‘Sicário’ é apenas um recorte de uma realidade muito pior.
[[[PARÁGRAFO]]]
As referências/inspirações em ‘Traffic: Ninguém Sai Limpo’ (2000), podem ser consideradas até explícitas, principalmente por causa da presença de Benício Del Toro, quase que numa continuação do seu personagem do filme de Steven Soderbergh. Aliás, o elenco e as atuações são alguns dos pontos fortes do longa. Além de Del Toro, que é responsável por representar o personagem misterioso, com um passado trágico em busca de vingança. Emily Blunt encarna satisfatoriamente a policial jovem e competente, mas que não faz ideia da brutalidade do mundo com o qual está se envolvendo, onde ela é o elo para que o espectador entenda o que está acontecendo na história, pois vemos a sua perplexidade e desconhecimento diante dos fatos que está investigando. E Josh Brolyn transmite toda a sensação de quem já convive há tanto tempo com a violência, que já sente prazer com ela.
[[[PARÁGRAFO]]]
A fotografia do experiente Roger Deakins (‘Os Suspeitos’ e ‘007 - Operação Skyfall’) é composta de uma palheta, por vezes tomada de sombras, em outros por tons amarelados em contraste com outras cores, refletindo a atmosfera de um mundo árido, que aliado às tomadas de câmera das cidades quentes e secas do México, na fronteira com os Estados Unidos, nos passa a sensação de que nada de “bom” pode “florescer” naquele ambiente. A saturação das imagens chega a causar uma “náusea visual”, que aliada aos outros recursos narrativos, nunca nos deixam ficar confortáveis. Toda a violência gráfica constrói um mundo opressor onírico, que mais se parece com um pesadelo, no qual somos inseridos logo de início.
[[[PARÁGRAFO]]]
A edição de som foi pensada com muita competência, fazendo com que as cenas de ação funcionem muito bem, nos transportando para o meio dos tiroteios, numa simulada tensão de guerra urbana. Quando a personagem principal passa por ambientes claustrofóbicos e de alta carga emocional, nós também compartilhamos suas sensações, embalados por diferentes imagens e áudios detalhadamente escolhidos. Os zunidos das balas atingindo os alvos, as respirações ofegantes, as batidas das portas dos carros, os coturnos nos pisos, nenhum som passa despercebido, mesmo para o espectador mais desatento.
[[[PARÁGRAFO]]]
A trilha sonora de Jóhann Jóhannsson (compositor do já citado ‘Os Suspeitos’ e de ‘A Teoria de Tudo’, entre outros) também foi criada de forma opressiva e claustrofóbica, dando um ritmo frenético, que por vezes nos faz desejar que as cenas tensas acabem logo. As descargas de violência são embaladas por tons graves e incomodativos, que chegam a ser quase doloridos, por culpa de sua habilidade em nos causar aflição. E quando é necessário um hiato sonoro para que o suspense funcione, a trilha se faz notar ainda mais, quando retorna bruscamente para acabar com nossa espera e nos proporcionar mais uma descarga de adrenalina.
[[[PARÁGRAFO]]]
E não é apenas de sensações que este mais recente longa de Villeneuve é feito, como em todo filme seu, há sempre muito mais nas entrelinhas e nas camadas que não estão explícitas no roteiro. Ainda que não mostre o ponto de vista dos traficantes, não é uma visão estritamente unilateral do tráfico, pois as críticas não recaem apenas sobre a brutalidade dos cartéis, mas também sobre as questionáveis intenções da intervenção norte-americana, ainda que ele pegue muito leve para o lado dos EUA (paradoxalmente um dos maiores consumidores de drogas ilícitas do mundo), o que já é esperado para um filme produzido em Hollywood. No decorrer dos conflitos, as diferenças entre “mocinhos e bandidos” se embaralham e já não temos para quem torcer e ficamos tão confusos sobre as intensões do “sistema”, quanto a personagem de Emile Blunt.
[[[PARÁGRAFO]]]
‘Sicário’ é um filme capaz de angustiar os espectadores mais “sensíveis” e que geralmente vão ao cinema pelo entretenimento escapista, fazendo-os desgostar do mesmo, dependendo de seu maior ou menor senso crítico. Porém, para os cinéfilos mais experientes, não há como não gostar de toda a sua competência técnica. Seu final é moralmente dúbio, exigindo que o expectador complete-o com sua própria opinião, o que para alguns vai parecer uma falha, para outros é o verdadeiro papel do cinema como forma de arte. Como um de seus próximos projetos, Denis Villeneuve terá o desafio de dirigir a refilmagem/continuação do “clássico” de Ridley Scott ‘Blade Runner’ e sua filmografia até o momento nos deixa, no mínimo, curiosos e esperançosos pelo resultado.
Ana A
Ana A

20 seguidores 37 críticas Seguir usuário

3,0
Enviada em 8 de janeiro de 2016
A guerra paralela que acontece contra o tráfico de drogas em nossa sociedade é o que move o filme Sicario – Terra de Ninguém. O diretor Denis Villeneuve, o mesmo de Os Suspeitos estrelado por Hugh Jackman e Jake Gyllenhaal, tenta nos entrega uma trama policial envolta de suspense e ação.

Com várias cenas de plano aberto é possível perceber uma fotografia arenosa e que, por mais que não pareça, toda – ou quase toda – se passa dentro do território estadunidense, é interesse ver que existe um Estados Unidos sujo e com problemas sociais e estes aspectos são sentidos pelo contexto da estória.

O roteiro pertence à Taylor Sheridan, ator pouco conhecido do grande público e com participações em séries televisivas norte-americanas, os registros online indicam que esta é a primeira vez que um roteiro de Sheridan é produzido, sendo compreensivo alguns furos encontrados no decorrer da trama.

Na cena inicial, a personagem de Emily Blunt é apresentada como uma agente tática do FBI em uma missão onde cadáveres são encontrados na parede de uma casa, referência clara ao que os cartéis de drogas são capazes de fazer, no entanto, a cena de corpos decapitados e mutilados na cidade de Juarez parece mais um caso de violência gratuita, feita para chocar o público.

A sequência com visão noturna, talvez uma tentativa de imergir a audiência na ação, tenha ficado melhor no papel do que foi na execução. O revezamento entre uma iluminação esverdeada e acinzentada é cansativa dando a impressão que a cena ficou mais longa do que deveria.

O filme tem um bom equilíbrio até o terceiro ato, quando o personagem de Benicio Del Toro deixar de ser mais um agente a caça de um traficante para se tornar uma espécie de vigilante. Questionamentos como os fins justificam os meios e passar por cima de procedimentos burocráticos perdem espaço para a vingança pessoal, resultando no objetivo traçado no início do filme.

Em contrapartida, as interpretações de Benício Del Toro e, principalmente, de Emily Blunt são expressivas. Enquanto o primeiro entrega a performance sólida de um agente experiente com o objetivo de executar a “missão”, Emily Blunt interpreta uma agente tática extremamente estressada e exausta da função que executa, envolvida em uma missão sem precedentes éticos, a personagem busca procedimentos burocráticos para estabelecer normalidade em um contexto que ela não pode controlar e perante ao cenário que se encontra, nós conseguimos simpatizar com a personagem e seus anseios. Em alguns momentos do filme há indícios de tentativas de aprofundar a relação entre os dois personagens, mas a concretização não acontece tornando a relação superficial, a dinâmica entre os atores torna as cenas confortável e sem embaraços.

Sicario é uma trama simples de um bom roteiro com atuações boas e sem muitas pretensões para entregar algo de novo.
Neto S.
Neto S.

30.587 seguidores 773 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 21 de janeiro de 2016
A CIA está preparando uma audaciosa operação para deter o grande líder de um cartel de drogas mexicano. Kate Macy (Emily Blunt), policial do FBI, decide participar da ação, mas logo descobre que terá de testar todos os seus limites morais e éticos nesta missão.Muito Bom, filme muito tenso, com excelente elenco, Emily Blunt e Benicio Del Toro estao otimos , filme tem uma boa trilha sonora, e uma bela fotografia,Dennis Villeneuve faz uma otima direçao, Recomendo. Nota 9.0
Sidney  M.
Sidney M.

29.816 seguidores 1.082 críticas Seguir usuário

5,0
Enviada em 24 de outubro de 2015
Sicário é um dos mais tensos que já vi, tudo graças a excepcional direção de Denis Villeneuve e do estupendo elenco. O filme é frio extremamente frio, daqueles que quando acaba não chegará fazer você chorar, mas que com certeza fará você refletir de como essa vida que temos pode ser hostil. O realismo é um outro fator muito bom no filme. Gostei muito da fotografia e da excelente trilha sonora, tornando as cenas ainda mais tensas e imprevisíveis. Um filmaço que merece ser assistido mais de uma vez
Daniel Novaes
Daniel Novaes

7.774 seguidores 873 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 1 de março de 2016
Um filme cuja temática meio "padrão" em enredos policiais pode te levar a alguns enganos... não é uma obra-prima, mas é um bom enredo com excelentes atuações. Vale assistir!
Juarez Vilaca
Juarez Vilaca

2.918 seguidores 393 críticas Seguir usuário

4,0
Enviada em 22 de outubro de 2015
Um excelente filme. Uma história bem atual da guerra ao tráfico na fronteira entre os Estados Unidos e o México. Um ótimo enredo e direção de primeira, sem contar o elenco, Emily Blunt dando um show. Não tem muita ação nem batalhas e trocas de tiros ou perseguições de carro, lances que já estão cansando. O filme é tenso e com muito suspense. Lembra muito o filme a hora mais escura. Dessa vez não tem heróis. Nesse final de ano começaram a aparecer filmes concorrentes ao Oscar. Esse é um deles. Vale a pena.
Quer ver mais críticas?
  • As últimas críticas do AdoroCinema
  • Melhores filmes
  • Melhores filmes de acordo a imprensa